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site atualizado há 3 anos
Título: Liberdade Título Original: Liberty: The Spy Who (Kind of) Liked Me Autor(a): Andrea Portes Tradutor(a): Alda Lima Editora: Galera Record Ano: 2018 Páginas: 335 Página do Skoob:
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Samantha é um estrela mirim dos anos 80, tida como a criança mais amada do Brasil. Ela integrava um dos maiores grupos da época, a
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Título: Temporada de acidentes Título original: The Accident Season Autora: Moïra Fowley-Doyle Tradução: Amanda Moura Gênero: YA, Mistério, Sobrenatural Editora: Intrínseca Páginas: 256 Ano: 2016 Skoob: Aqui
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Título: A Luz Que Perdemos
Título original: The Light We Lost
Autora: Jill Santopolo
Tradução: Roberto Grey
Editora: Arqueiro
Páginas: 272
Skoob: Aqui

“Há momentos que alteram a vida das pessoas. Para tanta gente como nós, que morávamos em Nova York então, o 11 de setembro foi um desses momentos. […] Não sei por que te conheci naquele dia, mas sei que, por isso, você passou a fazer sempre parte da história da minha vida.”

É no trágico dia 11 de setembro de 2001, que Lucy e Gabe se conhecem. Naquele dia, a história de ambos não só mudou, como também se conectou de uma maneira que mudaria tudo dali em diante.

Foi a partir desse encontro, que juntos eles descobriram que queriam mudar o mundo, fazer a diferença. Para isso então, trilham um caminho que tornará tudo isso possível.

Mas e se esse caminho for diferente para cada um deles? Quando Gabe consegue uma oportunidade de trabalho no Oriente Médio, surge o dilema. Apesar do sentimento tão forte e intenso que sentem pelo outro, sabem que chegou o momento da separação.

Mesmo com o passar do tempo e de todas as consequências de cada caminho escolhido, seja por obra do destino ou apenas o acaso, ambos continuarão cruzando a vida um do outro. 

“Às vezes, tomamos decisões que achamos corretas, só que mais tarde, percebemos que eram erros óbvios.”

A Luz Que Perdemos não é só mais um livro qualquer, muito menos um romance já visto em outros livros. A obra de Jill Santopolo é grandiosa e, principalmente, impactante. 

Desde o momento em que você inicia a leitura, parar se torna uma tarifa difícil. Somos tão bem envolvidos na história, que acabamos querendo sempre mais, querendo descobrir o desenrolar de cada ato.

Eu, de fato, não imaginava o quanto esse livro continha, o quão profundo ele seria. Jill constrói uma narração através de dias, meses e anos. O desenvolvimento é tão bem elaborado, que confia no que a autora está narrando, confia nessa passagem de tempo e na evolução de cada personagem.

Se tivesse que fazer alguma crítica sobre esse livro, seria em relação ao triangulo amoroso. Não o triangulo em si, mas a construção e desenvolvimento dele. Jill ao longo da história, nos presenteia com outro grande personagem que surge na vida de Lucy e Gabe. Só que talvez ela tenha criado um personagem, arrisco dizer, melhor que o próprio protagonista e isso possa te r gerado um pouco de medo na autora de tirar o foco do casal principal. Resultado disso? Em muitos momentos senti uma pressão maior em cima desse outro personagem, focando sempre nos seus erros e defeitos, enquanto com o Gabe, a forma de julgamento era totalmente diferente. Para muitos pode parecer irrelevante e até besteira isso, mas foi algo que colocou em risco toda minha experiência de leitura.

Mas apesar desse sentimento de amor e ódio, A Luz Que Perdemos é muito maior que tudo isso. É uma narração que gera uma inquietação e autorreflexão no leitor. Não podemos prever o impacto que teremos na vida um dos outros e muito menos, em como isso refletirá nas nossas decisões e caminhos.

“O amor faz isso. Faz você se sentir invencível e infinito, como se o mundo inteiro estivesse à nossa disposição, tudo pudesse ser conquistado e todo dia fosse repleto de maravilhas.”

Título: A Luz Que Perdemos Título original: The Light We Lost Autora: Jill Santopolo Tradução: Roberto Grey Editora:
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Título: É assim que acaba
Título original: It ends with us
Autora: Colleen Hoover
Tradução: Priscila Catão
Editora: Galera Record
Gênero: Romance, Drama
Ano: 2018
Páginas: 368
Skoob: Aqui

 

Colleen Hoover, por que você foi fazer isso comigo? 🙁

Eu acabei de passar pela mais intensa experiência de leitura de toda a minha vida. É exagero dizer que estou no chão, destruído? Exagero ou não, é assim como eu me sinto, então se essa resenha ficar descontrolada demais, me desculpem, é porque ainda não consegui me recompor.

Nos últimos meses eu tive meus primeiros contatos com a escrita da Colleen Hoover, li Novembro 9, que na época acabou se tornando um dos meus livros favoritos, e depois li Talvez um dia, ambos com resenha aqui no blog, mas eu não imaginava que ela conseguiria ir mais além e superar todas as expectativas que eu estava criando com É assim que acaba, seu mais recente lançamento.

“Todos nós somos humanos e, às vezes, fazemos coisas ruins.”

Abordando um tema bem sensível, a violência doméstica, ela nos apresenta Lily e Ryle, duas pessoas bem distintas, mas que, por sorte ou azar, tiveram seus destinos cruzados.

Lily é uma jovem de vinte e quatro anos que acabou de perder o pai, da qual ela nunca foi muito próxima. As memórias mais marcantes que ela tem dele são das inúmeras brigas, carregadas de violência, que ele tinha com sua mãe, e que ela foi obrigada a presenciar por toda sua infância e adolescência. Isso fez com que ela crescesse tendo a certeza de que nunca iria aceitar uma situação dessas, que não seria fraca como sua mãe, que não soube por um fim em toda essa situação enquanto podia.

Ryle é um promissor neurocirurgião que coloca sua carreira a frente de tudo, com o objetivo de ser o melhor de sua área. A última coisa que ele quer é um relacionamento, pois para ele, ter alguém significa ter menos tempo para focar no seu trabalho. Mas ele não imaginava o impacto que Lily causaria em sua vida.

“Imagine todas as pessoas que você conhece ao longo da vida. São muitas. Elas surgem como ondas, entrando e saindo aos poucos, dependendo da maré. Algumas ondas são muito maiores e causam mais impacto que outras. Às vezes, as ondas trazem coisas lá do fundo do mar e as largam no litoral. Marcas nos grãos de areia que provam que as ondas estiveram lá, muito depois de a maré recuar.”

Uma característica bem marcante na escrita da Colleen Hoover é nos dar personagens cativantes para que nos apaixonemos por eles. E com Lily e Ryle não foi diferente. Num primeiro momento é inevitável não torcer o nariz para Ryle, mas conforme a história vai fluindo, os personagens se desenvolvem tão bem que acabam nos ganhando… até a merda ser jogada no ventilador.

Não é segredo para ninguém que esse livro é sobre violência doméstica, então vocês já devem imaginar o que acontece com eles né? (não venham me acusar de spoiler porque tá bem na cara). A intensa relação de Lily e Ryle acaba seguindo pelo pior caminho possível quando ele bate nela pela primeira vez, daí em diante a história se torna numa enorme montanha russa que só vai para baixo.

“Agora eu sou uma estatística. As coisas que pensei sobre mulheres como eu são o que os outros pensariam de mim se soubessem de minha situação.”

É muito complicado ter uma opinião sobre determinado assunto quando a gente só o enxerga de fora. Muitas vezes quando ouvimos casos de violência desse tipo, nós sempre questionamos o porquê de a vítima não largar o agressor, já que essa é a saída mais óbvia. Mas em É assim que acaba, Colleen Hoover nos coloca nessa situação, ela nos faz enxergar como é ser a vítima, e essa é a parte mais agoniante desse livro.

Não me entendam mal, eu em momento algum torci para Ryle, mas por muitas e muitas vezes durante a leitura eu me pegava sentindo pena dele, sentindo que ele podia sim mudar, que estava arrependido, e logo em seguida eu me sentia envergonhado por isso, por estar me afeiçoando por alguém com atitudes tão abomináveis. E foi aí que eu tive ainda mais certeza do quão incrível é Colleen Hoover.

É exatamente esse tipo de situação que acontece com quem sofre violência por parte de alguém que ama. Fica cada vez mais difícil enxergar o problema e mais cedo ou mais tarde a gente acaba varrendo a sujeira para debaixo do tapete. Para mim, que sempre enxerguei a saída como algo óbvio, levei um tremendo tapa na cara com esse livro.

“Apesar do ressentimento que guardo no coração, minhas emoções continuam presentes. Não paramos de amar uma pessoa só porque ela nos magoou. Não são suas ações que magoam mais. É o amor. Se não houvesse amor ligado à ação, a dor seria um pouco mais fácil de suportar.”

A verdade nua e crua (quem leu vai pegar a referência) é que É assim que acaba é um livro maravilhoso e nada do que eu, ou qualquer outra pessoa, falar sobre ele vai fazer jus à toda sua magnitude. Arrisco dizer que essa será minha melhor leitura do ano, e espero que seja a sua também!

Título: É assim que acaba Título original: It ends with us Autora: Colleen Hoover Tradução: Priscila Catão Editora:
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Título: Os Quase Completos
Autor: Felippe Barbosa
Editora: Arqueiro
Páginas: 384
Skoob: Aqui

 “Nunca se limite ao ‘quase’. Não há nada mais depressivo do que beirar um sonho e jamais tentar alcançá-lo.”

Nossa vida é repleta de caminhos e escolhas. Pode ser destino ou pura coincidência, mas diversos rumos surgem constantemente a cada nova escolha ou ato que fazemos. Muitas vezes não nos damos conta do caminho que estamos seguindo até chegarmos em um ponto em que voltar já não é possível e nos vemos presos em uma vida que não era a desejada.

O “Quase Doutor” é assim. Seguiu por muitos anos os conselhos de todos aqueles que o cercavam e acabou esquecendo de seguir o caminho da pessoa que mais importava nisso tudo: ele mesmo. Podemos aceitar a vida que temos, mas isso não é garantia nenhuma de que estamos felizes com ela.

Enquanto isso, a “Quase Viúva” sofre silenciosamente pelo noivo em coma. Por mais que busque manter as esperanças, a melhora nunca vem, deixando-a ainda mais frustrada. Só que talvez seu noivo não melhore devido a um agente externo. E se no hospital houver alguém mal intencionado querendo prejudicar seu noivo?

Já o “Quase Repórter” sofre pela esposa que cometeu suicídio. Ele não quer acreditar nessa possibilidade, sua esposa não faria algo do tipo. É nessa insistência em negar o suicídio, que ele acaba descobrindo que no fim, sua esposa realmente não tenha cometido tal ato, mas sim, que ela possa ter sido assassinada.

Cada um com sua história, mas todas elas conectadas. Todos queremos ser completos, mas como alcançar isso quando somos míseros “quases”?

“O impossível pode ser inalcançável, mas se confiamos nele, conseguimos fazer do nosso possível a melhor versão.”

Os Quase Completos é um livro de experiência. É não só uma história, mas uma jornada na qual o leitor embarca junto.

Talvez o inicio requeira uma maior dedicação do leitor, até o mesmo se habituar com personagens, narrações e modelo do autor de conduzir os fatos. Mas quando menos percebemos, já estamos fisgados e entrosados fortemente com a história.

A beleza desse livro não fica somente na sua capa, mas está em cada um dos detalhes criados pelo autor. Felippe traz e entrega ao leitor um texto forte e provocativo, que leva o leitor a uma grande reflexão.

Então, não questione muito. Não pesquise. Apenas embarque nessa aventura e veja quão longe ela pode te levar!

Título: Os Quase Completos Autor: Felippe Barbosa Editora: Arqueiro Páginas: 384 Skoob: Aqui  “Nunca se limite ao ‘quase’.
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Título: Um Sedutor Sem Coração 
Título Original: Cold-Hearted Rake
Autor(a): Lisa Kleypas
Tradutor(a): Ana Rodrigues
Editora: Arqueiro
Ano: 2018
Páginas: 319
Perfil no Skoob: aqui
Gênero: Ficção, Romance de Época

“Conheço muitos fatos científicos sobre o coração humano, e um deles é que é muito mais fácil fazer um coração parar de bater em definitivo do que evitar amar a pessoa errada.”

DEVON RAVENEL não consegue ver absolutamente nada de bom no recém título de Conde e nas terras que acabou de herdar. Desde que foi informado da morte precoce de seu primo, que quebrou o pescoço ao cair de um cavalo, ele só consegue pensar em como vai ser livrar de um condado cheio de dívidas que o levará a falência mesmo antes de colocar a mão em qualquer centavo.

Devon e seu irmão mais jovem, Weston (West) Ravenel, acabaram de chegar ao Priorado Eversby, a centenária propriedade da família Ravenel, para a reunião com os advogados que lhe darão a notícia que tanto anseiam. Como seu primo não deixou nenhum herdeiro vivo, ou a caminho, Devon não precisa esperar – nem mesmo um único dia – para vender todas as terras e livrar-se do indesejável espólio.

Devon não pensa em agir de maneira nobre ou muito menos torna-se um nobre, ele quer apenas voltar para Londres onde continuará jogando, bebendo e saindo com belas mulheres até que sua vida se esvaia e ele veja a linhagem Ravenel, outrora tão respeitada, chegar ao fim.

KATHLEEN RAVENEL acaba de ficar viúva, por um infortúnio do destino, ficou casada por apenas três dias. Seu marido, Theo Ravenel, com seu temperamento arrogante e intempestivo, perdeu o controle de um cavalo árabe selvagem enquanto tentava domá-lo a força.

Katheleen sabe melhor que ninguém que a mansão Ravenel está caindo aos pedaços, e que seus arrendatários estão falidos, mas ela não tem escolha, precisa cuidar das três cunhadas a quem tanto ama: Helen, Cassandra e Pandora. Ela tinha alguma esperança de mantê-las na casa onde cresceram e reconhecem como lar, mas o homem que estava a sua frente pretendia lotear suas terras e vendê-la com entulho. Era um patife, rude, egoísta e lindo. Ela jamais admitiria algo assim em voz alta, mas Devon era um homem altivo, envolvente e muito belo, tanto quanto desprezível.

Mas Kathellen já sabia o que fazer. Ela esperaria a decisão dos advogados, pegaria sua parte no espólio e usaria sua renda como viúva para viver com as garotas no campo. Não seria uma vida de luxo, mas as manteriam em segurança e, com um pouco de sorte, poderia até conseguir um casamento aceitável para as garotas.

Queridos leitores, QUE SAUDADES DE LISA KLEYPAS

Aquela sensação de saber que tem um livro espetacular em mãos, mesmo antes de abri-lo. Coisas que só Mrs. Kleypas pode dar a você. (mais…)

Título: Um Sedutor Sem Coração  Título Original: Cold-Hearted Rake Autor(a): Lisa Kleypas Tradutor(a): Ana Rodrigues Editora: Arqueiro Ano: 2018 Páginas: 319 Perfil no
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Acho que todo mundo já se deparou com algum viral culinário em alguma linha do tempo de uma rede social qualquer. Aqueles bolos que parecem esculturas, aqueles doces super apetitosos, ou até mesmo aquela receitinha de 1 minuto que parece ser tão inofensiva e tão fácil.. Mas que na verdade está super fora das suas habilidades. Os corajosos aceitam o desafio e nem sempre acabam com o resultado esperado.. outros só apertam salvar link e prometem a si mesmos que UM DIA tentarão. Eu sou da turma que salva o link, COM CERTEZA. Porém estamos aqui para falarmos dos corajosos, daqueles que colocam a cara a tapa, separam seus ingredientes, suas receitas e seus tutoriais e acabam chegando em um resultado remotamente próximo ao desejado… bem remotamente.

Nailed It! é uma série/reality original Netflix que entrou no catálogo dia 9 de março de 2018 e mostra pessoas normais, com dotes culinários limitados, que tentam se aventurar na cozinha. O participante que mais se aproximar do modelo, em gosto e visual, leva US$10.000 para casa!

Eu realmente não sou uma pessoa que assiste Master Chef ou Cake Boss, me desculpem. Sempre fui mais a linha Ace of Cakes e derivados. Então uma série unir confeitaria e competição de pessoas sem a menor noção de confeitaria encheu o meu coração, de verdade. Quem não gosta de rir de uns fails, né?

O formato do programa segue a linha de competição de culinária, com um jurado fixo, o chocolatier Jacques Torres, a apresentadora Nicole Byer e jurados convidados em cada episódio. O programa tem algumas falhas, algumas coisas que incomodam e acabam causando uma espécie de “vergonha alheia”, porém os participantes do programa são a cereja e o bolo todo dessa história.

Eu dei muita risada assistindo essas pessoas tentando fazer coisas super complicadas na cozinha. Poderia muito bem ser eu ali falhando miseravelmente tentando fazer um bolo de princesa, mas rir de quem tenta é tão satisfatório quanto!

A série é composta de 6 episódios de 30 minutos cada. Se trata de algo rápido e SUPER divertido de fazer aquela maratona básica. Então fica ai essa super recomendação do universo Netflix pra ti! Aproveite e se você ficar com vontade de falhar miseravelmente na cozinha depois não me culpe <3 

Trailer: 

assista clicando aqui 🙂 

Acho que todo mundo já se deparou com algum viral culinário em alguma linha do tempo de uma
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Título: Batman – Criaturas da Noite
Título original: Batman – Nightwalker
Autora: Marie Lu
Tradução: Mariana Serpa
Editora: Arqueiro
Gênero: Ficção, Fantasia, YA
Páginas: 256
Ano: 2018
Skoob: Aqui

Eu odeio o Batman! Okay, talvez eu não devesse começar esse post com essa frase, mas eu preciso ser sincero com vocês. Eu não sou muito de gostar de super-heróis, mas dos poucos que conheço e consumo as histórias, seja por filmes, séries animadas, HQs, etc, o Batman nunca esteve entre os meus favoritos. “Mas Lucas, eu já vi você usando camiseta do Batman em fotos do seus instagram e blá blá blá…” Sim, a camiseta é legal, o personagem não! Mas esse post é para falar sobre o livro, e não sobre as brusinhas do meu guarda-roupa, então vamos lá! 

No ano passado a Editora Arqueiro começou a publicar aqui no Brasil uma série de livros de autoras famosas contando suas versões de clássicos da DC. O primeiro volume, Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra, escrito pela querida Leigh Bardugo, chegou aproveitando todo o hype trazido pelo filme da nossa amazona favorita. Dessa vez, Marie Lu vem nos contar a história do Batman e as Criaturas da Noite.

A história do livro se passa pouco antes de Bruce se tornar o homem morcego que todos conhecemos. Depois de ter presenciado um terrível homicídio que matou seus pais quando era só uma criança, Bruce foi criado por Alfred, sua babá seu fiel guardião, e agora está no auge da adolescência. Prestes a terminar o colégio, ele é apenas um garoto “””normal””” (detalhe para as muitas aspas em “normal”). 

Durante um importante evento social da qual participava, Bruce teve um desentendimento com um de seus amigos e resolve voltar para casa, porém o que ele não esperava era que no caminho de volta ele se depararia com a cena de um crime e a oportunidade de ajudar a polícia de Gotham a capturar o bandido. Mas a justiça não entendeu da mesma forma, visto que Bruce colocou em risco a vida de muitas outras pessoas, inclusive a dele. Sendo assim, como pena, foi condenado a prestar serviços comunitários no Asilo Arkhan, um presídio onde estavam os maiores bandidos de Gotham.

É lavando o chão do presídio que Bruce conhece Madeleine e descobre sobre As Criaturas da Noite, um grupo de bandidos que roubam e matam os mais poderosos da cidade. Preciso dizer que nosso garotão vai querer se meter e tentar solucionar esse caso?

Bem, eu juro que tentei gostar desse livro. Para mim essa era uma ótima oportunidade para perder todo esse ranço que eu tenho com o Batman e talvez tentar aceitá-lo no meu coração, mas infelizmente isso não aconteceu. A impressão que eu tive era que de Batman essa história não tinha nada. Pareceu que Marie Lu já tinha uma história pronta e, ao ser convidada para participar desse projeto, só alterou os nomes e a ambientação e, voilà, o livro estava pronto.

Mas não me entendam mal, o livro não é de todo ruim. Se ignorarmos o fato de que o protagonista é o Batman, e ao invés disso enxergá-lo apenas como um adolescente mimado, ingênuo (para não dizer burro) e muito rico, pode ser que esse se torne um livro de mistério que irá agradar aqueles leitores que gostam de se aventurar em histórias rasas e previsíveis.

Se você é fã do homem morcego e quiser conferir essa história, vá por sua conta e risco!

Título: Batman – Criaturas da Noite Título original: Batman – Nightwalker Autora: Marie Lu Tradução: Mariana Serpa Editora: Arqueiro
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Título: Sonhos de Avalon – A Última Profecia Autora: Bianca Briones Gênero:
Título: A Coroa da Vingança Título Original: Reunited Autora: Colleen Houck Tradução:
Título: A Irmã da Pérola Título Original: The Pearl Sister Autora: Lucinda Riley
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