Mês: Abril 2015

Resenha – A Playlist de Hayden

Por Santoni
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25 de Abril

Título: A Playlist de Hayden
Título Original: Playlist for the Dead
Autor(a): Michelle Falkoff
Tradutor(a): Amanda Orlando
Editora: Editora Novo Conceito
Ano: 2014/2015
Páginas: 288
Nota no Skoob: 4.3
Gênero: Ficção; Drama; Infanto-Juvenil

“Você nunca conhece uma pessoa ate ouvir o que ela gosta”


Resenha:

Hayden era o melhor amigo de Sam, seguro dizer que era o único, que comete suicídio e deixa para o amigo uma playlist de músicas acompanhada de um bilhete que diz: ‘Para Sam. Ouça. Você vai entender‘. Sam começa então a vivenciar o ciclo de luto ‘Ficar com raiva. Culpar Hayden. Sentir culpa. Ficar com saudade do meu amigo. Sentir raiva de novo‘ enquanto ouve sem parar a playlist e tenta descobrir o motivo do melhor amigo ter tirado a própria vida além de ser exposto a enigmas e pessoas que parecem estar diretamente relacionados com um lado de Hayden que Sam não conhecia.

A temática do livro, perda, raiva, superação e bullying, pode parecer ‘batida’ e muito ‘modinha’ mas a maneira como essas coisas são expostas e descritas na narrativa faz do livro autentico e bem mais contemporâneo que seus semelhantes lançados ultimamente. O livro tem muitas das incríveis características de grandes livros de mesmo tema, como As Vantagens de Ser Invisível, Os 13 Porquês e It’s Kinda of a Funny Story, ao mesmo tempo que acrescenta uma visão mais real e emotiva da relação de amizade e perda a partir do ponto de vista de um amigo, pois o narrador, Sam, a todo momento lembra de momentos com Hayden e por tudo que passaram juntos ao mesmo tempo em que encontra certas evidências, que na época acabaram passando despercebidas, de que o amigo não estava bem.


As Vantagens de Ser Invisível é narrados em cartas, assim como Cartas de Amor aos Mortos. Em Os 13 Porquês são deixadas 7 fitas cassete. Em It’s Kinda of a Funny Story e em Garotas de Vidro a narrativa é feita pelo personagem que enfrenta o problema através de uma narração forte e sincera. Todos os livros de drama juvenis com a temática de perda ou doença tem algum diferencial, e o diferencial de A Playlist de Hayden seria, além da ótima narrativa, a Playlist de músicas em si, mas infelizmente essa ideia genial não foi de forma alguma bem aproveitada. Desde a sinopse e até a capa do livro eu esperava que a playlist fosse revelar alguma coisa, que Sam iria dissecar todas as músicas e achar alguma coisa escondida ou qualquer outra coisa, mas a playlist não passa de um plano de fundo para a história, se relaciona um pouco com a narrativa no quesito temática mas não oferece novas informações nem para o leitor nem para Sam. Mas devo confessar que ler os capítulos ouvindo as músicas é bem legal.. A Editora Novo Conceito criou um hotsite para que os leitores experimentem a imersão proposta no livro, que vale a pena ser conferido!

O livro se destaca pela leitura fácil e fluida, pela narrativa reflexiva de Sam que intriga e realmente é feita com o intuito de fazer o leitor parar e pensar um pouco e os enigmas e mistérios que vão aparecendo ao longo da trama atiçando o leitor a todo o momento. O único ponto negativo é a pouca relação da história com as músicas da playlist, mas esse ponto negativo não tira o mérito da história e da narrativa.
 
A Playlist de Hayden é o livro de estreia da autora norte-americana Michelle Falkoff e foi lançado no Brasil pela Editora Novo Conceito no dia 6 de Abril de 2015. 

 

Confira o teaser do livro:

Feliz Dia Internacional do Livro!

Por Santoni
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23 de Abril

Em 1926 o Dia Internacional do Livro começou a ser celebrado dia 5 de Abril na Espanha, data de nascimento do autor Miguel de Cervantes, mas passou a ser celebrada dia 23 de abril em 1930, dia do falecimento do autor. O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, como é tido agora, passou a ser organizado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em 1995 para promover a leitura, celebrar a publicação de livros e a proteção dos direitos autorais.

Aproveite as promoções especiais do Dia Internacional do Livro que postaremos na página do facebook e confiram algumas de nossas dicas e opiniões dos livros e decida qual será sua próxima leitura.

 

 
 
 



História Curta de Lucinda Riley para o Sunday Express

Por Thila Barto
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21 de Abril
      No dia 19 de Abril, foi publicado uma curta história da autora Lucinda Riley na revista Sunday Express Magazine, e para que todos pudessem conferir mais um trabalho da autora, mesmo que seja pequeno, traduzimos o maravilhoso texto. Curiosamente, a Lucinda nos revelou que se trata de uma história real, e que os personagens retratados são ela e a família. Mais uma vez, peço desculpas antecipadamente se traduzimos alguma coisinha errada. O texto original poderá sem encontrado no link disponibilizado no final desse post. Espero que gostem:

“Valores Familiares: Lidando com crianças exigentes e encontrando tempo de qualidade para o seu marido é provado impossível”
Sendo uma mãe de quatro crianças exigentes e encontrando tempo de qualidade para o seu marido foi provando virtualmente impossível …
 

“Mãe, eu posso comer a minha torrada com ovo na sala de estar, por favor?”

“Acredito que sim, só desta vez”, eu digo distraidamente para Fred, meu filho mais novo, querendo um pouco de privacidade para falar com Kate, minha filha de oito anos de idade, sobre a escola. Eu sinto as coisas vêm piorando.

“Obrigado, mãe!”, Diz Fred, saindo como uma bomba, o ovo na torrada balançando perigosamente no seu prato.

“Então, querida, como está Freya?” Eu digo a Kate.

“Ela está sendo mais agradável com você?”

“Oh, ela está OK. Bem, mais do que ela estava, de qualquer maneira. Ela não me deixa muito de lado no recreio “, Kate responde em tom de queixa.

Meu coração se parte que a minha filha está agradecida por tão pouco. Freya é a líder da gangue “popular” na classe de Kate, mais resistente do que Teflon e mais corrupta que o sistema bancário global.

“Prometa-me que você não vem dando presentes para Freya novamente, não é, querida?”

O olhar nos grandes olhos azuis de Kate me diz tudo. “Por favor, querida, não”, eu imploro pra ela. “Isso não funciona. Nós conversamos sobre isso antes. ”

“Sim, mas…”

“Mãe!” Minha filha mais velha interrompe. “Eu estou indo fazer compras com a Eva e eu preciso de algum dinheiro para comprar um vestido para o baile de final de semestre e Papai diz que certamente eu posso encontrar alguma coisa no meu guarda-roupa, mas ele não entende que eu não tenho absolutamente nada para vestir, e ele disse que não! ”

Rose invadiu ruidosamente a cozinha, na forma como crianças de apenas 14 anos pode. Ela empurra sua irmã mais nova sem a menor cerimônia para fora do caminho e senta-se à minha frente. “Mãe, você tem que falar com ele, realmente você tem! Ele é tipo … Meu Deus! Tão chato! “Rose bate na mesa para lhe dar ênfase em seu comunicado. “Por Favor!”

“Ok, eu vou falar com ele Rose. Eu prometo querida.”

“Obrigada.” Ela levanta e marcha para fora para encontrar um saco de batatas para buscar conforto na comida diante tal crueldade, conseguindo ainda se parecer com um refugiado de um filme de Polanski enquanto ela reflete. “Como você está, afinal?”, Ela pergunta enquanto retorna.

“Estou OK. Até os meus olhos de trabalho, mas o projeto está indo bem. Então, como está Joe? ”

“Quem?”, Pergunta ela, revirando os olhos. “Eu te disse, na semana passada, eu superei ele.”

“Você superou? Desculpe, querida, eu perdi a noção. ”

“Sim, bem, te vejo mais tarde.” Rose se levanta enquanto Alex, meu primogênito, entra na cozinha. Sua irmã lança-lhe um olhar de desdém, balança seus cabelos Titian significativamente sobre o seu ombro e espreita para fora.

“Olá, mãe,” ele diz.

“Olá, Alex. As coisas vão bem?”

“Sim, Ok.”

“Alguma novidade?”

“Não muitas.” Enquanto Alex ferve a chaleira, ele me joga a cenoura com um meio-sorriso.

“GCSEs está indo bem?”

“Sim. Mãe, eu estava pensando se você poderia perguntar para o pai se isso seria OK se eu fosse com um amigo para o jogo da Inglaterra x Irlanda em Twickenham. Ele tem um par de ingressos, mas eu vou precisar da passagem de trem para Londres. ”

“Por que você não pergunta para ele, Alex?”

“Você sabe que é melhor vindo de você.”

“Tudo bem,” eu suspiro.”

“Ótimo, Até mais, mãe.”

“Sim. Oh, você pode achar seu o pai para mim?”

“Claro.” Alex acena e deixa a cozinha, e eu vou para o armário , pegar um copo e me servir um pouco de vinho.”

“Mãe!” Eu assisto Fred enquanto ele re-entra na cozinha, seguido por William, o meu marido. “Papai está realmente bravo que eu comi meu ovo com torrada na sala de estar, mas eu disse a ele que você disse que eu podia. Por favor, diga a ele que você deixou! ”

“Você disse pra ele que ele poderia comer na sala de estar?” exige William, olhando para mim.

“Sim, eu deixei. Desculpe, querido. Eu queria conversar com Kate em paz.”

“Eu te disse!”, Diz Fred, triunfantemente, se retirando da cozinha, gostando de estar do lado vencedor.

“Ele é tão impertinente, vindo até você.” William senta-se, parecendo distintamente assediado. Tomo um gole de vinho e percebo que, para variar, a cozinha está desprovida de crianças e estamos realmente sozinhos.

“Você está começando cedo,” ele aponta para a minha taça de vinho.

“Na verdade, não. É quase oito horas”

“Sim, eu acho que é”, ele concordou. “Como está tudo?”

“Agitado como sempre, mas chegando lá. E você? ”

“O mesmo”.

“Querido, as crianças me passaram vários pedidos para eu falar para você …”

“… Você quer dizer, o vestido novo de Rose?”, Ele exclama. “Certamente ela pode encontrar algo para vestir naquele vasto guarda-roupa dela?”

“Não seja implicante, William. Ela é uma adolescente. ”

“Desculpe, eu estou apenas irritado que eles ainda têm de vir até você para tudo e não podem me perguntar.”

“Eu sei,” eu suspiro e tomo outro gole de vinho.”Eles não são estúpidos. Eles percebem que eu sou o toque fácil agora. Eu sinto falta de você “, eu digo, de repente. Minha mão chega para a frente e os dedos traçam suas características familiares.

“Quanto mais tempo, que você acha?”, Pergunta ele.

“Outro par de semanas, ou mesmo antes, se eu puder resolver as coisas.”

“Vamos ver se conseguimos arranjar algum tempo a sós, quando você voltar.”

“Eu adoraria isso”, eu sorrio enquanto vejo Kate voltar para a cozinha. Ela se senta no colo de seu pai e chega para a frente, mostrando-me o que é.

“Aqui Mamãe, eu fiz um desenho para você.”

Eu leio as palavras. “Venha logo para casa mamãe, eu sinto sua falta.”

“Você gostou?”, Pergunta ela.

“Eu amei”, eu respondo, sufocada pela emoção.

“Obrigada, querida.”

Kate parece chorosa de repente e William a abraça. “Então, mesmo tempo amanhã? Devemos estar todos estar aqui “, diz ele.

“Sim.”

“Eu te amo, mamãe. Vejo você amanhã. ” Me mandando um beijo, Kate desce do joelho de seu pai.

“Certo, lavagem de uniforme e compras de alimentos para mim”, William suspira.

“OK. Dê a todas as crianças um grande abraço para mim. ”

“Eu darei. Vou sair agora. Tchau, querida, eu te amo. Todos nós amamos. ”

A ligação e o som do fim da chamada do Skype enche o silencioso e estéril ar do meu Flat, a 3.000 quilômetros de distância do calor da minha cozinha da família. E o meu amado marido desaparece, enquanto a tela do computador na minha frente fica vazia.

 
Fonte: http://www.express.co.uk/entertainment/books/571069/Short-story-by-Lucinda-Riley

Lucinda Riley comenta sobre o livro ‘The Italian Girl’.

Por Thila Barto
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19 de Abril

 

      A autora irlandesa Lucinda Riley comenta um pouco sobre como surgiu a ideia de relançar seus antigos livros e como foi o processo nas páginas iniciais do livro The Italian Girl, o primeiro dos relançamentos programados pela autora.

Para quem não sabe Lucinda Riley lançou vários livros com o nome de Lucinda Edmonds alguns anos atrás, e agora ela e sua editora estão no processo de repaginá-los e relançá-los. O romance “Aria” foi o primeiro a ser trabalhado e relançado como The Italian Girl. No Brasil, o livro será lançado em 2016 pela Editora Arqueiro, porém, não foi divulgado ainda a data oficial. Confira  o comentário da autora traduzido logo abaixo:

         “Eu, originalmente, escrevi a história de Rosanna e Roberto 17 anos atrás e ela foi publicada como Aria, em 1996, sob o meu antigo nome, Lucinda Edmonds. No ano passado, alguns dos meus editores me perguntaram sobre meus livros antigos. Eu disse a eles que todos os livros estavam atualmente fora de catálogo, mas eles pediram algumas cópias. Em meu porão, me aventurei, e tirei de lá os oito livros que eu tinha escrito em todos aqueles anos atrás. Eles estavam cobertos de coco de rato, teias de aranha e cheiro de umidade, mas eu os mandei, explicando que eu era muito jovem naquela época e que eu entendia perfeitamente se eles quisessem jogá-los fora e para minha surpresa, a reação foi extremamente positiva e eles me perguntaram se eu gostaria de republicá-los.

      Isso significava que eu tinha que começar a lê-los também, e como qualquer escritor que olha para trás em seu trabalho do passado, eu abri a primeira página de Aria com trepidação. Foi uma experiência bizarra, porque eu não conseguia me lembrar muito da história, então eu comecei a me envolver assim como um leitor se envolve, virando as páginas cada vez mais rápido para descobrir o que acontecia em seguida. Senti que o livro precisava de algumas atualizações e reedições, mas a história e os personagens estão todos lá. Então eu comecei a trabalhar por poucas semanas e o resultado final é The Italian Girl. Espero que vocês gostem”.

 – Lucinda Riley, Janeiro, 2014.
Quer saber mais da história do livro? Acesse a nossa resenha aqui

Resenha – Mentirosos

Por Marcos Stankevicius
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17 de Abril

Título: Mentirosos
Título Original: We Were Liars
Autor(a): E. Lockhart
Tradutor(a): Flávia Souto Maior
Editora: Companhia das Letras, Selo Seguinte
Ano: 2014
Páginas: 271 
Nota no Skoob: 4.5
Gênero: Ficção, Suspense
 
 Somos Sinclair. Ninguém é carente. Ninguém erra. Vivemos, pelo menos, durante o verão, em uma ilha particular. Talvez isso seja tudo o que você precisa saber a nosso respeito
 
 
                                 Resenha:
 
  Cadence Sinclair Eastman é a neta primogênita e principal herdeira de Harris Sinclair, marido de Tipper Taft e pai de três filhas; Bess – mãe de Mirren, Taft e das gêmeas Liberty – Bonnie e Carrie – mãe de Johnny e Will e Penny – mãe da nossa protagonista. Os Sinclair possuem a imagem da tradicional família perfeita, todos são talentosos, educados, ricos e extremamente bonitos. Todo ano, durante as férias de verão, reúnem-se em Beechwood, sua ilha particular.


  No verão em que Cadence fez oito anos, ou como diziam, no verão dos oito, Carrie traz para a ilha Ed e seu sobrinho Gat Patil, menino de descendência indiana que perdera o pai e é o melhor amigo de JohnnyCadence, Johnny, Mirren e Gat são a partir de então referidos pela família como os Mentirosos
  Os Mentirosos tornam-se melhores amigos e fazem todo o tipo de coisas juntos, mesmo não mantendo contato no restante do ano, são inseparáveis durante as férias de verão na ilha.
 
  Cadence e Gat começam a nutrir uma paixão que gera a desaprovação da família na mesma época em que a esposa de Harris falece por causa de um problema no coração. Os Sinclair continuam mantendo a imagem de família rica e renomada, se recusando a admitir que está em decadência e perdendo as tradições.
  
  Tudo muda quando no verão dos quinze, Cadence sofre um acidente grave que gera uma perda de memória seletiva, depressão e fortes dores de cabeça, esquecendo todo o ocorrido nesse verão. Depois de ficar afastada de toda a família durante dois anos, Cadence convence sua mãe a deixá-la voltar para a ilha e descobrir o que aconteceu.

  Não tinha percebido o quanto o livro é bom até o momento em que Cadenceesquece tudo e volta a ilha para lembrar, fazendo a gente descobrir tudo junto com ela. Não tinha expectativas nenhuma para esse livro, li sem saber qual era exatamente o tema, talvez por esse motivo tenha gostado bastante.

 
  A forma moderna e sofisticada que a autora escreve é muito diferente de tudo que já tinha lido, ela distorce as palavras para ter exatamente o significado que quer. A crítica sobre as famílias ricas e tradicionais esta presente durante todo o livro, por ela explica-se o comportamento radical e as ações dos personagens, chegando ao final CHOCANTE que teve.

Resenha – Hidden Beauty

Por Thila Barto
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13 de Abril
Título: Hidden Beuty
Autor(a): Lucinda Edmonds (Lucinda Riley)
Editora: Pocket Books
Ano: 2014
Páginas: 646
Nota no Skoob: 5.0
Gênero: Drama,Romance

Unatural things, evil things, never mess with the nature.”


Resenha:

     Acho que muita gente já deve ter notado que sou muito fã da Lucinda Riley. Depois de ler todos os seus livros lançados aqui no Brasil, (A Casa das Orquídeas, A Luz Através da Janela, A Garota do Penhasco, A Rosa da Meia Noite e as Setes Irmãs ), comecei a “caçar” os seus livros antigos, porque eu precisava de mais. Como disse na resenha do livro “Enchanted”, Lucinda Edmonds e Lucinda Riley são a mesma pessoa. A autora preferiu não usar o seu nome antigo em seus livros atuais após o divórcio, começando uma carreira nova do zero e provando a todos o seu potencial quando se tornou, pela segunda vez, uma autora best seller. Entre seus livros antigos estão:

1993 – Lovers & Players
1994 – Hidden Beauty
1995 – Enchanted – resenha aqui
1996 – Not Quite An Angel – será relançado pela editora Arqueiro no final de 2016 como The Angel Tree
1997 – Aria – relançado em 2014 como The Italian Girl- resenha aqui
1998 – Losing You
1999 – Playing With Fire
2000 – Seeing Double – já existe planos de relançamento.



      Enfim, o livro “Hidden Beauty” começa com Leah, uma jovem que vive uma vida bastante simples na parte rural de Yorkshire. A princípio, sua mãe, Doreen, pede um favor à ela: levar alguns mantimentos para uma pobre senhora chamada Megan. Todos da cidade mantêm distância da senhora, pois a julgam como bruxa. Leah, bastante receosa, parte rumo à casa degradada de Megan. Ao bater em sua porta, Megan convida Leah para entrar e tomar uma xícara de chá. Mesmo com muito medo e insegurança, Leah acaba entrando. Depois de tomarem o suposto chá, que tinha uma gosto desagradável por sinal, Megan pega a mão de Leah e começa a falar uma profecia:
 
“Coisas antinaturais, coisas más, nunca brinque com a natureza, você perturbará o circuito. Pobre alma, ele está perdido, condenado, ele vai voltar para encontrá-la nos mouros, e você irá voltar sobre o seu livre-arbítrio. Você não pode alterar o destino, você deve tomar cuidado com ele. ” *
 
      Mais assustada do que já estava, Leah sai correndo com todas as suas forças e promete a si mesma que jamais voltará lá a pedidos de sua mãe. Dias depois, Megan morre e somos levados para poucos anos a frente.
 
      Doreen  Thompson é emprega da família Delancey, que é formada por Rose (uma pintora renomada) e seus filhos, Miles (charmoso,mas super misterioso) e Miranda (adotada, mimada, egoísta, “gastona” e faz de tudo para conseguir o que quer). Grandes segredos assombram essa família.
 
      Nesse início, todos da casa estão se preparando para receber a visita do sobrinho de Rose, Brett. Sua mãe infelizmente morreu e, seguindo ordens restritas de seu pai, David, que sempre foi muito ausente, Brett é obrigado a passar as férias com a tia que nunca tinha conhecido. Por algum motivo desconhecido, seu pai passou muitos anos sem nenhum contato com sua irmã Rose. Deprimido e com as expectativas baixas, Brett chega na casa de Rose sem nenhuma esperança de momentos melhores, porém, ao avistar a menina mais linda que já viu em sua vida, Leah, ele se convence que não será tão ruim assim. Entretanto, Brett não consegue se aproximar muito de Leah inicialmente, pois Miranda não desgruda dele um segundo sequer, deixando claro suas intenções de conquista.
 
      Depois de dar um jeitinho para se livrar de Miranda, Brett consegue sair com Leah e descobre que o sentimento que ele tem por ela, é recíproco. Brett faz de tudo para passar o maior tempo possível com sua amada e acaba desenvolvendo um desenho de Leah durante os seus encontros. Ele diz a Leah que só mostrará para ela sua obra somente quando estiver finalizada. Miranda fica enlouquecida após descobrir o relacionamento dos dois, e, com um grande plano, acaba arruinando a relação do casal no dia do seu aniversário de 16 anos. Brett volta para a sua casa e acaba não entregando o seu desenho finalizado para Leah, que fica para trás inconsolável.

      Dias depois, Rose acha o desenho de Brett. Surpresa com o talento do sobrinho, ela tem a ideia de colocá-lo junto com a sua exposição que será inaugurada em poucas semanas, porém ela decide não contar a Brett sobre seu plano. Durante a exposição, um grande fotógrafo avista Leah na pintura do “artista misterioso” e diz para Rose que a menina retratada seria perfeita para entrar no grupo de modelos de Madelaine. Depois de idas e vindas, joguinhos, mentiras, segredos, bebidas, drogas, egoísmo, assassinato e ambição, Leah vira o rosto mais precioso e conhecido no mundo da moda.
 
     Para revelar os grandes segredos do livro, Lucinda leva o leitor para o passado, assim como em seus livros atuais. Nesse caso, se passa durante a guerra, tendo como cenário principal os “ghettos” e os campos de concentração de judeus na Europa. Preciso confessar que o livro tem cenas muito fortes, chorei em diversas delas. Os personagens sofrem muito. Você começa a pensar que nada pode ficar pior, mas impressionantemente, fica. É realmente um pesadelo, porém, conforme a trama vai passando, as conexões e ligações vão sendo feitas de forma, literalmente, geniais. É por isso que eu admiro muito o trabalho da autora e falo de boca cheia que ela é minha autora favorita de todos os tempos.
      Esse livro realmente me tirou do sério! Quase joguei ele na parede umas duas vezes, rsrs. É surpresa atrás de surpresa. As últimas 200 páginas são de tirar o fôlego. É impossível parar! E o capítulo final?? Imprevisível. Uma surpresa total. Foi a maior surpresa que tive entre todos os livros dela.
 
      Resumindo… esse livro quase atingiu o TOPO da minha lista de favoritos dos livros da autora! Alguma editora precisa urgentemente relançar esse livro. Ele é sensacional! E só lembrando que o segundo livro da saga As Sete Irmãs (resenha aqui), será lançado no segundo semestre desse ano na mais nova “casa” da autora, a editora Arqueiro. 
 
Recomendo a leitura a todos!
*Original: “Unatural things, evil things, never mess with the nature, you upset the pattern. Poor soul, he is lost, doomed, he will come back to find you on the moors, and you will return of your on free will. You can’t alter destiny, you must beware him”.

Primeiro capítulo de “A Herdeira”.

Por Thila Barto
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12 de Abril

Faltam exatamente 23 dias para o lançamento do livro “A Herdeira” da nossa amada Kiera Cass , e para comemorar a Editora Seguinte resolveu compartilhar o 1º capítulo no site! Então aqui vai o primeiro capítulo para vocês matarem um pouquinho da saudade e curiosidade:

Primeiro Capítulo:

Nunca consegui prender a respiração por sete minutos. Nem sequer por um. Uma vez tentei correr um quilômetro e meio em sete minutos depois de descobrir que alguns atletas faziam isso em quatro, mas fracassei espetacularmente quando pontadas na lateral do abdome me deixaram exausta no meio do percurso.
Contudo, há uma coisa que consegui fazer em sete minutos que a maioria das pessoas consideraria bem impressionante: me tornar rainha.
Por ínfimos sete minutos cheguei ao mundo antes do meu irmão, Ahren, e o trono que deveria ser dele passou a ser meu. Se eu tivesse nascido uma geração antes, esse detalhe não teria feito diferença. Ahren era homem; Ahren seria o herdeiro.
Ora, minha mãe e meu pai não suportariam ver sua primogênita perder o título por causa de um inoportuno, ainda que agradável, par de peitos. Então eles mudaram a lei, e o povo se alegrou, e fui preparada dia após dia para me tornar a próxima governante de Illéa.
O que eles não entendiam era que aquelas tentativas de tornar minha vida justa pareciam bem injustas para mim.
Eu tentava não reclamar. Afinal, tinha consciência de que era muito sortuda. Mas havia dias, às vezes meses, em que eu sentia um enorme peso nas costas. Peso demais para qualquer pessoa suportar sozinha, na verdade.
Folheei o jornal e vi que outra rebelião havia ocorrido, dessa vez em Zuni. Vinte anos atrás, o primeiro ato de meu pai como rei foi dissolver as castas, e o velho sistema se desfez aos poucos, ao longo da minha vida. Eu ainda achava totalmente bizarro que no passado as pessoas vivessem marcadas por esses rótulos restritivos e arbitrários. Minha mãe era Cinco, meu pai, Um. Não fazia sentido, até porque não havia nenhum sinal externo dessas divisões. Como eu ia saber se estava ao lado de um Seis ou de um Três? Aliás, por que isso importava?
Logo que o fim das castas foi decretado, houve comemorações por todo o país. Meu pai esperava que as mudanças já estivessem bem consolidadas depois de uma geração. Ou seja: a essa altura, as coisas deveriam se acertar de vez.
Não era o que estava acontecendo, e essa nova rebelião era a mais recente de uma série de revoltas.
— Café, Alteza? — perguntou Neena ao deixar a bebida sobre a minha mesa.
— Obrigada. Pode levar os pratos.
Corri os olhos pelo artigo. Dessa vez, incendiaram um restaurante porque o proprietário não queria promover um garçom a chef de cozinha. O garçom alegava que a promoção havia sido prometida mas nunca efetivada, e tinha certeza de que era por causa do passado de sua família.
Vendo os restos carbonizados do prédio, eu sinceramente não sabia de que lado ficar. O proprietário tinha o direito de promover ou demitir quem quisesse, e o garçom tinha o direito de não ser marcado com um rótulo que, teoricamente, já não existia.
Deixei o jornal de lado e peguei minha bebida. Meu pai ia ficar irritado. Eu tinha certeza de que ele já devia ter pensado e repensado mil estratégias para tentar amenizar a situação. Mas, mesmo que conseguíssemos resolver alguns problemas, éramos incapazes de evitar cada um dos casos de discriminação pós-castas. Eram numerosos, muito frequentes e difíceis de monitorar.
Pus o café na mesa e fui em direção ao closet. Já estava na hora de começar o dia.
— Neena? — chamei. — Você sabe onde está o vestido cor de ameixa? Aquele com a faixa?
Ela apertou os olhos, concentrada, e veio ajudar.
Neena era relativamente nova no palácio. Começara a trabalhar comigo seis meses antes, quando a criada anterior ficou duas semanas de cama. Neena era tão atenta às minhas necessidades e tão boa companhia que a mantive. Também gostava muito de seu olho para moda.
Neena arregalou os olhos diante daquele espaço imenso.
— Talvez devêssemos reorganizar isso aqui.
— Pode reorganizar, se tiver tempo. Mas não é um projeto que me interessa.
— Não quando posso procurar as roupas para a senhorita, não é? — ela provocou.
— Exatamente!
Ela levou na brincadeira e, rindo, começou a vasculhar entre vestidos e calças.
— Gostei do seu cabelo hoje — comentei.
— Obrigada.
Todas as criadas usavam touca, mas mesmo assim Neena era muito criativa com seus penteados. De vez em quando, cachos grossos e escuros emolduravam seu rosto; outras vezes, enrolava as mechas num coque. Naquele dia, tranças largas rodeavam sua cabeça enquanto o resto do cabelo estava coberto. Eu gostava muito de ver que ela inventava maneiras diferentes de usar o uniforme, personalizando-o todos os dias.
— Ah! Está aqui atrás! — exclamou Neena, puxando o vestido longuete e estirando-o sobre a pele escura de seu braço.
— Perfeito! E você sabe onde está meu blazer cinza? Aquele de mangas três quartos?
Ela me olhou impassível.
— Com certeza vou reorganizar isso aqui.
— Você procura, eu me visto — falei, rindo.
Pus a roupa e penteei o cabelo, me preparando para mais um dia como o futuro rosto da monarquia. A combinação era feminina o bastante para conferir um ar de suavidade, mas também forte o bastante para que eu fosse levada a sério. Era um bom estilo a seguir, e eu o seguia diariamente.
Olhei para o espelho e disse para meu reflexo:
— Você é Eadlyn Schreave. Será a próxima pessoa a governar este país e a primeira garota a fazer isso sozinha. Nenhuma pessoa — prossegui — é tão poderosa quanto você.
Meu pai já estava no escritório com a testa franzida enquanto lia as notícias. Exceto pelos olhos, eu não era muito parecida com ele. Aliás, nem com a minha mãe.
Com o cabelo escuro, o rosto oval e a pele com um leve bronzeado que durava o ano todo, eu parecia mais com a minha avó do que com qualquer outra pessoa. No corredor do quarto andar havia uma pintura dela no dia de sua coroação. Eu costumava analisá-la quando era mais nova para tentar adivinhar como seria quando crescesse. A idade dela no retrato era próxima da minha agora e, embora não fôssemos idênticas, às vezes eu tinha a sensação de ser seu reflexo.
Cruzei a sala e beijei meu pai na bochecha.
— Bom dia.
— Bom dia. Você viu os jornais? — ele perguntou.
— Sim. Pelo menos ninguém morreu desta vez.
— Graças aos céus.
As piores revoltas eram as que resultavam em mortes ou desaparecimentos. Era terrível descobrir que rapazes foram espancados só porque se mudaram com a família para um bairro melhor, ou que mulheres foram atacadas por tentar conseguir um emprego que, no passado, era proibido para elas.
Às vezes, o motivo e as pessoas por trás desses crimes eram descobertos rapidamente, mas quase sempre havia muitas trocas de acusação e nenhuma resolução definitiva. Eu ficava exausta só de ouvir e sabia que era ainda pior para meu pai.
— Não entendo — ele disse ao tirar os óculos de leitura e esfregar os olhos. — Eles não queriam mais as castas. Nós fomos com calma, eliminamos as divisões devagar para todos conseguirem se adaptar. E agora eles queimam prédios.
— Há algum jeito de regulamentar isso? Podemos criar uma comissão para supervisionar as reclamações.
Voltei a observar a foto no jornal. No canto da imagem, o jovem filho do dono do restaurante chorava a perda de tudo. Sinceramente, eu sabia que as reclamações chegariam tão rápido que ninguém seria capaz de atendê-las, mas também sabia que meu pai não suportaria ficar de braços cruzados.
— É isso que você faria? — ele perguntou, olhando para mim.
— Não — respondi com um sorriso. — Eu perguntaria ao meu pai o que ele faria.
Ele suspirou.
— Nem sempre você terá essa opção, Eadlyn. Você precisa ser forte, decidida. Como você resolveria este incidente em particular?
Pensei um pouco antes de responder.
— Não acho que seja possível resolver essa situação. Não há meio de provar que foram as velhas castas que impediram a promoção do garçom. A única coisa que podemos fazer é abrir uma investigação para descobrir quem iniciou o incêndio. Uma família perdeu seu sustento hoje, e alguém deve ser responsabilizado. Não é com incêndios que se faz justiça.
Ele balançou a cabeça e pousou os olhos no jornal novamente.
— Acho que você está certa. Gostaria de poder ajudá-los. Mas, acima de tudo, precisamos pensar em como evitar que aconteça novamente. A situação já saiu do controle, Eadlyn, e isso é assustador.
Meu pai atirou o jornal no lixo e levantou, caminhando até a janela. Por sua postura, dava para perceber que estava tenso. Às vezes, sua função lhe trazia muita alegria, como quando visitava escolas cujas condições trabalhara sem descanso para melhorar ou quando via o florescimento de comunidades naquele tempo livre de guerras que havia inaugurado. Mas essas ocasiões se tornavam cada vez mais raras e escassas. Ele passava a maioria dos dias angustiado com a situação do país, fingindo sorrisos para os jornalistas, na esperança de que sua postura calma contagiasse a todos. Minha mãe o ajudava a carregar o fardo, mas no fim das contas o destino do país recaía única e exclusivamente nas suas costas. Um dia, estaria nas minhas.
Consciente de que se tratava de uma questão totalmente fútil, eu me preocupava com a possibilidade de ficar grisalha antes da hora.
— Faça uma anotação para mim, Eadlyn. Lembre-me de escrever ao governador de Zuni, Harpen. Ah, e escreva que a carta é para Joshua Harpen, não para o pai dele. Sempre esqueço que foi ele quem concorreu nas últimas eleições.
Anotei as instruções com minha elegante letra cursiva, pensando em como meu pai ficaria satisfeito ao vê-la mais tarde. Ele costumava pegar muito no meu pé por causa da minha caligrafia.
Sorrindo comigo mesma, me voltei para meu pai, mas logo desanimei ao vê-lo coçar a cabeça, tentando desesperadamente encontrar uma solução para aqueles problemas.
— Pai?
Ele se virou para mim e, por instinto, endireitou os ombros, como se precisasse assumir uma postura forte mesmo diante de mim.
— Por que você acha que isso está acontecendo? Não foi sempre assim.
Ele arqueou as sobrancelhas e começou a responder:
— Com certeza não — disse, quase para si mesmo. — No começo, todos pareciam contentes. Cada vez que removíamos uma casta, as pessoas festejavam. Apenas nos últimos anos, depois que todos os rótulos foram oficialmente apagados, as coisas saíram do controle.
Ele voltou a olhar pela janela antes de prosseguir:
— Só consigo pensar em uma coisa: quem cresceu com as castas tem consciência de que o que temos agora é melhor. Em comparação, é mais fácil casar ou trabalhar. A renda de uma família não provém de apenas uma profissão. Há mais opções quando se trata de educação. Mas aqueles que estão crescendo sem as castas e ainda enfrentam obstáculos… Acho que não sabem o que mais podem fazer.
Meu pai então olhou para mim e deu de ombros.
— Preciso de um tempo — murmurou. — Preciso dar um jeito de pausar os acontecimentos, resolver essa situação e então dar sequência ao governo.
Notei um sulco profundo em sua testa.
— Pai, não acho que isso seja possível.
Ele achou graça.
— Já fizemos isso antes. Eu lembro…
O foco de seu olhar mudou. Ele me observou por um momento. Parecia me fazer uma pergunta sem palavras.
— Pai?
— Sim?
— Você está bem?
Ele piscou algumas vezes antes de falar:
— Sim, querida, muito bem. Por que você não vai trabalhar naqueles cortes orçamentários? Podemos repassar suas ideias hoje à tarde. Preciso conversar com sua mãe.
— Claro.
Talento para matemática não era algo natural para mim. Por isso, eu levava o dobro do tempo para fazer cortes no orçamento e planejamentos financeiros. Mas também recusava veementemente que um dos conselheiros de meu pai ficasse atrás de mim com uma calculadora, tentando consertar minha bagunça. Ainda que precisasse passar a noite em claro, sempre garantia que meu trabalho estivesse correto.
Claro, Ahren era naturalmente bom em matemática, mas ninguém nunca o obrigava a aturar reuniões de orçamento, rezoneamento ou serviços de saúde. Ele sempre escapava ileso por causa daqueles malditos sete minutos.

 

Meu pai me deu um tapinha no ombro antes de sair do escritório às pressas. Levei mais tempo que o normal para me concentrar nos números. Não conseguia parar de pensar em sua expressão e estava certa de que tinha alguma coisa a ver comigo.
-x-
Agora, aguenta coração!!

 

 
 

Resenha – A Maldição do Tigre

Por Dalila Correia
|
8 de Abril
Título: A Maldição do Tigre
Autor(a): Colleen Houck
Editora: Arqueiro
Ano: 2011
Páginas: 356
Nota no Skoob: 4,4/5
Gênero: Romance / Aventura
 

“Paixão. Destino. Lealdade. Você arriscaria tudo para salvar seu grande amor?”
 
 
“Um romance delicado e uma aventura capaz de deixar o coração a mil por hora. Eu vibrei e roí as unhas. A maldição do tigre é mágico!” – Becca Fitzpatrick, autora da série Sussurro.


   Em uma cidade pacata do Oregon, após perder seus pais, Kelsey resolve procurar um emprego temporário para custear sua faculdade, e assim começa a trabalhar no circo da cidade. O que ela não espera é que seu trabalho será: cuidar de um tigre
   Porém, ao se deparar com o tigre branco de olhos azuis cobalto, o qual ela deve cuidar, começa a sentir uma conexão muito forte com ele. Essa conexão continua a ser cada vez mais fortalecida a partir do momento em que Kelsey começa a contar histórias de Shaskespeare que carrega sempre consigo, ao criar um sentimento de companheirismo com o amigo felino e, ao dividir histórias de sua própria vida com o animal. Ao invés de sentir medo, ela tem coragem e ganha cada vez mais confiança para tocá-lo em sua jaula, até que um dia explana um desejo “Eu gostaria que você fosse livre”.
 
 
   O que Kelsey não sabe, é que o tigre é um príncipe indiano chamado Alan Dhiren Rajaram que está amaldiçoado a cerca de 300 anos, e que com este desejo, consegue ajudá-lo de uma forma indireta.
    Após a chegada repentina de um comprador (Sr. Kadan) para o tigre, ela é convidada a viajar com eles para a Índia  e assim cuidar do animal durante o caminho. Ela descobre a verdade sobre Dhiren (Ren), e que ele consegue ficar na forma humana apenas 24min por dia e é a partir disso que Kelsey entra em uma jornada com Ren e o Sr. Kadan, a fim de quebrar a maldição, passando por vários desafios. Sendo que um deles é resistir aos encantos desse príncipe maravilhoso, o qual ela não consegue.
    A maldição do tigre é o primeiro livro dessa saga fantástica . Encantei-me muito com a capa, pois o tigre branco parece que está tentando nos hipnotizar com esses olhos “azul cobalto”. A história é muito envolvente, principalmente pela parte cultural sobre a Índia que nos deixa fascinados pela mitologia hindu e pela ação e aventura a qual os personagens passam, enfrentando forças sombrias e criaturas imortais.
   Sobre os personagens, Kelsey realmente é uma garota muuuuito corajosa. Ninguém em sã consciência, iria sozinha para outro país com pessoas desconhecidas, por mais ricas, cultas e influenciáveis que sejam. Mas fora isso, essa jornada ajudará muito a própria Kelsey, pois a auxiliará a se tornar cada vez mais forte e decidida, ou nãoSr. Kadan, amigo da família Rajaram, que durante esse tempo em que Ren esteve amaldiçoado, tenta desvendar os segredos da maldição. Ele é praticamente uma biblioteca ambulante, tudo pesquisa, tudo conhece, uma pessoa a qual você sempre terá assunto para conversar. Dhiren… ahhhh Dhiren… Gente esse príncipe realmente não existe. Pensa no homem mais gentil, inteligente, amável, compreensivo… por ter mais de 300 anos ele é um cavalheiro, e por muitas vezes deixa Kelsey sem jeito. Não tem como não amar (Sim, sou uma eterna Team Dhiren S2)
 
   Sem dúvidas nenhuma é uma saga maravilhosa e eu recomendo! Tem 4 livros lançado mais um adendo. Os direitos autorais para produção do filme já foram comprados, e o lançamento está previsto para o ano de 2016, que já conta com roteirista, diretor e produtor confirmado. 
 
 Esperamos ser um sucesso o filme !!!!
 
  Julie Plec, a roteirista, e o produtor do filme, Raffi Kryszek.
 
 
No facebook há uma fã page (parceira) a qual disponibiliza vários materiais relacionados a saga, bem como capítulos excluídos e extras disponibilizados pela Colleen. https://www.facebook.com/DizQueEFaDeAMaldicaoDoTigre
 
Ren <3

Entrevista com Lucinda Riley para o Daily Mail

Por Thila Barto
|
4 de Abril
     No dia 03 de Abril desse ano, foi publicado uma entrevista com a autora Lucinda Riley no site: www.dailymail.co.uk . Como somos muito fãs da autora e alguns de seus fãs brasileiros não dominam o idioma inglês, traduzimos a entrevista para que todos pudessem acompanhar a carreira e conhecer um pouquinho mais da história da autora. Já peço desculpas antecipadamente se por um acaso traduzimos alguma coisinha errada, por isso, disponibilizarei o link da entrevista no final desse post. Então, ai vai a tradução:

– A própria vida da novelista Lucinda Riley é uma reviravolta maior que seus livros best-seller: “Eu tinha provado o sucesso, então bater o fundo do poço foi esmagador.


Da riqueza para trapos, coração partido pra amor verdadeiro, a romancista Lucinda Riley conta sua história apaixonante para Angela Levin 
 
Lucinda Edmonds estava sentada à mesa da cozinha em uma casa paroquial isolada em Rutland que ela estava alugando, tomando um copo de vinho com a mãe. “Ela estava preocupada comigo”. Lucinda, uma romancista de enorme sucesso, explica. “Era setembro de 1999, o meu casamento tinha acabado e ela (sua mãe) sentiu que com duas crianças pequenas e não saindo por ai, eu arrisquei me transformar na Miss Havisham de Dickens.* persongem de Charles Dickens no livro Great Expectations.


“Tentei dizer a ela que eu gostava da minha própria companhia e não estava interessada em encontrar um homem, mas ela pegou um exemplar de um jornal de domingo e me atrevi a entrar em contato com uma das caixas de correio listados na coluna de corações solitários”.

Lucinda, então com 33, concordou pela diversão. Ela escolheu apenas um homem e então eles organizaram para se falarem por telefone duas semanas depois. “Seu nome era Stephen Riley. Começamos a falar às 11h e falamos sem parar até 6:00 da manhã seguinte “, diz ela.

“Stephen salvou a minha vida. Eu não sei como eu teria alimentado as minhas crianças sem ele.”

Como é possível alguém falar por tanto tempo? “Nós falamos sobre tudo”, ela disse. “Eu estava maravilhada. Eu amava a sua honestidade e que ele não tentava me agradar concordando com qualquer tópico que nós discutíamos, (ele) só explicava calmamente as razões por trás de seu raciocínio. Nós concordamos totalmente com morais, valores e criação de filhos. Eu me apaixonei por ele durante a chamada. Nós, então, combinamos de nos encontrar. Nós não tínhamos visto fotos um do outro e eu queria muito que o aspecto físico batesse (combinasse). Foi um pouco estranho no começo”, ela acrescenta, “mas quando ele me beijou, eu sabia que ficaria absolutamente bem”. 

Seis meses depois Lucinda e Stephen se casaram no Hambleton Hall em Rutland na semana do Valentine’s Day (Dia dos Namorados fora do Brasil) do ano de 2000. Um homem de negócios que era dono da famosa empresa de cerâmica “Denby”, Stephen trabalha agora como agente da Lucinda. Ele já foi casado duas vezes. Sua primeira esposa morreu enquanto dava a luz à filha e ele se divorciou da segunda esposa, com quem tem dois filhos. Lucinda e Stephen tiveram dois filhos juntos Leonora, agora com 13 anos, e Kit, 12, tendo ao todo 7 crianças.

Estando com Lucinda e Stephen, fica claro que 15 anos depois eles são muito próximos e se apoiam mutualmente. Apesar de sua pequena estrutura, Lucinda, 48, tende fazer coisas em grande escala. Tão bem como cuidar de uma enorme família quanto escrever romances épicos arrebatadores. Esses já venderam quase 5 milhões de cópias ao redor do mundo e 12 deles se tornaram best-sellers internacionais número um. Seu último livro, As Sete irmãs, é o primeiro de uma série de 7 livros, um a ser completado por ano, baseado em uma ideia que Lucinda teve em uma tarde quando ela olhou para o céu e viu Pleiades, a constelação das Sete Irmãs. 

 
É um compromisso enorme, e é difícil acreditar que houve um período sombrio de quase 10 anos que nenhuma editora queria conhece-la e ela pensou que sua carreira de escritora estava acabada. Por sorte, o destino deu uma mãozinha ao achar Stephen, um propenso protetor, na hora certa. “Irá soar brega, mas Stephen chegou na minha vida como um cavaleiro em um corcel branco e me salvou bem quando minha vida profissional tinha se tornado obscura e turbulenta por alguns anos”, ela disse. 
Até aquele momento, todos os seus livros tinham vendido seis dígitos, e ela pensou que seu novo livro, Seeing Double, atingiria a mesma marca. “Eu escrevi em 1998, antes de conhecer Stephen”, ela lembra. “Foi publicado dois anos depois, um pouco depois de me casar com Stephen. Eu tinha lido que no passado a realeza usava “Dublês/Sósias” se eles estivessem doentes ou em um lugar que poderia ser perigoso, e eu pensei que era uma boa base para um ‘plot’ (enredo/trama). 
“Eu escrevi sobre uma jovem condessa que se casou com um homem que tinha a saúde frágil, que foi minimamente baseada na falecida Rainha (Queen Mother) e seu marido George VI, embora eu não os tenha mencionado pelo nome. Na minha história, ela se apaixona pelo sósia do seu marido e tem um bebê, uma princesa, que, obviamente, deu a entender que minha rainha ficcional era ilegítima. Foi um ‘timing’ (tempo/momento) muito ruim. A família real ainda estava em colapso após a morte da princesa Diana, em 1997, e profundamente impopular. Dias antes da publicação, estabelecimentos, incluindo WH Smith, cancelaram os pedidos, recusando-se a pegar uma única cópia.
 

“Olhando para trás, eu pensei que uma vez que eu tinha sido bem sucedida nada mudaria “

 
“Meu editor, Pan Macmillan, tinha me dado um contrato de dois livro, mas o cancelamento de tantas encomendas ocasionou o cancelamento do seu contrato para o meu próximo livro. Eu nunca soube se teve uma razão por traz da negação do livro em altos escalões, mas era ficção, não um fato.”

Lucinda define padrões muito elevados para si mesma e ficou arrasada com a rejeição de seu romance. “Minha auto-estima afundou para o chão. Senti que alguém tinha desenhado uma cortina sobre a minha vida e que a minha carreira de escritora tinha acabado. Foi uma dolorosa decepção para ir de onde eu estava a nada”. Mal sabia ela que isso não era para ser o último capítulo desta história em particular. Sua vida doméstica e familiar a sustentou assim como sua atitude para a vida, que é quando as coisas estão para baixo, ela deve se esforçar mais. “Felizmente Stephen e eu estávamos extremamente felizes juntos. Ele salvou minha vida e, em retrospecto, eu não sei como eu teria alimentado os meus filhos sem ele.”

Ela se jogou na domesticidade. Seis meses depois de casar com Stephen ela estava grávida de Leonora, e Kit chegou dentro de um ano do nascimento da Leonora. Assim como Leonora e Kit, a família é composta de Olivia, 34 anos, do primeiro casamento de Stephen, que trabalha como assistente pessoal de Lucinda; Harry, 22 anos, e Isabella, 18, do primeiro casamento de Lucinda; além de William, 23, e Max, 21, do segundo casamento de Stephen. “Infelizmente nós não vemos os dois filhos de Stephen devido a razões complexas com sua ex-esposa. Isso causa em Stephen enorme tristeza. “
 
A família é muito próxima. “Apesar de Olivia, Harry e Isabella terem passados por tempos difíceis, nós somos uma família misturada e eles consideram uns aos outros como irmãos e irmãs. Minha vida não seria nada sem eles. “
 
Nem tampouco ela parou de escrever. “É a minha maneira de me expressar. Eu preciso escrever e graças a Stephen eu não estava sob pressão financeira então eu poderia escrever inteiramente por prazer. Eu completei três romances em cinco anos, e os enviei eles aos editores, mas não havia absolutamente nenhum interesse”.

“Eu tinha sido um autora best-seller e achei humilhante que eles tinham perdido totalmente o interesse em mim. ” 

Sua sorte mudou novamente quando ela e Stephen foram para a Tailândia e visitaram Phuket, um local que ela tinha ido muitas vezes com o seu pai, que morreu em 2004. Durante a viagem, ela leu um livro sobre a história de orquídeas e um outro livro, Hothouse Flower (também chamado Orchid House), nasceu. Ela escreveu a maior parte dela na cama enquanto estava com dengue, uma doença transmitida por mosquito debilitante. 
 
Antes da Casa das Orquídeas ir para as editoras ela decidiu mudar seu pseudônimo. “Eu esperava que fosse evitar qualquer prejuízo persistente contra mim. Eu sempre usei anteriormente Lucinda Edmonds, mas desta vez eu usei o meu nome de casada de Riley. Eu também decidi que, se este flopasse eu teria que fazer algo completamente diferente, talvez fazer um curso de psicologia”. Ela não precisava ter se preocupado. O romance foi publicado em 2010 e tornou-se um best-seller internacional; em 2011, foi escolhido pelo Richard e Judy Book Club. Até agora, já vendeu mais de dois milhões e meio de cópias 
 
A casa principal da família é no norte de Norfolk, mas nós conversamos em seu bloco de Londres, uma inteligente casa, além de tranquila na ‘ King’s Road’ em Chelsea. Eles também têm casas no sul da França e na Tailândia. Lucinda nasceu em County Antrim, na Irlanda do Norte, ela é a mais velha das duas meninas. Sua mãe era uma atriz e seu pai um dos diretores da empresa têxtil Courtaulds. A família se mudou para a Inglaterra quando ela tinha cinco anos e aos 14 ela se matriculou na Italia Conti Academy of Arts Theatre, em Londres. 
 
Ela apareceu em vários programas de TV e se casou com seu primeiro marido, Owen Whittaker, também ator, que ela conheceu quando foram lançados como um casal em um comercial de DIY. “Eu tinha apenas 23, mas eu queria a segurança de estar casada”, ela explica. 
 
Eles compraram uma pequena casa em uma hipoteca em Leicestershire, mas um pouco depois da cerimônia de casamento, que secou financeiramente ambos. “Nós conseguimos empregos de meio periodo. Passei nove meses vendendo rolos de papel higiénico pelo país. Owen vendeu carros. Vivemos como podíamos, com fogueiras quando estava frio, e sem um carro. Apesar disso as nossas dívidas começaram a crescer. No final de 1980 os preços dos imóveis caíram como uma pedra, enquanto as taxas de hipoteca subiram para 14 por cento, não poderíamos nem vender a nossa casa, nem manter em dia com os pagamentos. Nosso telefone foi desligado e até o nosso fogão foi apreendido. Tivemos que contar com um fogão a gás. ” 
 
Dois anos depois do casamento Lucinda ficou doente com febre glandular. Isso pode muito ter soado como a gota d’água para alguns, mas Lucinda decidiu que era hora de lutar contra isso. “Eu fiquei na cama e escrevi meu primeiro livro, ‘Lovers and Players’. Eu vendi o meu vestido de noiva para comprar um processador de texto de segunda mão para digitá-lo.”
 
“Duas horas antes da festa do lançamento do livro , eu descobri que estava grávida de Harry. Eu me senti assustada porque estávamos ‘quebrados’, mas emocionada para ter o bebê. Embora o livro tenha se saído bem, nós decidimos encerrar a hipoteca e ir para West Cork, na Irlanda para fazer um novo começo”. Quatro anos depois ela teve Isabella. “Como Owen ainda não tinha trabalho, nós concordamos que eu iria escrever romances e ele iria cuidar de nossos dois filhos pequenos. Eu não acho que isso ajudou o nosso casamento. É difícil para um homem ser o segundo no comando.
 
Depois de quatro anos, a família mudou-se de volta para o Reino Unido para viver em Rutland. “Eu estava me sentindo excluída (cut off)”, Lucinda lembra. “Eu queria estar perto dos meus pais e ter o apoio deles. Era óbvio, também, que nosso casamento já tinha cumprido sua missão, então nos separamos”. Owen posteriormente escreveu um romance, The House Husband, detalhando sua vida, e se casou novamente e vive na Grécia. 
 
Lucinda tem grandes esperanças para As Sete Irmãs. Editores no Reino Unido – Pan Macmillan queria publica-la de novo – os EUA, Alemanha e outros oito países caíram sobre si para selar o negócio. Houve avanços de até sete números relativos aos três primeiros romances, com opções para os próximos quatro. A série falará sobre sete irmãs adotadas em seus nascimentos por um homem rico mas controlar, que, após sua suposta morte, deixou para cada uma delas pistas sobre a suas histórias familiares. O primeiro volume segue Maia, o mais velha e mais bela das meninas. A história (page-turner) vira para trás e para a frente, do passado para o presente – dos artistas de 1920 em Montparnasse a alta sociedade brasileira. 
 
Em outra irônica vez, editores em vários países também estavam trazendo de volta o catálogo de seus romances que ninguém queria anteriormente. “Eu encontrei os manuscritos em vez de pão amanhecido em uma caixa no porão”, ela ri. Dois, The Italian Girl e The Angel Tree, estavam por fora. “Eu tinha que atualizar partes deles – por exemplo, dando os personagens celulares em vez de deixá-los ir a uma caixa de telefone. Mas o mais emocionante de todos, Pan Macmillan tinha acabado de me dizer que eles querem publicar Seeing Double novamente no próximo ano. Eu mal podia acreditar.” 
 
Lucinda está animada, mas não satisfeita. “Olhando para trás, acho que talvez eu era excessivamente otimista sobre a vida. Eu senti que uma vez que eu tinha sido bem sucedida nada mudaria. Eu tentei aprender com a crise vivendo o momento. Ninguém gosta de ser associado com o fracasso, mas felizmente, eu sou alguém que pode se colocar para cima e seguir em frente”. Seu sucesso é a prova de que a sua forte disposição de espírito funciona.

Mulan Vai Ganhar Refilmagem

Por Equipe Nunca Desnorteados
|
2 de Abril


Depois dos sucessos que foram Cinderela e Malévola, os executivos dos estúdios Disney resolveram produzir outra refilmagem, agora de Mulan!!

O filme conta a história da jovem chinesa que se faz passar por homem para assim substituir seu pai debilitado na guerra, e ajuda o exército imperial a expulsar os invasores de seu país.

Esse que era uma adaptação da história de Hua Mulan.Teve uma bilheteria maior que R$ 304 milhões no final da década de 90 e já têm um roteiro escrito por Elizabeth Martin, LaurenHynek e os produtores do filme “Família do Bagulho” (Chris Bender e J.C Spinkirão comandar a refilmagem. 

Mulan vai entrar para a lista de filmes que irão ser refilmados, na qual já estão: A Bela e a Fera, Mogli, Alice no País das Maravilhas 2 e Dumbo

EBAAAA!