Mês: Março 2015

Resenha – The Royals

Por Santoni
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30 de Março
The Royals conta a história de uma família real britânica fictícia vivendo na atual Londres. A série mostra os bastidores da família real, todos os dramas, problemas, chantagens, relacionamentos.. basicamente problemas normais de qualquer família, a única diferença é que se trata da Família Real da Inglaterra que é microscopicamente vigiada e julgada pelo mundo inteiro.

 

A família é composta pela Rainha Elena (Elizabeth Hurley, Gossip Girl), o Rei Simon (Vincent Regan, 300), seus filhos Liam (William Moseley, As Crônicas de Nárnia) e Eleanor (Alexandra Park) (mais um filho que não aparece). A rainha Elena é a ‘carrasca’ da família, estilo Cersei Lannister, enquanto o rei Simon é o simpático e amoroso. O príncipe Liam é o playboy metido e a Eleanor, a princesa problemática.. mas juntos eles têm que superar a grande perda do príncipe Robert, suas diferenças e servir de exemplo para o Reino Unido.

A série foi criada por Mark Schwahn, responsável pelo ‘drama adolescente’ “One Tree Hill“, que teve, enfim, um projeto que sobreviveu ao ‘pilot season’ (quando as emissoras adquirem séries e gravam o piloto pra saber se ficam bom ou não.. e se vão comprar mais episódios).

A série é uma mistura de Game Of Thrones (atual, claro) com One Tree Hill, os personagens foram muito bem escritos e as atuações foram razoáveis, julgando pelo primeiro episódio. O destaque de atuação ficou para Alexandra Park, interpretando a princesa Eleanor, que dá vida a ‘party girl’ típica dos tabloides americanos.

 

A série tem um ‘feeling’ meio amador, mas serve ao propósito de entreter e promete ser o ‘Guilty Pleasure’ de muita gente… inclusive o meu… Eu acredito que The Royals tem a chance de crescer muito, tem um tema apelativo com inúmeras possibilidades de desenvolvimento e arrisco comparar o estilo da série a Teen Wolf que teve um começo fraco.. meio zuadinho, mas não parou de surpreender e melhorar.

The Royals é a primeira série de ficção do canal de entretenimento E!, e não deixa de seguir a tendência do canal de “bastidores da fama e glamour” e fez tanto sucesso entre os executivos do canal que eles já encomendaram uma segunda temporada antes mesmo da estreia da primeira..


The Royals vai ao ar aos domingos no canal americano E!

 

Trailer (em inglês):
Promo legendado:

Resenha – Série Divergente: Insurgente

Por Equipe Nunca Desnorteados
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27 de Março
Título: Série Divergente: Insurgente
Título Original: Insurgent
Lançamento: 19 de Março de 2015, no Brasil
Direção: Robert Schwentke
Nota no Filmow: 3,6/5,0
Nota no IMDB:  7,0/10,0
Elenco: Shailene Woodley, Ansel Elgort, Theo James
Gênero: Ação, Ficção Científica, Romance.

Duração: 119 minutos

Sinopse: Em A SÉRIE DIVERGENTE: INSURGENTE, os riscos para Tris aumentam quando ela sai à procura de aliados e respostas nas ruínas de uma Chicago futurista. Tris (Shailene Woodley) e Quatro (Theo James) são agora fugitivos, caçados por Jeanine (Kate Winslet), a líder da elite Erudição, faminta pelo poder. Correndo contra o tempo, eles precisam descobrir a causa pela qual a família de Tris sacrificou suas vidas e por que os líderes da Erudição farão tudo para impedi-los. Assombrada pelas escolhas do passado, mas desesperada para proteger quem ama, Tris, com Quatro a seu lado, encara um desafio impossível atrás de outro, ao desvendar a verdade sobre o passado e também o futuro de seu mundo.

Resenha:
 
       A primeira coisa a se dizer é: se você gosta do livro e queria uma adaptação fiel, você vai sair decepcionado do cinema. O diretor e roteirista tomaram tantas liberdades que tornaram o filme praticamente uma nova história.
      Algumas das mudanças me agradaram na verdade, achei que foram mais eficientes do que se tivessem copiado do livro.Por exemplo, as cenas dos testes para abrir a caixa, por um lado eu gostei dela ficar em pé dentro de um “aquário”, parecia que a Tris estava muito mais exposta, por outro eu odiei que ela flutuava e não consegui compreender até agora como isso aconteceu.
 

      A verdade é que esses sentimentos opostos ocorreram com muita frequência. Mais exemplos disso são como:  a atriz que faz a mãe do Four é ótima apesar de parecer mais como uma irmã do que mãe, a cena do suicídio foi forte e tensa, mas deixou um pouco de confusão também em relação ao lugar que elas deveriam pular.
Uma coisa que me incomodou foi que o Marcus só apareceu nos primeiros minutos do filme, e a verdade é que ele tem muito mais importância na história do livro. Você pode perceber que antes eu disse que mudanças na história não me incomodavam, mas o problema dessa mudança é que não é só um detalhe, se ele sumiu agora como vai seguir a história do terceiro? O que me leva a outro assunto: o modo como o filme acaba (calma, eu não vou dar spoilers).Deixou-me meio confusa, pois é quase impossível relacionar com o começo do próximo livro, e quando digo começo quero dizer 30% de Allegiant.
 

      Então sim eu gostei do filme no primeiro momento, quando sai do cinema fiquei feliz e estava animada, mas quanto mais analisava as cenas em minha cabeça, menos algumas faziam sentido. E não só no livro como no filme! Então, conselho para você: se você for sem expectativas, o filme te impressionará, principalmente por causa da atuação de Shailene Woodley, Theo James, Ansel Elgort e Miles Teller que carregam o filme. Cada um me impressionou de um jeito e fico feliz que esses filmes trouxeram tantos atores que antes não eram tão conhecidos! Agora, se você está esperando um filme similar ao Divergente ou uma adaptação exata do livro, te aconselho a ir numa quarta-feira quando o cinema é mais barato.
 
Trailer:
 

Resenha – Meus Melhores Rascunhos

Por Thila Barto
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26 de Março

Título: Meus Melhores Rascunhos

Autor(a): Chris Melo
Ano: 2015
Páginas: 181
Sinopse: As primeiras publicações de Christine M. foram feitas pela internet e, após quase dez anos de escrita, seus melhores textos foram selecionados e transformados em livro. “Meus Melhores Rascunhos” traz uma coleção de crônicas, contos, versos e aforismos retirados de seu antigo blog e também inéditos. A maior característica da obra é o tom intimista, quase pessoal, pois nesse caso, podemos apreciar as linhas despretensiosas da jovem autora que sempre viu na escrita, antes de qualquer coisa, um modo de florescer e de se conhecer melhor. Espere textos românticos, sensíveis e transparentes. Um livro encantador feito com os mais profundos pensamentos, reflexões e sensações da jovem que cresceu enquanto se descobria nas Letras.

 


“O amor escorre pelos meus dedos e nasce em palavras.”

 

 

Resenha:
     Resenha mais do que especial pra mim. Por quê? Primeiro de tudo: sou apaixonada pela literatura nacional. Falei diversas vezes aqui em alguns posts que não entendo como ainda exista relutância de alguns com a literatura nacional. Eles estão cada vez melhores. Segundo: Virei fã da Chris M. após a leitura do livro “Enquanto a Chuva Caía” (resenha aqui). Terceiro: Aquele nominho ali em baixo na capa, Thila Bartolomeu, bem… sou eu
 
     Confesso que quando a Chris me chamou para fazer as ilustrações eu não acreditei, fiquei um pouco insegura porque eu nunca tinha feito um trabalho parecido. Faltavam ainda poucas semanas para eu terminar o curso de Desenho Artístico, então fiquei com a pergunta, “será que eu consigo?”, na minha cabeça por um tempo até começar os desenhos. Para ser sincera, pode até parecer piegas, mas estou sem acreditar até agora que tenho um trabalho publicado junto com uma grande autora que eu tanto admiro. E não, não estou tentando puxar o saco não, rsrs.
 

      Enfim, o livro, Meus Melhores Rascunhos, é uma edição nova do livro lançado em 2012 com o mesmo nome. Se trata de uma união dos melhores textos de quase 10 anos de carreira da autora. Essa nova versão tem textos inéditos, se não me engano são 50 textos além dos poemas e frases que aparecem entre eles. É um mais sensacional que o outro.  Já até me perguntaram qual é o meu texto favorito mas, sinto dizer que é impossível escolher um.
 
     Por que eu gostei, ou melhor, gosto tanto desse livro? Porque a Chris fala de sentimentos, de pessoas, de experiências em diversas maneiras. É impossível não se identificar com alguns, sejam eles sobre relacionamentos, amor, amizade, saudade, perdas, alegrias ou reflexões. A cada página o leitor tem uma sensação diferente, e tudo é tão sincero e simples que você pode ler e reler diversas vezes a mesma linha e nunca se cansar.
     Preciso terminar essa resenha com um ENORME obrigada para a Chris Melo. Espero imensamente que vocês gostem do livro. Foi feito com muito amor. Ele está disponível no formato EPUB e pode ser adquirido na amazon clicando aqui .
Ps: Essa capa liiiiinda é de autoria da Chris 😉


Beijos de luz ;*

 

Resenha – Fingindo

Por Dalila Correia
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24 de Março

Título: FINGINDO

Autor(a): Cora Carmack
Editora:  Novo Conceito
Ano: 2013/2015
Páginas: 336
Nota no Skoob: 4/5

Gênero: Romance/Drama/New Adult


“Por quanto tempo você consegue prender alguém?” 


Resenha (contém spoilers):
 
“Fingindo” conta a  história de Cade, um rapaz que teve seu coração partido por Bliss em “Perdendo-me“. Ele tenta muito esquecê-la, porém, ao saber que ela receberá um pedido de casamento de outra pessoa, suas emoções afloram.
 
Inesperadamente em uma cafeteria, uma moça chama a atenção de Cade: seu nome é Mackenzie, que prefere ser chamada de Max, e é totalmente o oposto de Cade. Tem alguns piercings e tatuagens, é cantora e tatuadora, mas esconde sua verdadeira personalidade dos pais, pelo fato de serem muito conservadores e não aceitariam tanta audácia, além da mesada vinda deles a qual Max depende. 
 

Ao receber uma ligação inesperada de sua mãe dizendo que a encontrará em instantes na cafeteria, Max entra em pânico, pois seu atual namorado não é nada daquilo que seus pais gostariam e seria uma catástrofe se o conhecessem. Após dar uma geral no local, repara em um moço BEM apresentável que a encarava, Cade, e resolveu fazer uma proposta. A proposta? Fingir ser seu namorado naquele instante. Cade, cansado de sempre ser o “bom moço”,  aceita.

Porém, Max não esperara que seus pais se apaixonariam por Cade e fossem convidá-lo para o dia de ação de graças que seria na próxima noite. Sendo assim, a proposta se estendeu por mais um dia…e por aí vai.

 
” – Meu nome é Cade Winston. Aluno de mestrado em belas-artes, voluntário, abraçador de mães e seu namorado pelas próximas vinte e quatro horas. Prazer em conhecê-la”
 
Num dos episódios de vida de Max, ela se sente culpada pelo acidente de carro onde sua irmã acabara morrendo e desde então, finge ser outra pessoa com seus pais a fim de amenizar essa dor. No entanto, ao se aproximar de Cade, um cara encantador que a deixa extremamente confortável em ser ela mesma, justamente pelo fato de ele AMAR o seu jeito livre e destemido de ser e sua performance no palco, Mackenzie acaba sentindo medo de suas emoções e tenta se afastar. 
 
Cade e Max me fazem lembrar o casal de “Entre o agora e o nunca“. A forma como Max ama a música e se entrega de corpo e alma, assim como Andrew. E também o modo como assume sua personalidade -graças ao seu parceiro- e corre em busca de seus sonhos assim como Camryn.
 
Numa mescla de romance, conflitos familiares, sonhos e desejos… “Fingindo” consegue nos prender até o fim, até porque tem a visão dos dois protagonistas. Mas confesso que por muitas vezes, previ cenas e diálogos entre os personagens, bem como o final.
 

Na minha opinião, não é um livro bom… daqueles que tiram o fôlego e te deixa com saudade dos personagens ou coisas do tipo, é um livro comum. Porém, vale a pena ler e descobrir quão lindo é o “vestido” que Max usou em um determinado jantar 😀

 
“Há coisas pela qual vale a pena lutar, não importa o resultado, e você é uma delas.”
 

Resenha – Supernova – O Encantador de Flechas

Por Marcos Stankevicius
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17 de Março
Título: Supernova – O Encantador de Flechas
Autor(a): Renan Carvalho
Editora: Novo Século, relançado pela Novo Conceito
Ano: 2013/2015
Páginas: 358
Nota no Skoob: 4.6/5
Gênero: Ficção, Aventura
 Resenha:
Leran Yandel é um jovem de 17 anos que vive com a sua irmã Lauana e sua mãe Laura, na isolada cidade de Acigam e está para terminar seu último ano de escola e entrar para vida adulta. Sem expectativas para o futuro, Leran treina encantamentos com seu avô Bretor em sua loja de móveis e decorações, porém essa prática deve ser mantida em segredo, pois é proibida pelo governo e punida com a morte. Depois de descobrir alguns segredos que estavam escondidos no passado, inclusive sobre a suspeita morte do seu pai, Leran se vê envolvido cada vez mais nesse mundo de ciência e guerra, colocando-o em perigos mortais e mudando completamente tanto a sua vida, como a de sua família.

 
A aventura criada por Renan Carvalho trouxe de volta a minha empolgação de acompanhar um universo de magia e ação que já havia visto na série/desenho  “A Lenda de Aang” e no jogo da Nintendo “The Legend of Zelda”, porém de uma forma totalmente inovadora e criativa. O uso do arco e flecha, assim como a manipulação dos elementos foram as características básicas que me animaram com a leitura.
 
No começo, talvez por ainda estar me adaptando a esse novo universo, a leitura foi bem lenta. Já que conhecer os personagens e o ambiente em que eles vivem leva tempo, pois tudo é muito bem descrito e com muitos detalhes, assim como os conflitos que existem na cidade. Durante a parte em que essa magia, essa ciência existente nesse universo, começa a ser mais explicada e utilizada pelos personagens, o livro fica extremamente viciante e cria muita curiosidade, você se vê na expectativa de que a maior parte de suas dúvidas sejam respondidas nesse volume. Particularmente, tenho o costume de gostar mais dos personagens secundários da história, e esse não dá garantia nenhuma de que eles possam se manter vivos até o final do livro. O final é bem surpreendente, mas não superou a minha empolgação com outros momentos do livro.
O livro foi inicialmente publicado em 2013 pela editora “Novo Século”, porém sendo relançado pela editora “Novo Conceito” com uma formatação parcialmente diferente dia 18/03/2015. As capas foram feitas pelo mesmo ilustrador, que manteve a mesma capa apesar de levemente modificada e mais clara. O novo livro ganhou ilustrações para dar vida a algumas cenas, assim como um capítulo extra após o final da história, narrada por “Judra”, que eu achei estranhamente divertido.
 
Espero ansioso pela continuação dessa saga, tendo o segundo livro o nome de “A Estrela da Morte” com uma introdução a ele no final do livro nas duas edições, e que nesse volume seja mais explorado a manipulação do elemento água e suas variações, assim como personagens que eu posso me identificar mais, sejam vilões ou heróis ;D
Veja o book-trailer:
 

Para mais informações e artes do livro acesse o site do autor clicando aqui.

Resenha – A Mais Pura Verdade

Por Beatriz Guerra
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10 de Março

Título: A Mais Pura Verdade
Título Original: The Honest Truth
Autor(a): Dan Gemeinhart
Editora: Novo Conceito
Ano: 2015
Páginas: 224
Nota no Skoob: 4,6
Gênero: Drama

 
“Por que as pessoas gostam de levar consigo uma coisa que as faz lembrar de que suas vidas estão indo embora.”
 
Resenha:

  

    Se você é daquelas pessoas que choram fácil com qualquer história envolvendo crianças e cachorros e/ou  pessoas com câncer e doenças terminais, não recomendo o livro. Por quê? Basicamente, você chorará durante boa parte da leitura. Até eu que sou uma Marechal de Ferro na questão de livros de drama, confesso que meus olhos chegaram a lacrimejar mais de uma vez.


     O livro começa com Mark, uma garotinho de 12 anos que já declara logo no início que está fugindo de casa acompanhado de seu fiel companheiro, Beau, um cachorro pequeno, e todos os seus objetos sagrados, como por exemplo a máquina fotográfica antiga de seu avô. Mark é uma criança muito sagaz e tem toda a sua fuga sabiamente planejada, pois acaba criando uma estratégia para enganar tanto a seus pais como a polícia e assim, conseguir chegar ao seu destino final – que também não é citado no começo do livro – sem que o encontrem facilmente.
   Logo de cara, fica claro ao leitor que Mark tem algum tipo de câncer. Agora imagine uma criança doente, viajando sozinha num país tão imenso como os Estados Unidos, acompanhado apenas de um cachorro pequeno, sem defesas e com mais frascos de comprimidos do que dinheiro no bolso. É de se imaginar que ele passará por situações complicadíssimas, e serão esses momentos que embaraçarão a vista dos leitores devido as lágrimas.
     O livro alterna duas histórias a cada capítulo, uma é a narração da aventura de Mark, a outra demonstra a situação em que os pais do garotinho se encontram quando descobrem o desaparecimento do filho, assim como o papel importante que a melhor amiga de Mark, Jessie, representa. E isso é mais que frustrante. Pois imagine você lendo avidamente sobre como o garoto foge, como ele entra em uma situação pior que a outra e de repente, algo tremendamente ruim acontece com ele,você vira a página ansioso para saber se ele sobreviverá e o próximo capítulo é sobre: os pais. É pra não permitir que você abandone o livro, porque você vai desejar tanto saber se Mark consegue sair vivo das situações, que não o largará.
     Ao longo da história, você toma conhecimento sobre o destino de Mark, o motivo da fuga, a doença, a vida difícil que ele e seus pais levavam. Porém, será que ele chegará ao seu destino? Um garotinho tão doente e seu cachorrinho amigo?
     Confesso que ao ler a sinopse e começar a leitura, imaginei que fosse apenas um drama forçado para seguir a modinha “A Culpa é das Estrelas”.E bom…não é tão diferente assim, é uma história triste com um pouquinho mais de drama porque, convenhamos, colocar uma criança com câncer e um cachorro pequeno numa jornada difícil como essa é sacanagem. É pra arrancar o coração de qualquer um de vez.
     No entanto, que a leitura vale a pena, com certeza. É um livro muito tranquilo, sem compromisso e tão pequeno que quando você notar, já terá chegado ao final! 
     Essa história demonstra o quão difícil é a vida de alguém com uma doença como essa. Então caro leitor, por favor, se você ainda não ajudou, ajude! Doe sangue, cadastre-se como um doador de medula óssea, tudo que for possível! Essas pessoas realmente precisam de ajuda e você pode contribuir muito mais do que imagina! Olha o meio incrível que você tem de fácil acesso que é a internet! Pode procurar saber muito sobre esse assunto e maneiras de ajudar! 
   Segue um link como exemplo de uma maneira: http://www.ameo.org.br/
   Você pode salvar alguma vida! Imagina o quão incrível é isso!
  Ao comprar o livro, você já estará ajudando a Fundação Abrinq – Save the Children! Mas por que não ajudar mais? 😀


     Quer mesmo descobrir a mais pura verdade? Então pode correr pra alguma livraria dia 16 de março, quando o livro será lançado, prepare o coração e deixe alguns lencinhos ao seu lado! (E esperemos um filme deste livro para todos chorarmos juntos.)

Confira o também o book trailer postado na página da Editora Novo Conceito
 

Resenha – Simplesmente Acontece

Por Santoni
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4 de Março

Título: Simplesmente Acontece
Título Original: Love, Rosie
Duração: 102 minutos
Diretor(a): Christian Ditter
Ano: 2014 (2015 no Brasil)
Nota no Filmow: 3,8/5
Nota no IMDB: 7,4/10
Gênero: Comédia Romântica

“As vezes amizade entre garotos e garotas pode ser complicado..”

Rosie Dunne e Alex Stewart são amigos desde sempre, a típica amizade garoto-garota que ninguém acredita que é só ‘amizade’ (nesse caso estavam certos ._.). Eles experienciam tudo o que a infância, a adolescência e a vida adulta tem a oferecer e aprendem juntos sobre amor, amizade e dificuldades. Eles compartilham momentos de alegria e de tristeza, casamentos e funerais, primeiros amores e desilusões. Rosie e Alex tem uma sintonia invejável e sentem entre si uma atração que é difícil passar despercebida. No entanto, eles vivem se desencontrando, o que torna ainda mais difícil saírem da tão temida Friendzone.
 
Lily Collinsconhecida por Ligados pelo Amor (), Cidade dos Ossos , Sem Saída e Espelho, Espelho Meu, interpreta Rosie Dunne, uma típica jovem britânica, apaixonada pela vida e cheia de sonhos. Sam Claflin, mais conhecido por interpretar o personagem Finnick Odair nos filmes da saga ‘Jogos Vorazes’, dá vida a Alex Stewart, um jovem britânico ambicioso no amor e nos estudos, mas companheiro e amigo para o que der e vier. O elenco ainda conta com Christian Cooke, da série cancelada, Witches of East End, Tamsin Egerton, Suki Waterhouse, entre outros. O destaque fica sem dúvidas para Jaime Winstone, que interpreta a divertida Ruby, que enquanto trabalhava na farmácia dos pais conhece Rosie e se tornam amigas inseparáveis desde então. O elenco, em geral, demonstrou muita química e se saem muito bem tanto nas partes dramáticas quanto nas partes de comédia. O que deve ser ressaltado é que Lily Collins é uma atriz americana interpretando uma personagem britânica,  se você não parar pra pensar nisso e tentar procurar defeito, será um fato que passará totalmente despercebido. As atuações da Lily sempre nos deixam com um pé atrás, mas parece que dessa vez, quase deu certo, ela se esforça bastante, mas na maioria das vezes em que se destaca é em decorrência de ótimos atores atuando muito bem que a suportam. Claflin e Winstone estão ótimos e quando o filme começa a dar uma desacelerada, um deles está lá pra reviver os espectadores em meio aos ‘dramas’ que vive Rosie.
 
Simplesmente Acontece é baseado no livro de 2004, “Where Rainbows End” (Onde Terminam os Arco-Íris) que foi lançado nos Estados Unidos como “Love, Rosie” ou “Rosie Dunne” da escritora de P.S Eu Te Amo, Cecelia Ahern. O livro foi re-lançado no Brasil pela editora Novo Conceito em 2014 com o título do filme “Simplesmente Acontece“. O livro ganhou vários prêmios internacionais e tem uma estrutura muito diferente e divertida, sendo composto por cartas, e-mails e mensagens de texto. Por isso o título em inglês: Love, Rosie.. Que era como Rosie assinava suas correspondências. Que se perdeu um pouco no filme, já que não foi dada tanta ênfase para as correspondências trocada entre Rosie e Alex. O filme também encurtou o tempo de duração da história, de 45 anos para apenas 12, talvez pela aparência dos atores ou para favorecer o roteiro…

O filme em si foi uma grande surpresa. Ele é considerado uma comédia-romântica, porém a comédia é o ponto alto do filme, é o que dá ao filme uma autenticidade, já que a parte romântica da história não chega a cativar. O romance mesmo aparece na reta final do filme, porque durante, a relação entre os dois é tão frustrante que chega a ser engraçado. Muitos pontos positivos vão para a trilha sonora, se atente à ela, essa é a minha dica. Porque o timming é PERFEITO, e chega a fazer chorar de tanto rir. “Push It”, de Salt-N-Pepa e “Fuck You” da Lily Allen foram ótimas adições e com certeza você vai lembrar da cena do filme em que são tocadas, toda vez que escutá-las em outro lugar.

“Love, Rosie” diverte e entretêm sem grandes pretensões. É um filme repleto de “Vergonha Alheia” e “Não Acredito” que até a pessoa que mais odeia comédias-romântica e que será arrastada para o cinema, achará ele agradável e divertido.

Simplesmente Acontece é distribuído pela Imagem Filmes e se encontra disponível na NETFLIX.
Trailer:
(Não recomendo verem o trailer, porque ele é longo e entrega muito da história)

Resenha – Never Alone

Por Marcos Stankevicius
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3 de Março
Título: Never Alone 
Desenvolvedor: Upper One Games.
Direção: Ron Gilbert.
Ano: 2014.
Jogabilidade: Single Player, Cooperativo.
Gênero: Aventura, Estratégia, Indie.
Plataformas: Xbox One, PlayStation 4, Microsoft Windows.
Preço: aprox. R$30
Resenha:
Nuna é uma menina nativa do Alasca que vive em comunidade com sua tribo. Um dia, uma estranha e interminável nevasca surge, impedindo qualquer atividade na vila. Nuna decide procurar o que esta causando essa nevasca, dando início a sua jornada.
Never Alone, também chamado de Kisima Inŋitchuŋa (“I am not alone”), é a cultura do Alasca traduzida em jogo. Por ele temos noção de como é o lugar, como são as histórias, como elas são contadas, de como é a relação entre as pessoas, como é preciosa a natureza e espiritualidade do local.

 

A aurora boreal, em suas lendas, são espíritos de crianças que morreram quando pequenas e que quando incomodadas, descem para cortar a cabeça das pessoas e brincarem de futebol, sendo portanto, retratada como mais uma vilã do jogo. O lado espiritual também está representado, conhecido em sua cultura por “Sila”, Nuna recebe sua ajuda para alcançar o seu objetivo. Assim como a ajuda de uma raposa do ártico que se torna sua amiga, sendo necessária pra resolver os problemas das fases.

O que o torna diferente de outros jogos indies é ter sido criado para representar uma cultura específica. O jogo foi a forma perfeita de compartilhar todas as características do Alasca. Mais de 40 nativos ajudaram na criação contando suas historias e mostrando seus desenhos e pinturas. Uma história incrível, contada de forma brilhante.


                                                Veja o trailer: