Mês: Abril 2016

Notícias da Semana: Bienal, Desventuras em Série e, claro, Lucinda Riley

Por Thila Barto
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30 de Abril

Posso começar a surtar?

 

Só eu fiquei aqui dando pulinhos de alegria e soltando alguns gritos durante essa semana que foi repleta de notícias literárias sensacionais?
 
♦ Muitas coisas aconteceram mas vamos começar com a notícia de um dos eventos mais esperados do ano: Bienal do Livro, SP.
 
Sabemos que todo ano é uma tremenda loucura pois passamos horas em filas enormes, gastamos até aquele dinheiro que não temos e, de vez em quando, batalhamos como se estivéssemos dentro de uma Arena digna de Jogos Vorazes para conseguir aquele tão sonhado autógrafo de um autor tão querido… Mas, isso nos impedirá de repetir tudo isso de novo?
 
É claro que não!! Olhem só os autores com participação confirmada no evento. 
 
Tem como não surtar e não ficar ansioso?!
 
Lucinda Riley com o lançamento do terceiro livro da série, As Sete Irmãs (❤ – nunca escondo o meu favoritismo pela autora).
Ava Dellaria, autora do livro “Carta de Amor aos Mortos” (que está sendo adaptado para o cinema – ouvi um amém? ).
Jennifer Niver, autora do livro “Por Lugares Incríveis”. (Só pra lembrar, seu novo livro, “Holding up the Universe”, está previsto para o final do ano)
Amy Ewing, autora da trilogia “A Cidade Solitária” (o segundo vem aí )
Tarryn Fisher, autora da “Trilogia Amor e Mentiras”
Kevin Hearneautor do livro “Herdeiro de Jedi”
 
Todos são autores brilhantes e desejo fortemente conseguir autógrafo de todos, mas precisamos começar a rezar, fazer uma corrente, evento no Facebook, lançar vibrações, dançar ou qualquer coisa do gênero para que os eventos não sejam no mesmo dia, ou se forem, no mesmo horário!
 
Sério!! Todo o ano dá vontade de chorar com a programação. Não quero nem pensar na possibilidade de colocarem alguns desses autores no mesmo horário e no mesmo dia, mas uma coisa eu digo: Que a sorte esteja ao seu (vulgo meu) favor! Rsrs.
 
♦ Próxima notícia: Foram divulgadas imagens de Neil Patrick Harris caracterizado de Conde Olaf durante a filmagem da série original do Netflix, ‘Desventuras em Série‘.

Até agora foram confirmados 13 episódios e eu mal posso esperar para conferir.


Eu simplesmente amei a caracterização! O que vocês acharam?
 

♦ Terceira e última, porém não menos importante: Saiu a capa da edição brasileira do livro de Lucinda Riley, A Garota Italiana.

 

Sou apaixonada por esse livro!!!! Já escrevi sobre ele algumas vezes aqui no blog – posso escrever mais algumas -, mas o que interessa nesse momento é que essa maravilha será lançada em Junho desse ano! Dá pra acreditar? Teremos dois livros ‘quentinhos’ para autografar durante a Bienal, ou nas cidades que ela visitará, com essa autora sensacional.
 
Mas a pergunta é: O que vocês acharam da capa? Eu, particularmente, achei a imagem mais bonita do que a britânica 🙂
 

Para quem não sabe, Lucinda – antes de se tornar Riley – tinha oito publicações sob o sobrenome Edmonds e esse é o primeiro livro reescrito que será lançado aqui no Brasil. Acompanhe logo abaixo o comentário da autora:

 

         “Eu, originalmente, escrevi a história de Rosanna e Roberto 17 anos atrás e ela foi publicada como Aria, em 1996, sob o meu antigo nome, Lucinda Edmonds. No ano passado, alguns dos meus editores me perguntaram sobre meus livros antigos. Eu disse a eles que todos os livros estavam atualmente fora de catálogo, mas eles pediram algumas cópias. Em meu porão, me aventurei, e tirei de lá os oito livros que eu tinha escrito em todos aqueles anos atrás. Eles estavam cobertos de coco de rato, teias de aranha e cheiro de umidade, mas eu os mandei, explicando que eu era muito jovem naquela época e que eu entendia perfeitamente se eles quisessem jogá-los fora e para minha surpresa, a reação foi extremamente positiva e eles me perguntaram se eu gostaria de republicá-los.

      Isso significava que eu tinha que começar a lê-los também, e como qualquer escritor que olha para trás em seu trabalho do passado, eu abri a primeira página de Aria com trepidação. Foi uma experiência bizarra, porque eu não conseguia me lembrar muito da história, então eu comecei a me envolver assim como um leitor se envolve, virando as páginas cada vez mais rápido para descobrir o que acontecia em seguida. Senti que o livro precisava de algumas atualizações e reedições, mas a história e os personagens estão todos lá. Então eu comecei a trabalhar por poucas semanas e o resultado final é The Italian Girl. Espero que vocês gostem”.

 – Lucinda Riley, Janeiro, 2014.
*(O texto original encontra-se no livro)

 
♦ Bom, acho que já falei demais. Essas foram só algumas das notícias que saíram na semana. Agora nos resta esperar as datas. 
 
😉

Resenha – Minha Julieta

Por Alê Lendo
|
26 de Abril

Título: Minha Julieta
Título Original: Broken Juliet
Autor(a): Leisa Rayven
Tradutor(a): Fal Azevedo
Editora: Globo Livros
Ano: 2015
Páginas: 350
Perfil no Skoob: aqui

Gênero: Ficção, Romance

 
“- Preciso te ver. Eu clico em “enviar” e ouço uma batida na porta.”
FIM.
SIM, é exatamente assim que o livro MEU ROMEU acaba. Eu avisei, e espero realmente que você tenha lido minha resenha anterior e se precavido de um horror desses!
Mas vamos ao que interessa, MINHA JULIETA a continuação do incrível MEU ROMEU, romance de estreia da muitíssimo talentosa Leisa Raven.
Olha, quando acertam eu falo, mas quando acho que erraram eu falo também, estão fica aqui registrada minha opinião: o título, MINHA JULIETA, não ficou bom. Entendo que fica bonitinho e tals, mas o título original BROKEN JULIET é muito mais coerente e assertivo, não vejo problemas em “Julieta Quebrada, e sejamos francos, se tem algo inegável sobre nossa protagonista Cassie BROKEN Taylor é o fato desta pobre criatura chegar ao 2º livro aos pedaços. Caros, sobrou bem pouco dessa moça para relatar o tamanho do B.O.
E mal sabia ela – coitada – que tinha mais, muito mais…
Mas vamos aos FATOS:
CASSIE quis negar, mas notou que o Submarino vendendo 3 livros por 30 reais dava menos pau que a cabeça do ETHAN;
CASSIE foi a única que não notou que quanto mais ela dizia que ETHAN era o último Jacob da matilha, mais ele se achava o extraordinário da estante;
CASSIE, que como nunca havia namorado, acho que era assim mesmo, normal chorar três Atlânticos semanalmente; 
Ou seja, “deu BEM ruim” pra ela!
Mas o estrago estava feito, e agora ela teria que seguir em frente, mesmo tendo que passar mais um ano olhando para o homem que destruiu tudo no que ela mais acreditava: a força de um grande amor.

“Amar você… é a coisa mais estúpida, mais egoísta que já fiz, mas eu não consigo parar. Deus sabe que tentei.”
Como eu não quero dar spoilers de como acontece o reencontro dos dois depois da palhaçada separação deles, vou falar do que realmente me maravilhou nesse 2° livro, a sutil inversão de papéis que a escritora faz a cada página.
Como MEU ROMEU tem sua narrativa em dois momentos – presente e passado – sabemos que em algum momento as coisas começam a dar errado até converger em uma abrupta separação, o primeiro livro tem esse papel, mostrar que CASSIE e ETHAN apaixonaram-se loucamente, mas o passado e cicatrizes de ETHAN não permitem que esta história de amor siga em frente. Em MINHA JULIETA assistimos ETHAN correr um longo caminho até o inferno e depois voltar para buscar o realmente lhe importa e o faz sentir vivo, completo e feliz: CASSIE.
Ele só não contava com o fato de que os fantasmas que deixou para trás decidiram fazer companhia para Cassie…   
Então, se você achava que ETHAN tinha sido completamente danificado e devastado por uma experiência amorosa traumatizante, espere só para ver no que Cassie se transformou!
ETHAN quer algo que ele mesmo sabe ser quase impossível: uma terceira chance, CASSIE já sofreu o bastante para entender que nenhum amor pode ser maior que o seu próprio, e apesar de sentir que um pedaço imenso de seu coração se perdeu, apreendeu que é melhor viver com uma parte faltando do que um todo destruído.    
O amor pode concertar tudo? O medo pode ser um grande aliado quando não lhe restou mais nada em que acreditar? As respostas estão em MINHA JULIETA, mais uma vez LEISA RAYSEN dança com as palavras, arrebata nos diálogos e nos amarra nas entrelinhas. Que livro, amigos QUE LIVRO!
PEDIDOS 1: GLOBO LIVROS, minha amada, vamos publicar “WICKED HEART” – a história de ELISSA (irmã do ETHAN) e do lindo de viver LIAM, muito em breve, certo?   
Ah, já ia me esquecendo, PEDIDO 2: GLOBO LIVROS, traz a LEISA RAYVEN para a BIENAL, pleaseeeeeee!!!!!!

Resenha – Diga aos Lobos que Estou em Casa

Por Lucas Florentino
|
21 de Abril
Título: Diga aos Lobos que Estou em Casa
Título original: Tell the Wolves I’m Home
Autora: Carol Rifka Brunt
Tradução: Bárbara Menezes
Editora: Novo Conceito
Gênero: Drama
Ano: 2014 
Páginas: 464
Página no Skoob: Clique aqui 
 
“Mas e se você acabasse no tipo errado de amor? E se você, por acidente, acabasse no tipo de apaixonado com alguém por quem seria tão nojento se apaixonar que nunca poderia contar para ninguém no mundo a respeito?”
 
Resenha: 
 

Sabe quando uma história mexe tanto com você a ponto de te deixar dias pensando sobre o assunto? Você sente que precisa conversar com alguém sobre, precisa compartilhar o que sentiu, mas ao mesmo tempo você não consegue porque precisa de um tempo para digerir tudo o que leu. Bom, foi o que aconteceu comigo quando terminei a leitura de Diga aos lobos que estou em casa. Há mais ou menos duas semanas eu finalizei a leitura e só agora consegui colocar alguns pensamentos em ordem para finalmente conseguir falar sobre o assunto.

Diga aos Lobos foi o primeiro romance da autora americana Carol Rifka Brunt e narra a história de June, uma garota de 14 anos que nutre, secretamente, sentimentos pelo seu tio ,Finn, que está prestes a morrer por consequência da AIDS (relaxem, isso não é spoiler). Finn é um pintor famoso e quando percebe que sua vida se aproxima do fim, tem como último desejo, pintar um quadro de suas duas sobrinhas, June, e sua irmã, Greta.  

Os temas abordados na história são tão delicados, que durante toda a leitura o pensamento do leitor fica vagando por uma linha tênue entre o que é certo e o que é errado, chegando ao final e se deparando com uma surpreendente reviravolta, capaz de arrancar lágrimas até do mais duro dos corações. 

 
“- Qual é o único superpoder de June Elbus? (…)
– Coração. Coração duro – falei, sem saber ao certo de onde aquilo viera. – O coração mais duro do mundo. 
– Hummm – Toby disse, batendo um dedo no ar. – Esse é útil, sabe? Muito vantajoso. A questão é… 
Fez uma pausa, como se estivesse pensando em tudo aquilo com muita seriedade. 
– Qual é a questão? 
– A questão é: pedra ou gelo? Quebrar ou derreter?”
Separei alguns tópicos com assuntos da qual eu gostaria de comentar, temas esses que foram peças chave para que a história me prendesse até a última página: 
 

O tipo errado de amor: em uma das cenas do livro, a personagem reflete sobre os diversos tipos de amor. O amor de um casal, amor entre mãe e filho, entre irmãos, etc, e ela acaba escolhendo o termo “o tipo errado de amor” para ilustrar o que sente. June é apaixonada pelo tio, que é muito mais velho do que ela. Porém o que mais me fez ficar refletindo sobre, foi a forma como esse amor foi apresentado durante toda a história. De início eu achei que era uma certa forma de romantização da pedofilia, o que até me assustou logo de início, só que com o decorrer das páginas você vai percebendo que não é bem assim. O que June sente é algo tão puro e inocente que que consegue cativar o leitor e fazê-lo sentir aquilo que ela sente, conseguimos olhar através dos olhos dela e perceber que o amor pode estar fora dos padrões que conhecemos e aceitamos como “normal”. ESCLARECENDO: Finn nunca teve nenhum tipo de relacionamento íntimo/sexual com June, todo esse sentimento partia apenas dela para ele, o que não caracteriza como pedofilia.

Aids e homossexualidade na década de 80: se hoje em dia esses são dois temas que ainda são tratados com um certo receio em alguns locais, imagina como era a situação em meados dos anos 80, em que o preconceito falava muito mais alto. Aquela foi a época em que surgiram os primeiros casos de Aids e era considerado como uma doença única dos gays. O preconceito retratado no livro, principalmente por parte da família de June, ilustra de uma forma bem real e dolorosa a forma como as pessoas daquela época enxergavam essa situação. NOTA: durante todo o livro, o termo utilizado foi Aids, e não HIV. 

Amizade incomum [ESSE TÓPICO CONTÉM SPOILER]: em determinado ponto da história, somos apresentado a um novo personagem, Toby. Ele era parceiro de Finn e, após a sua morte, ele tem a missão de cuidar de June, porém essa não será uma tarefa fácil, já que a família da garota o odeia, pois consideram ele como o grande culpado pela morte de Finn. Após um longo tempo de dúvidas e receios, June e Toby acabam criando uma verdadeira amizade que, na minha opinião, é a parte mais bonita de todo o livro. A cumplicidade dos dois e os encontros às escondidas acabaram se tornando as minhas cenas favoritas da história. 

Superação da perda: o luto é um sentimento presente em todo o livro. Podemos perceber em diversas cenas que, mesmo com o passar do tempo, a morte de Finn impactou muito na vida de todos os personagens, cada um sofrendo a sua maneira. É bonito ver a forma como os personagens, conforme o andamento da história, começam a se ajudar para superar essa perda, como eles conseguem, juntos, se apoiarem um no outro, mesmo que eles mesmos não percebam o quanto estão se ajudando.

 
“- Acho que estou naquele grupo bem pequeno de pessoas que não estão esperando que sua própria história se desenrole. Se minha vida fosse um filme, eu já teria saído do cinema.”
 
Diga aos lobos que estou em casa vai ser, definitivamente, um daqueles livros que eu vou indicar para todo mundo e torcer para que todos consigam aproveitar a leitura como eu aproveitei. Então, se você ainda não leu, LEIA! 

Resenha – Meu Coração e Outros Buracos Negros

Por Thales Eduardo
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19 de Abril

Título: Meu Coração e Outros Buracos Negros

Título original: My Heart and Other Black Holes

Autor: Jasmine Warga

Tradução: Petê Rissatti

Editora: Rocco

Gênero: Ficção

Páginas: 312

Ano: 2016

Página no Skoob: Clique Aqui

“Sou como uma granada feita de cerâmica: sólida, densa e fria, mas ainda assim frágil.”

Alguns eventos podem desestabilizar completamente uma pessoa. Foi isso que aconteceu com a jovem Aysel.

 Aysel tinha uma vida um tanto quanto tranquila, até que seu pai comete um crime brutal. Depois disso, ela nunca mais foi a mesma. Mas as pessoas ao seu redor mudaram também. Todos agora olham para Aysel com desconfiança, como se ela estivesse prestes a seguir os passos do pai.

Ela está cansada disso tudo, e, principalmente, tem medo de que de fato tenha herdado algum gene ruim do pai. Então, Aysel decide que chegou a hora de tirar a própria vida.

Para isso ela navega constantemente em um site sobre o assunto, Passagens Tranquilas. É nesse mesmo site, que Aysel encontra seu parceiro de suicídio, Roman. Juntos eles acertam os detalhes de como tudo deverá ser feito, inclusive definindo a data.

“É como se a tristeza fosse tão profunda e destruidora que você tem medo de que ela vá afogar todas as pessoas de sua vida se deixá-las ficar muito perto.”

Mas até lá, os dois se aproximam e vão se conhecendo cada dia mais. Aysel começa notar que apesar de tudo, existe sim uma certa felicidade dentro dela quando está com Roman.

Ela então começa a considerar melhor se deve realmente tirar a própria vida. Talvez as coisas ainda tenham alguma solução e ela não precise recorrer a algo tão grave assim.

Mas a contagem regressiva não para. Para o desespero de Aysel, Roman não mudou de ideia. Ele está firme no seu “propósito”. Dessa forma, a jovem precisará lutar pela vida dos dois e mostrar ao companheiro que nem tudo está perdido.

“Tudo sempre pareceu tão definitivo, inevitável, predestinado. Mas começo acreditar que minha vida pode ter mais surpresas do que jamais percebi.”

Meu Coração e Outros Buracos Negros é o livro de estreia da autora Jasmine Warga, e ela já nos conquista logo no seu primeiro lançamento.

Este é um daqueles livros extremamente envolventes, na qual a leitura flui de uma maneira boa e que quando você menos espera já acabou. Mas apesar da linguagem simples, há muitas reflexões que podem e precisam serem feitas ao longo da obra.

De uma forma bem realista, a autora apresenta o quão séria e terrível a depressão pode ser. É uma doença que afeta completamente um ser humano, mudando toda a sua percepção das coisas que acontecem ao seu redor. Esse é um assunto extremamente necessário, já que a depressão afeta uma grande parcela da população.

É interessante também notar o poder e a importância que, muitas vezes, agregamos aos comentários alheios sobre nós. As pessoas, ultimamente, se acham no direito de julgar tudo e todos, mas não param para pensar no que tais julgamentos podem causar na vida dos outros.

Entretanto, me incomodou um pouco a narração um tanto quanto rápida presente no livro, gerando assim uma certa superficialidade no que está sendo tratado. Senti isso em relação aos personagens, queria saber mais sobre cada um. 

Como é uma obra que trata sobre um assunto delicado, uma narrativa mais calma e detalhada serviria como uma forma de gerar uma empatia maior nos leitores para/com os personagens.

Enfim, apesar da rapidez, Meu Coração e Outros Buracos Negros consegue emocionar e cativar. Vale a leitura! 

Caso ainda não esteja convencido(a) de que deva ler, confira um trecho aqui!  “Talvez o que todo mundo precise é de alguém para percebê-lo, observá-lo.” NOTA: O Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email, chat e Skype 24 horas todos os dias.

Resenha – Partials

Por Beatriz Guerra
|
14 de Abril

Título: Partials
Autor(a): Dan Wells
Tradutor(a): Kátia Hanna
Editora: iD
Gênero: Ficção Científica e Distopia
Páginas: 440
Ano: 2012

Página no Skoob: Clique Aqui
Sinopse: “A raça humana está quase extinta após a guerra com os Partials – seres criados em laboratório, idênticos aos humanos. Eles liberaram o vírus RM, ao qual apenas uma pequena parte da população é imune. Os sobreviventes da América do Norte se reuniram em Long Island ao mesmo tempo que os Partials se retiraram da guerra misteriosamente.”
Resenha:

 

 
E quem não curte uma distopiazinha, vai! E ainda mais com ficção científica <3
     Esse é aquele tipo de livro que eu dou uma bisbilhotada pelas estantes da livraria, olho a capa e falo “ah nah” (cadê o ditado de sempre sobre não julgar blablabla?). Acabei dando uma trégua por recomendação de uma amiga, comprei o tal livro em inglês mesmo e estrago feito: adorei a história.
     Adorei tanto que mal aguentei esperar as continuações e comprei os livros seguintes logo que lançaram nos USA, esperando ansiosamente até eles serem entregues bonitinhos nas minhas mãos.
     Benefício de você começar a ler essa trilogia agora: você não vai ter que esperar anos pela continuação!! Os dois primeiros volumes já se encontram traduzidos para o português e o terceiro está a caminho!
     Sobre a história: somos apresentados a Kira Walker, uma adolescente de 16 anos que vive em uma pequena comunidade com o restante da humanidade, em que regras são severamente impostas a fim de lutar para sobreviver. O problema? É que todos os bebês que nascem morrem logo em seguida por conta de um vírus fatal. Isso significa que não há bebês ou crianças nesse novo mundo pós apocalíptico. E pelas leis da comunidade, todas as mulheres são obrigadas a engravidar na esperança de que alguma criança sobreviva de alguma maneira um dia, o que não acontece.
     Mas por que isso? O livro apresenta uma história que sinceramente, não é difícil de imaginar que aconteça no nosso futuro.
     Em sua busca pelo aprimoramento de armas invencíveis de guerra, um grupo de humanos constroem super soldados chamados Partials. A diferença é que eles podem sentir, eles tem emoções. Todos esses super soldiers exalam um feromônio, o que os fazem funcionar como um tipo de enxame de abelhas ou um formigueiro. As guerras mundiais acabam e então fica a dúvida: o que fazer com os Partials? A xenofobia é maior que a empatia dos humanos para os aceitarem como parte da sociedade, o que culmina na nova missão dos Partials de acabar com a humanidade. E como se não bastasse, após se voltarem contra a humanidade, eles começam a exalar um tipo de vírus – vírus RM – que mata praticamente todos os humanos na Terra. Assustador.
     Kira é umas da imunes ao vírus na época que isso acontece e felizmente, é resgatada quando criança e acolhida por uma mulher misteriosa que trata de cuidar dela por anos. A garota acaba se tornando uma aprendiz de médico na comunidade conforme vai envelhecendo e demonstra um interesse particular em estudar o vírus RM para tentar salvar a vida dos recém nascidos.
     Esse interesse fica ainda maior quando, por uma nova lei imposta pela comunidade,a idade mínima para engravidar é reduzida. E como estudar melhor o vírus RM para encontrar uma cura? Raptando um Partial para estudo.
     Não é pra dar coisa boa, né? E isso é só o início. Kira e o Partial raptado representam um papel fundamental para impedir que as diferentes raças se destruam e se você quer saber mais, corre pra uma livraria!
Dá uma olhada nas capas das sequências:

 

 

 

     Durante os livros seguintes, você irá embarcar em uma jornada com os personagens para desvendar os segredos dos cientistas criadores dos Partials e tentar salvar o que resta de vida inteligente. É uma surpresa atrás da outra, quando você pensa que acabou um determinado assunto, lá vem Dan Wells e te surpreende! 
     Além disso, os cenários são muito bem descritos, mas não de uma forma chata! O mundo pós apocalíptico que o autor cria irá passar como um filme em sua mente e te satisfará.
LEIAAAAAAAA!!
     Seria bem interessante uma adaptação dessa trilogia, quem sabe?
 
(PS: por favor, humanos do futuro, não criem super soldados portadores de um vírus fatal. Obrigada)

Resenha – O Ladrão de Destinos

Por Lucas Florentino
|
12 de Abril
Título: O Ladrão de Destinos
Autor: Nanuka Andrade
Editora: #irado (Novo Conceito)
Ano: 2016
Páginas: 319
Gênero: Aventura; Fantasia
Página no Skoob: Clique aqui
“Um encontro pode ser coisa do acaso, mas um reencontro… ah, isso só pode ser obra do destino.”
 
Resenha: 
 
Há alguns dias eu iniciei a leitura de O Ladrão de Destinos e por diversas vezes eu me peguei refletindo sobre alguns pontos que me foi apresentado nessa história, e hoje, quando finalmente cheguei à última página, vim aqui contar para vocês o que achei dessa obra escrita pelo autor nacional Nanuka Andrade. 

O Ladrão de Destinos é um livro jovem adulto que conta a história de Mayumi, uma garota que sofre de sonambulismo, e todas as vezes que se encontra nessa situação, coisas estranhas acontecem. Mayumi tem o espírito livre, ou seja, sempre que está dormindo, seu espírito sai do próprio corpo e vaga por um lugar desconhecido. Intrigada com a situação, a garota busca respostas para o que vem lhe acontecendo, até que o inesperado acontece: Mayumi morre.

Ao morrer, Mayumi vai parar naquele lugar em que sempre visitava em seus momentos de sonambulismo, porém dessa vez, sem a oportunidade de voltar para junto de sua família. O pior é que, ao morrer, a garota levou consigo o destino do irmãozinho que estava prestes a nascer. Inicia-se então uma grande aventura para devolver o destino da criança antes que seja tarde demais. 

O que mais me chamou atenção nessa história foi o universo criado por Nanuka Andrade. O mundo dos mortos (será que posso chamá-lo assim?), é extremamente parecido com o mundo real, pois foi criado a partir da consciência e lembrança dos que ali estão. A explicação dada a todas as situações são muito convincentes, o que torna a leitura ainda mais intrigante. 

A ausência de tempo é outra coisa que me chamou a atenção durante a leitura. O tempo não passa no mundo em que a história acontece, então é normal ver pessoas que viveram em épocas diferentes se encontrando durante a história a forma que Nanuka conseguiu incluir tudo isso no contexto foi incrível. 

Misturando aventura com elementos do espiritismo, O Ladrão de Destinos consegue ser uma leitura leve e cativante que vai agradar crianças e adultos, cada um entendendo a história à sua maneira. Durante toda a leitura, me senti lendo um roteiro de algum filme clássico da Disney, seja pela escrita ou pelas ilustrações que podem ser encontradas em todo início de capítulo. 

O Ladrão de Destinos foi lançado pela editora Novo Conceito, através do selo #irado, em formato digital e você pode adquiri-lo nos links a seguir: KindleKobo e Lev (para ler no computador, aplicativo para celular e tablet ou no próprio eReader).

Resenha – Uma Chama Entre as Cinzas

Por Santoni
|
7 de Abril

Título: Uma Chama Entre as Cinzas
Título Original: An Ember in the Ashes
Autor(a): Sabaa Tahir
Tradutor(a): Jorge Ritter
Editora: Verus
Ano: 2015
Páginas: 432
Página do Skoob: Clique Aqui
Gênero: Ficção; Fantasia; Infanto-Juvenil

“A vida é feita de tantos momentos que não significam nada. Então, um dia, ocorre um único momento que define todos os segundos depois dele.”

     Laia é uma Erudita e vive com os avós e o irmão em uma casa nas redondezas do Império. Até que a vida que conhece é virada de cabeça para baixo e ela se vê sozinha tendo que se virar para conseguir de volta a única coisa que lhe restou.

“Você é cheia, Laia. Cheia de vida e sombras e força e espírito. Você está em nossos sonhos. Você vai queimar, pois é uma chama entre as cinzas. Esse é o seu destino. Ser espiã da Resistência é o que menos importa em você. Isso não é nada.”
 
     Elias, quando ainda era uma criança, foi levado para a escola Blackcliff, e lá passou por vários treinamentos de vida e morte com a finalidade de tornar-se um Máscara, um assassino do Império. Agora ele é um Máscara Sênior prestes a se formar e finalmente deixar aquele lugar, mas com o preço de servir o Império das maneiras mais horrendas. Não é algo que ele quer, e ele sabe disso, então ele lutará para encontrar uma maneira de não se tornar o assassino que todos esperam.

 
“Você é uma chama entre as cinzas, Elias Veturius. Você vai brilhar e queimar, devastar e destruir. Você não pode mudar isso. Não pode parar.”
     Eu não vou mentir, eu demorei quase quatro meses para conseguir resenhar esse livro. Não porque o livro é ruim, mas porque ele é tão bom que eu nem sabia/sei como escrever sobre ele. Eu não queria passar nada dele, porque acredito que toda a surpresa, o suspense e o FINAL do livro são únicos e se eu estragar isso pra alguém talvez a experiência com o livro não seja tão incrível que nem foi pra mim. Queria escrever só ‘LEIAM ESSE LIVRO‘ e queria que bastasse. Tanto que desde que comecei a ler esse livro eu recomendei pra todas as pessoas! “Você tem um livro pra me..” “CHAMA ENTRE AS CINZAS”, foi algo insano desse tipo. Mas continuando…
     A história é ambientada em um Império dominado pelos ditos ‘Marciais’, mas que antes era terra dos ‘Eruditas’. Portanto temos a tão estudada sociedade estamental. Temos classes equivalentes ao clero, nobres, camponeses, tribais, escravos… Quase uma aula de História!
     A história tem dois narradores: Laia e Elias. Suas vidas são totalmente diferentes. Cada um com seus problemas e seus objetivos. Eles, por muitas vezes, não estão nos mesmos lugares e quase sempre não narram sobre os mesmos acontecimentos. Salvo algumas partes que quando há a troca de narrador um dos dois acaba retomado algo que aconteceu antes na sua perspectiva. Mas até quando estão juntos, apenas um narra.

     Os capítulos são relativamente curtos e intercalados entre um narrador e outro. E digamos que 90% dos capítulos acabam com um cliffhanger MONSTRUOSO.

     O modo de escrita da autora Sabaa Tahir é muito interessante. Ela consegue definir bem as características dos dois protagonistas, além de descrever muito bem os personagens secundários a partir da perspectiva dos narradores. Então se Elias ou Laia gostam de alguém, você vai amar esse personagem, se eles odeiam…. provavelmente você, leitor, vai odiar também.
     Não se enganem nem por um momento. São dois personagens. Um menino e uma menina. Então você pode estar pensando que vai ser um livro de romance meloso, e não chega em nenhum momento a ser isso. O livro é bem ralo na questão romance. O que é explorado nesse lado chega mais a ser um ‘quadrado amoroso’ do que um romance propriamente dito.
 
     O livro é pesado. Há brutalidades. Passagens que realmente tiram o fôlego e faz você ponderar se continua pra ver logo como acaba ou se dá um tempo porque imagina que algo horrível vai acontecer e não quer que aconteça.
 
     “Uma Chama Entre as Cinzas” é um livro razoavelmente grande, que tem o poder de fazer o leitor rir, chorar, e sentir toda a tensão e adrenalina que os personagens transmitem.

     O livro era pra ser volume único, mas se você ler vai perceber que SEM CHANCES de acabar daquele jeito. Então a autora escreveu uma continuação que será lançada dia 30 de Agosto de 2016 nos EUA e no Brasil será lançado também pela Editora Verus, sem data anunciada ainda.

     Eu li esse livro por recomendação de um amigo muito querido, e espero que essa minha recomendação também faça você querer ler esse livro! 

     Os amigos do Raziel Approves leram o livro na mesma época que eu e também escreveram uma recomendação do livro! Se a minha não te convenceu, então leia a deles e só depois pense que não vale a pena ler esse livro <3

Resenha – 11.22.63

Por Thales Eduardo
|
6 de Abril

“Às vezes o destino age e traz coisas boas.”

Jake Epping (James Franco), um jovem professor de inglês, vê sua vida mudar completamente quando o amigo Al lhe revela um modo de viajar no tempo. 

A viagem no tempo ocorre através de um armário (Nárnia manda lembranças) no restaurante do qual Al é o proprietário.

Apesar de não ter muitas respostas sobre a origem e afins dessa passagem, Al explica algumas “regras básicas” que regem o portal.

Cada viagem no tempo leva para o mesmo local e hora do dia 21 de outubro de 1960. Outra regra se refere ao tempo; não importa quanto tempo o viajante fique no passado, no presente só terão passados 2 minutos. E por último, a cada vez que você realiza uma viagem no tempo tudo “reinicia”. Ou seja,toda vez que o personagem realizar uma viagem as coisas que ele já alterou em uma viagem anterior são apagadas e volta tudo ao normal.

Al explica então para Jake um plano muito bem estruturado para salvar o presidente John Kennedy, morto em 22 de novembro de 1963. Para isso, ele criou um diário com todas as informações necessárias nas quais Jake deverá se guiar para encontrar o assassino e impedir o atentado.

Entretanto há um grande porém, o “tempo” não aceita tão facilmente assim ser alterado. Caso você tente realizar grandes mudanças na linha temporal, coisas poderão acontecer para tentar impedir isso. Desse modo, Al deixa bem claro para Jake focar apenas em salvar o presidente. 

Entretanto, ao voltar no tempo e seguir até 1963, Jake acabará criando relações com outras pessoas, o que poderá por em risco o sucesso da sua missão.

“Eu me sinto como um impostor na minha própria vida.”

Essa minissérie é uma adaptação do livro “Novembro de 63” (11/22/63, título original), do gênio Stephen King, lançado no Brasil pela Suma de Letras.

J.J. Abrams e, o próprio, Stephen King são uns dos produtores executivos da série, que ainda traz na produção James Franco. 

11.22.63 foi lançada através do serviço de streaming Hulu em 15 de fevereiro de 2016 e teve 8 episódios, com cerca de 50 minutos cada (com exceção do 1º que teve 80min). 

Mas vamos a parte que interessa então, a avaliação. Já informo que ainda não tive a oportunidade de ler a obra em questão do Stephen King, então não posso afirmar se a série é ou não fiel ao livro.

Apesar de algumas cenas de muita ação e suspense, há também um certo drama e romance em muitos episódios. Não se trata em apenas salvar o presidente, já que Jake interage com outras pessoas e, assim, acabam surgindo outros dramas que dão o tom à série.

O desenvolvimento dos episódios foi bem construido. 11.22.63 ainda busca recriar os anos em questão de maneira muito fiel, tratando de temas importantes e pertinentes a época, tais como, racismo e machismo.

A atuação do James Franco dispensa comentários, mas exalta-se também a atuação dos demais atores da série. Cada personagem, com seus dramas, contagia e envolve o espectador.

Como uma proposta muito interessante, essa é uma minissérie que merece ser vista!

TRAILER:

 

Resenha – Tudo e Todas as Coisas

Por Thales Eduardo
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5 de Abril

Título: Tudo e Todas as Coisas

Título original: Everything, Everything

Autora: Nicola Yoon

Tradução: Amanda Orlando

Editora: Novo Conceito

Gênero: Ficção

Páginas: 304

Ano: 2016

Página no Skoob: Clique Aqui

“A vida é um dom. Não se esqueça de vivê-la.”

Toda uma vida sem sair de casa, sem contato diretamente com o mundo exterior. É assim a vida de Madeline Whittier.

Logo nos primeiros meses de vida, foi diagnosticado em Madeline uma doença muito rara e pouco conhecida, mas que basicamente a torna alérgica a praticamente tudo. Qualquer coisa pode desencadear uma doença na garota.

Sendo assim, a mãe criou uma espécie de bolha na própria casa, de modo a realmente proteger a filha de todos os perigos exteriores.

Apesar da frustração em alguns momentos, Madeline tem uma vida tranquila dentro de casa. Os dias passam sem grandes diferenças entre eles, ela já está acostumada com a monotonia.

Até que um dia uma nova família muda-se para a casa ao lado. Madeline fica observando o casal e seus dois filhos. O garoto, Olly, chama sua atenção. Com uma roupa toda preta e olhos azuis, Madeline fica hipnotizada até se dar conta de que ele também está observando-a. Esse é o começo de algo. Algo que mudará tudo e todas as coisas.

“Pela primeira vez em muito tempo, desejo mais do que aquilo que tenho.”

Falar sobre um livro do qual gostamos muito sempre é complicado. É tanta euforia que acabamos não sabendo o que exatamente comentar. Mas enfim, deixa eu tentar!

Logo no seu livro de estreia, Nicola Yoon nos apresenta uma história completamente envolvente. Já nas primeiras páginas você nota que está diante de um livro único, um livro que promete fortes emoções.

Tudo E Todas As Coisas é narrado pela protagonista Madeline. Esse estilo narrativo nos permite uma conexão muito grande com Madeline e, principalmente, expõe os seus sentimentos diante dessa vida tão peculiar e um tanto solitária que leva.

“Estou inteira. Estou em pedaços.”

Mas então, essa vida de enclausuramento se torna praticamente insuportável quando ela conhece Olly. Ele muda não somente a rotina dela, mas a própria Madeline. Agora ela fantasia sobre como seria uma vida sem doença, uma vida ao lado de Olly.

A autora com esse livro propõe uma reflexão muito interessante. Às vezes nos acostumamos com  o nosso “mundinho”, estamos satisfeitos em um zona de conforto. É preciso que outra pessoa chegue e mude completamente tudo, alterando nossa percepção das coisas e a forma que as enxergamos.

“Às vezes o mundo se revela para você.”

Assim como faltam elogios pra esse livro, faltam também para a editora Novo Conceito. A diagramação está simplesmente fantástica. Ora você admira a narrativa, ora a estética do livro. E esse complemento entre a história e a diagramação resulta em uma obra perfeita!

Emocionante e surpreendente, Tudo E Todas As Coisas irá mexer com suas emoções, esteja preparado.

“Um pouco de turbulência pode acontecer na vida de qualquer pessoa.”

ATUALIZAÇÃO: Vai ter filme sim! A adaptação de Tudo e Todas As Coisas estreia no aqui no Brasil no dia 15 de junho de 2017! Fiquem ligados <3


Dia das Boas Ações – Vamos doar!

Por Beatriz Guerra
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3 de Abril
Oi, galera!
Venho aqui para divulgar para vocês o Dia das Boas Ações, já ouviu falar? 

No dia 10 de abril (domingo), no parque do Ibirapuera aqui em Sampa e em outras cidades do Brasil como o Rio e em Brasília, ocorrerá esse evento incrível, que tem apenas uma finalidade: fazer boas ações

Sim, é isso mesmo! Será um dia para você realizar várias boas ações, tem de tudo! Desde de aulas de dança, bazares beneficentes, artesanatos, até mesmo cozinhar com pessoas com algumas deficiência. A ideia é você se divertir, fazendo o bem ao próximo

 

E como você leitor pode contribuir? Primeiro, comparecendo porque vai ser um evento incrível e vai rolar o dia todo. E segundo, DOANDO COISAS! E como sempre: livros! Haverá um espaço lá para você fazer doações, o que você puder levar: roupas, livros, alimentos. 

Confira para saber mais: Evento no FacebookPágina do FacebookSite.
Marque presença no evento do facebook e convide amigos e familiares. Tenham certeza: vocês não vão se arrepender, vai ser grande!  Nós do Nunca Desnorteados, estaremos lá! 

Dá uma olhada nesse vídeo:


#partiuDBA