Mês: novembro 2016

Resenha – Nova Era

Por Marcos Stankevicius
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29 de novembro

Títul oNova Era

Título Original: The Revival

Autor(a): Chris Weitz

Tradutor(a): Álvaro Hattnher

Editora: Companhia das Letras, Selo Seguinte

Ano: 2016

Páginas: 211

Skoob

Gênero: Distopia, Aventura

“Mas, na real, não ligo porra nenhuma para o que pensam de mim. Qual é o sentido de um apocalipse se não puder ser você mesmo? Tipo, qual é o sentido de obedecer as regras se elas desapareceram?”

Resenha:

   Esse é o ultimo livro da saga Mundo Novo,  você pode conferir a resenha do primeiro volume aqui e a do segundo volume aqui.

   O livro começa com Donna retornando a Nova York acompanhada por soldados militares, que a mantiveram na Inglaterra até então para tentar descobrir tudo que estava acontecendo nessa zona de confinamento apocalíptica. O objetivo deles é conseguir encontrar  a “bola de futebol” e o “biscoito”(é o nome que deram para um controle e uma maleta com o poder de ativar bombas nucleares capazes de exterminar qualquer lugar do mundo), mas Donna tem seu objetivo pessoal, que é encontrar seus amigos e descobrir o que aconteceu com sua tribo.

   Como vimos no final do livro anterior, Jefferson e seu grupo descobriram tudo sobre as bombas nucleares e conseguiram encontrar e pegar a “bola de futebol” e o “biscoito”, mas foram traídos por Chapéu, que tinha seus próprios planos pessoais para a arma.

   Na tentativa de encontrar Donna, acabam encurralados em uma Apple Store pela tribo da Uptown, liderada por Evan. Só depois de todo o conflito é que conseguem encontra-la, mas Evan consegue manter posse do “biscoito”, fazendo que com que Jefferson e Donna tenham duas missões: descobrir o que aconteceu com sua tribo e recuperar o controle que pode destruir o mundo todo.

   Dessa vez o livro inteiro é narrado por todos os personagens, intercalando entre eles, tirando um pouco o foco de Jefferson e Donna, que tiveram seus espaços muito bem aproveitados principalmente no fina l do livro.

   Amei a  história, os conflitos e as situações que ocorreram paralelamente com a trama principal que seria “salvar o mundo”. Acredito que tenha sido as partes que mais gostei no livro. O poder feminista ganhou espaço nesse livro e foi incrivelmente retratado. A cor da capa não poderia ter combinado mais ;p

   Por ser o ultimo volume da saga, esperava que o livro tivesse mais páginas, muita coisa precisava acontecer ainda e muitos personagens precisavam ser melhor desenvolvidos para ter um final digno. Fiquei bem triste por ter menos páginas que os dois volumes anteriores.

   O final me lembrou muito o da saga “Maze Runner”, existe uma conclusão, a trama chega ao fim, mas fica em aberto saber qual o impacto que essa conclusão causou para os personagens e para o mundo.

   Posso dizer que a saga Mundo Novo entrou para uma das minhas sagas favoritas, vou estar torcendo para que os livros sejam adaptados para filmes ou série e também na esperança de que Chris Weitz escreva mais um pouquinho sobre todo esse universo.

A ressaca literária me pegou, e agora?

Por Lucas Florentino
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19 de novembro

Não adianta negar, todo mundo que é apaixonado por livros já passou ou ainda vai passar pela tão temida “ressaca literária”. Aquele período da sua vida em que você começa a procrastinar com a leitura, dá início a vários livros, mas não consegue chegar ao fim de nenhum deles, passa a dar mais atenção para as séries, filmes, redes sociais, para aquela nuvenzinha branca que está passando pela sua janela… enfim, tudo acaba sendo mais importante e chamando mais a atenção do que as páginas amareladas. Mas será que estou perdendo o meu amor pelos livros?

Sem orgulho nenhum, venho dizer que estou há mais de duas semanas sem ler absolutamente nada. Quer dizer, eu até tentei ler uma coisa ou outra, mas se cheguei a passar de dez páginas lidas de algum livro nesse período, olha meu amigo, foi muito. E o pior é que dessa vez eu nem posso dar desculpa alguma. Qualquer coisa que eu disser soaria como uma grande mentira, porque a verdade é essa: eu não li nada porque eu não quis!

Essa não é não é a primeira e, provavelmente, não será a última ressaca literária da minha vida, mas sempre que estou passando por esses momentos, começo a me sentir culpado por negligenciar os livros. Sinto como se eu estivesse deixando os personagens de lado, sozinhos, esperando por mim, enquanto eu fico aqui aproveitando (ou não) a minha vida. Eu começo a reclamar de mim mesmo e soltar frases aleatórias durante o meu dia, coisas do tipo “que vergonha de mim, estou sem ler nada há dias” ou “prometi que ia passar a tarde de ontem lendo e falhei lindamente”, mas como ficar reclamando não resolve problema nenhum nesse mundo, resolvi fazer uma lista de coisas que me tiraram de ressacas literárias anteriores para que assim, quem sabe, eu consiga encontrar forças para superar essa, e claro, ajudar quem também está passando por isso.

Primeira dica, NÃO SE FORCE A LER NADA. Não é porque você gosta de livros que você precisa estar lendo o tempo todo, e geralmente quando nos forçamos a alguma coisa, acabamos nos irritando e perdendo ainda mais a vontade de ler. Vai me dizer que você gostava daqueles livros obrigatórios da época da escola/faculdade? Talvez se você os tivesse lido em outra época da vida, por livre e espontânea vontade, você os teria aproveitado muito mais.

PROCURE LER SOBRE UM TEMA QUE VOCÊ GOSTE MUITO. Vá até sua estante no Skoob ou Goodreads e comece a analisar os seus livros favoritos, veja o que há em comum entre eles, quais foram os pontos que mais gostou, depois disso, comece a pesquisar. Nessas próprias redes sociais você consegue encontrar outros livros que sejam relacionados a esses mesmos temas. Sem falar que essa é uma grande oportunidade de conhecer livros novos que também podem vir a se tornar favoritos no futuro.

Talvez a ressaca literária pode criar uma barreira que fará com que você não se sinta confortável ao ler um livro mais denso, então que tal ler algo mais leve? LER REVISTAS OU HQs podem ser uma boa saída, pois geralmente são leituras mais rápidas que não exigem muito tempo e dedicação. Outra coisa que costuma funcionar comigo é RELER TRECHOS DE LIVROS FAVORITOS. Você não precisa ler o livro todo, pode ser só um capítulo, aquele que mais lhe marcou, ou então aquele que você quase não lembra o que aconteceu. Além de sentir aquela de nostalgia gostosa, você pode acabar tendo uma outra visão da história e perceber coisas que não tinha percebido quando leu da primeira vez.

CONVERSE COM SEUS AMIGOS SOBRE LIVROS QUE QUE ELES JÁ LERAM. Quem gosta muito de ler tende a fazer amizades com pessoas que também gostam, e eu tenho certeza que esses amigos vivem fazendo indicações literárias. Particularmente, eu gosto muito quando meus amigos me indicam livros, porque geralmente eles conhecem bem as minhas preferências e vão me indicar coisas que provavelmente eu vou gostar. E é melhor ainda se esse amigo tem um alto poder de persuasão, porque assim que a conversa termina, sua vontade é sair correndo e começar a ler o livro indicado, rs.

E para finalizar, ESCREVA. Talvez a sua necessidade no momento não seja absorver novas histórias, e sim colocar para fora todas aquelas que você tem guardadas dentro de si. Crie seu próprio mundo, seus personagens, seus detalhes. Pode ser um livro completo ou só um conto. Mesmo que não queira mostrar para ninguém o que escreveu, garanto que será uma experiência diferente e você pode acabar descobrindo um dom que você mesmo não sabia que tinha.

Bom, depois de todas essas dicas e respondendo à pergunta lá de cima, NÃO, você não está perdendo seu amor pela leitura. A ressaca literária não vai durar para sempre. Dê tempo ao tempo e aproveite esta fase, para quando seu momento “louco dos livros” voltar, você poder mergulhar de cabeça nas páginas amareladas sem arrependimento.

Espero que eu tenha lhe ajudado (e me ajudado também, por que não?) e que essa ressaca passe logo ^^

Resenha – The Crown

Por Thila Barto
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18 de novembro

Assim que vi o primeiro anúncio da Netflix sobre sua nova série original, The Crown, eu mal pude conter o entusiasmo pois simplesmente adoro séries, filmes e livros históricos e de época – ainda mais quando o assunto é a Inglaterra e sua enigmática família real. Então é claro que estava com expectativas altíssimas ao começar a ver os episódios, mas essas expectativas foram atendidas?…

A série criada por Peter Morgan e dirigida por Stephen Daldry, tem sua primeira temporada se iniciando no final do anos 40 a fim de contar a história de Rainha Elizabeth II (Claire Foy) desde seu casamento com Philip Mountbatter (Matt Smith), onde ainda era uma princesa até o final de sua primeira década de reinado, já que, aos 25 anos, teve que assumir a coroa devido a morte de seu pai, o rei George 6°. A ideia é que cada temporada retrate uma década de reinado até os dias atuais. Esse ano, a rainha completa 64 anos de reinado.

A produção custou cerca de US$100 milhões – série mais cara e com a terceira pior estreia do serviço do streaming – e rendeu 10 episódios, que na minha opinião, são espetaculares. Além dos figurinos que são lindos, fotografia maravilhosa, cenários surpreendentes sempre atento às minúcias e as incríveis atuações de todo o elenco, a história traz uma série de reflexões, até mesmo sobre o papel da mulher e o preconceito de gênero.

Confesso que até o final do segundo capítulo não estava curtindo muito a série. Estava achando um tanto arrastada e monótona, mas já na metade do terceiro fui puxada para dentro desse universo e só consegui voltar a respirar no final do último episódio. É difícil não se sensibilizar com as confusões emocionais da rainha ao tentar conciliar sua vida pessoal com o seu governo e seus integrantes. Promessas são quebradas, amizades abaladas, opiniões reprimidas, distanciamento contínuo com os integrantes de sua família e até de seu próprio marido, tudo para honrar o pesado fardo que é a coroa.

O que torna a série ainda mais incrível, são as quebras de linearidade no roteiro com as voltas no tempo para nos ambientar sobre um determinado assunto, e o simples, ou não tão simples, fato de nos mostrar que muitas vezes apenas um gesto ou um olhar é capaz de expor tudo aquilo que sentimos. Assistam que não haverá arrependimentos.

Que venham as próximas temporadas ❤

Trailer:

Resenha – Animais Fantásticos e Onde Habitam

Por Santoni
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17 de novembro

Título: Animais Fantásticos e Onde Habitam
Título Original: Fantastic Beasts and Where to Find Them
Duração: 2h 13min
Diretor(a): David Yates
Ano: 2016
Filmow
IMDB
Gênero: Aventura, Fantasia

“A New Era Of Magic Begins”

Animais Fantásticos e Onde Habitam é livremente baseado no livro de mesmo nome escrito pelo autor fictício Newt Scamander. Mas foi realmente escrito para o mundo muggle por J.K. Rowling e lançado em 2001 juntamente com o livro Quadribol Através dos Séculos formam um conjunto de livros que beneficia a Comic Relief com 80% de seu valor de venda.

I wonder… what makes Albus Dumbledore so fond of you, Mr. Scamander?

(mais…)

#HPREVISITED – Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1 & 2

Por Stephanie Rocha
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Oi pessoas! Aqui é a Stephz, estou invadindo a sua rede para falar de coisa boa: segura a peruca porque vamos falar de Harry Potter e as Relíquias da Morte!

Harry Potter e as Relíquias da Morte é o sétimo livro da saga de J.K. Rowling que foi publicado em 21 de Julho de 2007. Todos acreditamos que fosse o ultimo livro, até que chegou a salvação Cursed Child. A adaptação foi dividida em duas partes para colocar o máximo possível do livro no filme. A primeira parte foi lançada no dia 19 de novembro de 2010, arrecadando já nos três primeiros dias mais de US$330,120,000 milhões de dólares e batendo a segunda maior bilheteria IMAX do mundo, e a parte dois foi lançada em 15 de julho de 2011, arrecadando em três dias mais de US$475,550 milhões.

Gente, o que foi esse filme nas nossas vidas? Não sei vocês, mas eu amei! E acho que é uma das melhores adaptações que eu já vi! Tanto a parte 1 quando a 2 nos emocionaram com muitas mortes, romances e sim, as ultimas risadas dos gêmeos Weasley 😢 resumindo: Sir Yates não economizou nas arritmias.


E por mais que tenha sido uma adaptação boa, ainda sim teve acréscimos e cortes que deixaram alguns muito p**. Por exemplo, senti falta do filhinho da Tonks e Lupin!! Gente, como assim?? Eles deixam pra colocar lá no final (cena que Harry usa a Pedra da Ressureição para ver seus entes que já foram dessa pra melhor) e jogam uma bomba dessas do naaaaada??!! Faltou uma explicação ai, o mundo precisa saber disso! E houveram cortes que, sinto muito, foram necessários pra não ter gente desmaiando no cinema, afinal, de qualquer jeito morreu gente pra dedéu. ): E sem querer ser uma b*t**, mas não curti o Neville “louco pela Luna”, foi muito inesperado!


E as mini-arritmias causadas pelas felicidade? Pobre Jorge sem orelha dando uma quebrada de gelo no romance de Harry e Gina, o tão aguardado beijo RonMione <3, a transformação dos sete Harry’s. Foi um “final” (na época) muito digno.

Outra coisa que achei sensacional foi a forma que eles trabalharam as Relíquias da Morte! Começando na animação sensacional mostrando os irmãos Peverell, enquanto a Hermione lê os contos de Beedle, O Bardo, e indo até a busca incessante de Voldemort, a ponto de violar o túmulo de Dumbledore para conseguir a Varinha das Varinhas. Ah!! E por falar nela, achei muito bom e importante que Yates explicou a história de “como a varinha era do Harry” no final de um jeito claro, afinal, nem todos leram (pena).


Também não posso publicar isso sem dizer que eles trabalharam MUITO bem nas cenas da Nagini! Êta cobra do mal! Tomei o maior susto quando o Harry segue a suposta Bathilda Bagshot e acaba se deparando com esse monstrinho! Sem falar que a infeliz matou o Snape! Que, por falar nele, algum de vocês consegue assistir Harry Potter (qualquer filme) e não chorar quando o Alan Rickman aparece? Não consigo me conformar com a morte dele. Recentemente assisti As Relíquias da Morte parte 2 e me debrulhei em lágrimas toda vez que via ele, imagina então ver a infeliz da cobra dando umas bitocas nele? Maldade viu. Mas depois de sofrer com a perda tanto do ator quando o personagem, eu não consigo deixar de agradecer que o universo tenha colocado um homem deste com esse nível fenomenal de interpretação para fazer um personagem tão complexo, tão essencial. Não é qualquer um que conseguiria fazer aquela cena super tocante das memórias do Snape. Nunca achei que ia sentir tanta empatia por um personagem que eu não gostava e aí adivinha? Veio esse filme, yep.


E a Batalha de Hogwarts minha gente? Double trouble again. Que dor no coração de ver a nossa casa dos sonhos sendo destruída! Tudo quanto é criatura que tenha passado nos outros seis filmes reaparecem para dar uma quebradinha no castelo. É uma cena intensa, que faz uso intercalado de diversos tipos de emoção, uma sensação inexplicável de chorar rindo e rir chorando, várias reações atropelando umas as outras. As perdas de personagens que nos trouxeram alegria, conforto, acolhimento, identificação e tantos outras sensações. Quase sofremos como se fôssemos a própria família. Deixo essa parte do texto um sofrido e grato R.I.P para Fred Weasley, Remus Lupin, Ninfadora Tonks, Mad-Eyed Moody,  Snape, Dobby, Edwiges e todos os outros importantes e figurantes! E para todos nós, basta lembrar do último conselho marcante de Dumbledore:


Só pra lembrar a todos que temos os filmes completos no Netflix e em dvds, para revivermos toda a aventura e emoção sempre que quisermos, afinal, Hogwarts sempre estará lá para quem precisar. Comentem abaixo também! Quero saber quais suas cenas favoritas, piores cortes, qual morte te tocou mais! Até mais, e obrigado à Equipe Nunca Desnorteados pela oportunidade!!!!

#HPREVISITED – Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Por Lucas Florentino
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16 de novembro

“Every day, every hour, this very minute, perhaps, dark forces attempt to penetrate this castle’s walls. But in the end, their greatest weapon… is you.”

Harry Potter e o Enigma do Príncipe é o sexto livro da saga e foi lançado em julho de 2009. Dirigido por David Yates, o longa arrecadou um total de $934 milhões e tornou-se a segunda maior bilheteria de 2009. O filme recebeu muitas indicações e vitórias em diversas premiações, incluindo uma nomeação ao Oscar de Melhor Fotografia.

Antes de começar a escrever esse post, eu estava aqui buscando na minha memórias algumas coisas marcantes que esse filme tenha trazido para a minha vida e cheguei a conclusão que, de todos os filmes da franquia, esse foi o que eu assisti menos vezes. Não porque eu não tenha gostado, pelo contrário, O Enigma do Príncipe é uma das minhas histórias favoritas da série, porém, mesmo assim, acredito que tenha assistido a esse filme apenas umas três vezes.

Okay, chega de enrolar e vamos ao que interessa. Em Enigma do Príncipe muita coisa importante (e decisiva) acaba acontecendo, já que estamos falando da história que precede o final de toda a série. Logo no começo percebemos que Draco Malfoy terá um peso muito importante no desenrolar dessa história pois sabemos que ele tem uma missão importante à pedido de Voldemort. É no início também que vemos Snape fazendo o Voto Perpétuo com Narcisa, mãe de Draco, onde ele se compromete a ajudar o menino caso ele falhe em sua missão. 

Falar sobre o Enigma do Príncipe me faz lembrar de cenas que me marcaram muito, como quando Harry começa a ser o melhor aluno em poções graças ao livro do Príncipe Mestiço, e ganha um frasco de Felix Felicis, a poção da sorte líquida. Eu nunca vou me esquecer do quanto eu ri na sala de cinema ao ver como Harry ficou depois de usá-la. Sério, o Harry naquelas poucas cenas foi o mais engraçado do que já tinha sido em todos os outros filmes. 

Porém, infelizmente, não foi apenas de cenas engraçadas que o filme foi feito. Nesse ponto nós já estamos nos aprofundando mais na história de Voldemort, conhecemos um pouco mais da sua vida antes de se tornar o Lorde das Trevas. Conforme o filme vai caminhando para o final, a tensão só vai crescendo a fim de nos preparar para o que está por vir. 

É nesse filme que descobrimos o que são as Horcruxes e para que elas servem (que serão o grande plot da próxima história). Vemos Harry e Dumbledore partirem numa missão a fim de encontrar e destruir uma delas, que nos rende uma das cenas mais difíceis de assistir, aquela em que Dumbledore precisa beber a poção dentro da caverna para conseguir pegar a Horcrux. 

O final da história, e talvez o momento mais chocante do filme, é a morte de Dumbledore. Snape finalmente cumpre sua promessa do Voto Perpétuo e finaliza a tarefa de Draco, que era matar o diretor. Jamais vou esquecer de como meus olhos se encheram de lágrimas ao ver Dumbledore caindo daquela torre </3 #RIPDumbledore

O fim está cada vez mais próximo, agora Harry sabe o que é preciso fazer para matar Voldemort de uma vez por todas, porém isso é assunto para o próximo #HPREVISITED, sobre as sequências, Relíquias da Morte parte 1 e parte 2. 

#HPREVISITED – Harry Potter e a Ordem da Fênix

Por Santoni
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Sorry, Professor, but I must not tell lies.

Harry Potter e a Ordem da Fênix é o quinto filme da saga Harry Potter, lançado em 2007, e marcou a estréia de David Yates como diretor da saga e foi a única contribuição do roteirista Michael Goldenberg para a franquia. HP5 arrecadou aproximadamente $939,885,929.

O filme foi um dos mais mágicos pra mim na época. A qualidade e a quantidade de uso de magia é absurda e isso sempre foi o que me agarrou tanto à Ordem da Fênix. As cenas na Sala Precisa, a parte no Ministério, até o começo com os Dementadores.. O mundo mágico de Harry Potter mudou e ficou mais perigoso e alucinante e realmente desesperador e o filme passa exatamente isso. As mortes, os ataques, tudo que acontece basicamente cria um clima de despedida de um mundo que está prestes a mudar. De um mundo que está prestes a ser tomado por medo e trevas. A união dos personagens e a urgência como tudo é tratado nos prepara para um futuro da saga cheio de tropeços.

A magia é linda! Os patronos, os Stupefys, Levicorpus.. Todos.. Foram muito bem trabalhados com efeitos especiais, e a partir desse filme ditaram o rumo de animação de feitiços para a saga.

A Armada de Dumbledore nos ensinou que a união faz a força e que sempre terão pessoas querendo censurar e diminuir as outras, mas a vontade de ajudar e aprender deverão quebrar essas barreiras impostas para juntos atingirmos até nossos mais loucos e distantes objetivos. 

Somos apresentados à Dolores Umbridge, Tonks, Kreacher (a.k.a Monstro), Luna Lovegood <3 e a GENIAL Bellatrix Lestrange de Helena Bonham Carter. 

Order of the Phoenix. It’s a secret society. Dumbledore formed it back when they first fought You-Know-Who.

#HPREVISITED – Harry Potter e o Cálice de Fogo

Por Lucas Florentino
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15 de novembro

“As from this moment, The Triwizard Tournament has begun!”

Harry Potter e o Cálice de Fogo é o quarto filme da saga e foi lançado em 2005. O longa arrecadou aproximadamente $896,911,078. E foi dirigido por Mike Newell

Novembro de 2005 foi quando o cinema descobriu que o mundo mágico era muito mais do que apenas Hogwarts e o Beco Diagonal. Com o lançamento de Harry Potter e o Cálice de Fogo, somos apresentados à grandiosidade do mundo bruxo, descobrimos que existem outras escolas de magia, cada uma com seus costumes e tradições.

Harry Potter e o Cálice de Fogo já demostra um clima competitivo desde o começo, com aquela cena incrível da Copa Mundial de Quadribol. Eu não sei vocês, mas eu sou o tipo de pessoa que nunca gostou muito de esportes, sempre ficava super entediado quando estava passando algum tipo de jogo na TV, mas ver aquela cena da Irlanda contra a Bulgária na final da Copa me deixou muito extremamente empolgado. (Seria meu sonho que tivesse um canal de TV especializado em transmissões de jogos de quadribol? Rs).

Mas as competições não terminam por aí, aliás, tudo estava só começando. No quarto ano de Harry em Hogwarts, a escola sedia o Torneio Tribruxo, um campeonato entre escolas, onde um aluno de cada escola é escolhido para representa-la no torneio.

Existem muitos motivos para eu amar Harry Potter e o Cálice de Fogo. Esse filme nos proporcionou várias cenas memoráveis, como quando Fred e Jorge envelheceram juntos ao tentar burlar as regras e tentar participar do torneio. Quem diria que aquela cena tão engraçada um dia nos deixaria de coração partido? </3

As provas do Torneio Tribruxo também renderam cenas inesquecíveis. Até hoje lembro da adrenalina que senti na sala de cinema ao assistir a cena dos dragões, onde Harry sai voando, tentando escapar do Rabo-Córneo Húngaro.

Mas nenhuma cena me causou tanta tensão quanto a do labirinto. A última prova, aquela que daria a vitória para uma das escolas, mas que acabou trazendo de volta a vida o Lorde das trevas e mudando de vez o rumo de toda a saga. Foi a primeira vez que vimos Voldemort em sua forma física, aquela presente em todos os outros filmes da série, e foi também onde tivemos uma das mortes mais marcantes. #RIPCedrico

Fomos apresentados à Fleur Delacour, Lorde Voldemort (em sua magnifica forma), Hermione princesa, Alastor Moody, o poder das maldições proibidas, Amos Diggory (yep yep) e muitas outras coisas e pessoas que vão começar a se encaixar e entrelaçar com mais frequência daqui pra frente.

“Dark and difficult times lie ahead. Soon we must all face the choice between what is right and what is easy.”

Como consequência da progressão nos vemos agora em tempos sombrios, e a sequência, Harry Potter e a Ordem da Fênix, não cooperou pro clima amenizar… 🙁 

#HPREVISITED – Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Por Santoni
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“I solemnly swear that I am up to no good.”

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban é o terceiro filme da saga e foi lançado só em 2004. O longa arrecadou aproximadamente $796,688,549. Até o momento é o filme da saga a arrecadar menos. Mas é o segundo filme da saga mais aclamado pela crítica (Atrás de Relíquias da Morte Parte 2).

O Prisioneiro de Azkaban foi dirigido por Alfonso Cuarón (diretor de ‘Gravidade’), e marca um novo começo para a saga nos cinemas! (mais…)

#HPREVISITED – Harry Potter e a Câmara Secreta

Por Santoni
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14 de novembro

“The Chamber Of Secrets Has Been Opened. Enemies Of The Heir, Beware”

Harry Potter e a Câmara Secreta é o segundo filme da saga Harry Potter e foi lançado em 2002, arrecadando aproximadamente $878,979,634.

O filme marca o final da duologia do diretor Chris Columbus, que se despediu da saga logo após esse filme. Assim como a despedida do Richard Harris do papel de Albus Dumbledore, sendo esse filme uma de suas últimas contribuições cinematográficas. #RIPRichardHarris

O filme tem a ambientação bem parecida com o primeiro, o diretor trabalhou bem a continuidade da trama (mesmo sendo bastante criticado por muitos fãs), o sentimento do primeiro filme ainda está lá, vemos peças presentes no primeiro filme, é um sentimento agradável retornar à Hogwarts no ano II. (mais…)