Resenha – Tigres Em Dia Vermelho

Por Thila Barto
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20 de julho
Título: Tigres Em Dia Vermelho
Título Original: Tigers In Red Weather 
Autor(a): Liza Klaussmann
Tradutor(a): Adalgisa Campos da Silva
Editora: Intrínseca
Ano: 2013
Páginas: 320
Perfil no Skoob: aqui

 

“Às vezes, pessoas assim precisam ser obrigadas a ver como pode ser perigoso o próprio comportamento. Entende o que eu quero dizer?”

 

Gente! Deixa eu falar uma coisa pra vocês, ou melhor, algumas:

Primeiro: Muito drama de minha parte rolará nessa resenha que mal começou mas que já tenho certeza que será esquisita. Desculpa. Pode abandoná-la sem problema algum.

Segundo: São mais de 3 horas da manhã e já faz duas horas e meia que terminei esse livro e precisei ligar meu computador pra falar/digitar sobre a terceira coisa que estou prestes a dizer pois EU NÃO ESTOU SABENDO LIDAR!….

QUE FINAL É ESSE, SRA KLAUSSMANN?

Não estou aqui para dar spoilers. Eu O-D-E-I-O spoilers, mas estou aqui pra dizer que estou me sentido a pessoa mais estúpida deste Universo inteiro pois – eu confesso sem vergonha alguma…aaa, quem eu estou querendo enganar…- EU NÃO ENTENDI O FINAL! Ou entendi e não quero aceitar… To confusa! REAL! Alguém me socoooorrreee!

Cheguei a fazer o que uma pessoa normal tem o costume de fazer em um momento como esse: Gogglei! E, caros, não me ajudou! Só me deixou um tanto mais louca por ler várias opiniões diversas… Eu, sinceramente, não sei se gostei ou não, entretanto uma coisa é fato: o livro me deixou maluuuuca!

Ele começa com duas primas, Nick e Helena, que são totalmente opostas mas inseparáveis em pleno período de guerra. As duas sonham com uma vida melhor. Em serem muito felizes.

Com o fim da guerra, Nick parte para Flórida com o marido, Hughes, um oficial da marinha, e Helena para Califórnia com o novo marido. Tudo parecia bem, mas a vida que esperavam levar estava longe de ser como em seus sonhos. O brilho se perdeu e, mesmo com diversas decepções, ambas continuam tentando levar a vida da melhor maneira possível. Uma recorre à cozinha e ao discos de jazz e a outra ao uísque e remédios para dormir. 

Anos se passam e todos começam a se reunir durante o verão na tão amada casa de família localizada na ilha Martha’s Vineyard, a Tiger House, em busca de conforto e felicidade; como uma fuga da vida de aparências e monótona que levavam. A estrutura da família é abalada mais ainda quando os filhos de Nick e Helena, Daisy e Ed, se deparam com o corpo de uma mulher cruelmente assassinada em uma das idas à Tiger House. Quem é o assassino?…

A partir daí, o livro foca nos próximos verões que todos passam juntos na casa, como o assassinato e, claro, mais alguns outros acontecimentos, influenciaram na vida de cada um. Relacionamentos começam ruir, inclusive a forte amizade de Nick e Helena, indo do amor ao ódio.

Para entender o lado de todos os personagens, o livro é separado em cinco partes, começando com a visão de Nick , depois Daisy, Helena, Hughes e, por fim, Ed. Somente a parte de Ed é narrada em primeira pessoa. 

Além da alternação de personagens, os capítulos não são lineares. Em alguns momentos somos levados ao passado para que um segredo que alguém carrega seja revelado, ou porque um mesmo acontecimento precisa ser narrado na visão de outro personagem.

Comecei o livro empolgadíssima. Não conseguia largar de jeito nenhum. Porém, do meio para o final , eu já não me sentia muito interessada. É legal ver a mesma cena na visão de várias pessoas, mas chegou uma hora que eu ficava: ‘Nossa, isso de novo’. Além da repetição, as decisões dos personagens me irritavam tanto, principalmente as de Helena. Eram tantas contradições que eu tinha vontade de tacar o livro na parede.

O interesse voltou no início da quinta parte e, quando percebi que faltavam apenas 30 páginas pra acabar o livro, bateu o desespero, porque muita coisa ainda não tinha sido revelada… praticamente nada. É claro que no decorrer da leitura imaginamos, deduzimos coisas e ficamos no aguardo das grandes revelações para sabermos se estávamos certos ou para termos surpresas, mas a história não parou de se estender nessas últimas páginas até que, do nada, tudo é ‘cuspido’ de uma vez só e com um fechamento que ODIEI com todas as minhas forças!

Como eu já comentei no início da resenha, eu não sei se entendi o final… e do jeito que entendi, achei que não houve justiça alguma e que a situação da família foi piorada e não melhorada. Não que um livro tenha que ter um final feliz… Eu só queria bons motivos para terminar assim, e se teve, eu não soube enxergar! 

AAAAAAAH, que frustração.

Resumindo: Acho que não gostei. Achei esquisito. Mas eu gostei! Kkkkkk, desculpa ser tão confusa em dar minha opinião, mas é exatamente como estou me sentindo.

 

Leiam, POR FAVOR, e dividam comigo suas opiniões pois preciso de uma luz!

🙂

tigesemdiavermelho

Resenha – Mestre das Chamas

por Thales Eduardo
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17 de julho
Título: Mestre das Chamas Título original:  The Fireman Autor: Joe Hill Tradução: Fernanda Abreu Editora: Arqueiro Páginas: 592 Página no Skoob: Clique Aqui! “Num mundo cheio de coisas que pegam fogo, ninguém desconfia de um bombeiro.” Em Mestre das Chamas, Joe Hill nos apresenta uma

Resenha – Onze Leis a Cumprir na Hora de Seduzir

Por Alê Lendo
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11 de julho
Título: Onze Leis a Cumprir na Hora de Seduzir Título Original: Eleven Scandals To Start to Win a Duke’s Heart Autor(a): Sarah MacLean Tradutor(a): Fabiana Colasanti Editora: Arqueiro Ano: 2017 Páginas: 330 Perfil no Skoob: aqui Gênero: Romance de Época, ficção. “Então

Resenha – Um Menino Em Um Milhão

Por Thales Eduardo
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4 de julho

Título: Um Menino Em Um Milhão
Título original:  The One-in-a-Million Boy
Autora: Monica Wood
Tradução: Marcelo Mendes
Editora: Arqueiro
Páginas: 352
Página no Skoob: Clique Aqui!

“Eu tinha um vazio em mim, e quando você é do tipo que tem um vazio, faz o quê? Procura alguém que o preencha.”

Um Menino Em Um Milhão tinha tudo para ser uma das leituras mais emocionantes do ano. Só que, infelizmente, não foi bem assim que o livro acabou se revelando.

A obra desperta instantaneamente o interesse do leitor através da sua interessante sinopse. Um menino escoteiro que se torna amigo de uma centenária, despertando nela uma vontade pela vida que a muito tempo não sentia.

O tempo sempre pareceu mais urgente para ela, ninguém esperava que uma criança morreria tão cedo assim. Mas aconteceu e o impacto disso afetará cada um deles.

Quinn, o pai ausente que nunca conseguiu perceber no filho semelhanças que os aproximassem, agora resolve cumprir o trabalho que falta do filho. Ele ficará encarregado de semanalmente visitar Ona, a centenária, e ajudá-la nas atividades que precisar

Essa relação entre os dois somado a morte do menino farão ambos repensarem a própria vida e os caminhos que os levaram até o presente momento. Será uma grande aventura interior, uma forma de superar a perda e enfrentar o futuro.

É praticamente impossível não criar expectativas com uma premissa assim. Quando peguei o livro em mãos já estava me preparando psicologicamente para o que estava por vim. Só que os capítulos foram passando e quando percebi havia acabado o livro e praticamente não tive nenhuma ligação forte com história.

Talvez a escolha por uma narração em terceira pessoa não tenha colaborado, não consegui simpatizar com os personagens de uma forma que aquilo que estava sendo narrado me tocasse de fato. E isso simplesmente acabou comigo, pois eu queria muito aproveitar cada página da melhor forma possível.

Não podemos negar o imenso potencial de Um Menino Em Um Milhão e talvez saber disso foi o que me deixou tão chateado em não ter gostado tanto assim do livro. Há tantas promessas, caminhos que a autora poderia ter conduzido a história, tantos modos diferente de surpreender lindamente o leitor. A lição que fica é que nem sempre a escolha mais fácil é a melhor, simples assim.

Gostaria tanto de conhecer mais detalhes da relação entre o menino e a senhora, de ver algum sentimento do pai, que na minha opinião passou todo livro olhando apenas para si mesmo e na busca de ter a mulher de volta. Uma mulher que perdeu o filho, que está perdida e que definitivamente não é o que um dia já foi. O que Quinn vê como amor percebo como querer ter de volta algo que um dia já teve e foi bom.

Esse menino tão importante que foi destacado entre um milhão passa o livro nas sombras, sendo pouco lembrado e utilizado. Na minha opinião, os melhores capítulos do livro foram os que o menino estava interagindo, principalmente o último capítulo (não vou soltar spoilers, mas é o melhor capítulo do livro e emociona mais que a obra toda!).

Sinceramente, não gostaria de estar escrevendo uma resenha negativa assim. Mas o que sempre friso é que a leitura é diferente para cada um. Tanto que já li inúmeras resenhas contendo vários elogios desse livro. Então meu pedido é que não deixe de maneira nenhuma que essa resenha interfira na sua leitura. Leia sem julgamentos e compartilhe comigo sua experiência. Espero descobrir que encontraram no livro aquilo tudo que eu procurava!

“Ninguém vai amar você mais do que ama a si mesmo.”

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Resenha – Mais Do Que Isso

por Thales Eduardo
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1 de julho
Título: Mais Do Que Isso Título original: More Than This Autor: Patrick Ness Tradução: Ana Paula Doherty Editora: Novo Conceito Páginas: 432 Página no Skoob: Clique Aqui “Você nunca sentiu que deve haver mais? Como se houvesse mais em algum lugar distante, pouco além do seu alcance, se ao

Resenha – Misery

Por Thales Eduardo
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29 de junho
Título: Misery – Louca Obsessão Título original:  Misery Autor: Stephen King Tradução: Elton Mesquita Editora: Suma de Letras Páginas: 326 Página no Skoob: Clique Aqui! “EU SOU SUA FÃ NÚMERO 1.” Paul Sheldon é um grande escritor de sucesso. Tudo estava ótimo, até o dia em

Resenha – Fábrica de Vespas

Por Thales Eduardo
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22 de junho

Título: Fábrica de Vespas
Título original: The Wasp Factory
Autor: Ian Banks
Tradução: Leandro Durazzo
Editora: Darkside
Páginas: 240
Ano: 2016

Página no Skoob: Clique Aqui

“Às vezes, os pensamentos e as sensações que tenho não concordam uns com os outros, então acho que devo ter um monte de gente diferente no meu cérebro.”

Falar sobre Fábrica de Vespas não é uma tarefa fácil. Um livro tão forte e com tantas caminhos diferentes na sua história não pode ser facilmente resumido em algumas poucas palavras.

Publicado originalmente em 1984, a obra de Ian Banks chocou e gereu críticas controversas. Entretanto, foi considerado um dos romances mais importantes do século XX.

Três décadas já se passaram desde então, mas o impacto do livro ainda é gigantesco.

“Nosso destino é o mesmo, no final, mas a viagem – em parte escolhida por nós, em parte não – é diferente para cada um, e se altera enquanto crescemos.”

Muita coisa só precisa ser descoberta durante a leitura,  mas o que você precisa saber é que Frank é um psicopata. Ao longo dos anos,o jovem garoto desenvolveu práticas perturbadoras e chocantes contra animais e até mesmo humanos.

Mesmo tendo consciência dos atos que comete, Frank cria, de uma maneira fria, explicações que para ele próprio  servem como uma  aprovação para tudo que fez e está fazendo.

Praticamente isolado do mundo, ele passa os dias envolvido nas suas atividades nada ortodoxas, se é que podemos definir assim. O que Frank não esperava fosse que seu irmão mais velho, que estava internado em um hospital psiquiátrico, fugisse.

Certamente ele voltará para casa e Frank precisa estar preparado para o que isso significa. Só que muito mais que um reencontro, isso poderá  significar uma volta ao passado obscuro da família revelando fatos que mudarão todos eles para sempre.

“Pensei que uma porta havia se trancado às minhas costas, anos atrás, mas, na verdade, eu estava me arrastando pela superfície. Agora as portas se fecham, e minha viagem começa.”

Fábrica de Vespas é uma leitura única e crua. Ian Banks não poupa palavras e detalhes para expor a mente bizarra de seu protagonista.

Com capítulos rápidos, a leitura flui de maneira fácil. Ainda assim, algumas descrições irrelevantes podem tornar a narração um tanto quanto arrastada em determinados momentos. Mas é fato que Ian criou algo tão impactante que faz o leitor querer cada vez mais.

Mesclando entre presente e passado, conhecemos não somente de Frank, mas também da sua família  e o que cada um  enfrentou. Isso torna o livro ainda mais rico e nos dá um panorama geral do que está acontecendo.

“De repente ele é louco de verdade. De repente eu que sou. Talvez todo mundo seja.”

Outro ponto positivo da obra foi a maneira real que o autor expôs a psicopatia. A narração pelo próprio psicopata nos mostra como funciona o pensamento de uma pessoa assim. Isso gerou em mim uma curiosidade e vontade de pesquisar mais sobre o assunto.

Apesar de começar de um maneira tímida, o livro vai ganhando ritmo e surpreendendo (e assustando) o leitor a cada capítulo. Sem dúvidas, o ápice da leitura são os capítulos finais que trazem ao leitor uma conclusão jamais esperada (nada vai te preparar para isso, boa sorte!).

Enfim, Fábrica de Vespas merece e deve ser lido!

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Resenha – A Verdade Sobre Nós

por Thales Eduardo
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20 de junho
Título: A Verdade Sobre Nós Título original:  The Truth About You And Me Autora: Amanda Grace Tradução: Regiane Winarski Editora: Intrínseca Páginas: 208 Página no Skoob: Clique Aqui! “Então, para você, para mim, para eles, aqui está: A verdade sobre nós.” O futuro de Madelyn

Resenha – O Sorriso da Hiena

Por Thales Eduardo
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14 de junho
Título: O Sorriso da Hiena Autor: Gustavo Ávila Editora: Verus Páginas: 266 Página no Skoob: Clique Aqui! “Como podemos medir a punição adequada para um ato contra outra pessoa? Haveria alguma justificativa para a realização de um ato de crueldade?” Quando procuramos um bom livro, muitas

Resenha – Confissões de um garoto tímido, nerd e (ligeiramente) apaixonado

Por Lucas Florentino
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13 de junho
Título: Confissões de um garoto tímido, nerd e (ligeiramente) apaixonado
Autor: Thalita Rebouças
Editora: Arqueiro
Gênero: Romance, Ficção
Páginas: 304
Ano: 2017
Skoob: Aqui

 

“Quem precisa definir a gente são os outros, para nos entender. Esse problema é deles! A gente só precisa sentir o que a gente sente! E ser o que a gente é! Não precisamos de definições sobre o que somos para viver coisas boas.”

Eu sempre gostei muito de livros que me surpreendessem. Aquele tipo de história que me faz sentir cola nos dedos e me impossibilita de largar as páginas. Sempre gostei de me envolver com os personagens, sentir a narrativa, sonhar com os cenários, mas confesso que é muito difícil, pelo menos para mim, encontrar um livro que me faça sentir tudo isso. Geralmente falta algo. Mas não com Confissões de um garoto tímido, nerd e (ligeiramente) apaixonado.

Esse não foi o meu primeiro contato com a escrita da Thalita. Há um tempo atrás eu já havia lido um conto dela, mas é obvio que nem se compara com um livro completo, onde a autora tem a oportunidade de explorar muito mais tudo aquilo que ela está criando. E se você nunca ouviu falar de Thalita Rebouças, hello, em qual mundo você tem vivido?! A Thalita é uma escritora nacional que, desde o início dos anos 2000, tem lançado livros para o público adolescente e se tornou a escritora que mais vende livros nesse segmento no Brasil. Ou seja, ela não é pouca coisa não!  

Só não fique aí pensando que os livros dela são apenas para adolescentes, porque não são. A prova disso está aqui: eu, com meus vinte e tantos anos (para não falar quase trinta), acabei de ler um deles e se você for olhar lá no meu Skoob, vai encontrá-lo com o coraçãozinho, na lista de favoritos.

Mas chega de enrolar e vamos direto ao ponto. Confissões de um garoto tímido, nerd e (ligeiramente) apaixonado conta a história de Davi, um garoto que eu poderia muito bem tentar descrever, mas o próprio título do livro faz isso da melhor forma possível, rs. Davi é apaixonado por astrologia e, para entender melhor as pessoas a sua volta, ele faz o mapa astral e busca nas principais características dos signos, o motivo para seus amigos e familiares serem como são.

“Sempre pensei que era meio um disparate estudar signos sendo eu alguém tão interessado em física, matemática, teorias científicas, essas coisas. Só que a verdade é que eu gosto, e na prática ela funciona, mesmo não sendo considerada ciência. Entendem meu conflito?”

(Preciso abrir um parêntese aqui nessa resenha para dizer que eu amei encontrar um personagem “louco dos signos” que nem eu. Não que eu seja o tipo de pessoa que sai julgando os amigos por causa do signo, claro que não, longe de mim… emoji com os olhinhos para cima…)

Davi mora com o irmão e a avó, e por ser um garoto tímido, ele acaba não sendo aquele tipo de adolescente que tem milhares de amigos, com vários compromissos, e que frequenta as mais badaladas festas. Ele prefere programas mais tranquilos, como ir ao cinema ou sair para comer uma pizza, sempre na companhia de seus melhores amigos Zeca e Tetê (que talvez você conheça de um outro livro da Thalita, Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática).

A adolescência é sempre uma fase de descobertas, e para o Davi não foi diferente. Seu coração passou a bater em um ritmo diferente ao conhecer Milena, uma garota do curso de astrologia. Mas às vezes, há assuntos do coração que nem o mais inteligente dos cérebros consegue entender…

“Minha cabeça fervilhava com o que tinha acabado de acontecer, eu estava sem chão. Eu! Logo eu, um garoto que dificilmente fica sem palavras, que sempre sabe o que pensar, que tem resposta para tudo!”

Bom, eu gostaria de falar mais sobre esse livro. Na real, eu gostaria de falar MUITO mais coisas sobre a história do Davi, mas eu não posso quebrar uma promessa que eu fiz para a autora. Calma, você não entendeu errado, hahaha. No meio do livro, acontece um grande plot twist, e para não estragar a experiência de leitura de ninguém, a própria Thalita Rebouças deixou um recadinho no final do livro, pedindo para que, quem chegasse até ali, não contasse o que acontecia. E quem me conhece, sabe muito bem, eu odeio contar spoiler, então nesse momento, a minha boca (ou os meus dedos que estão digitando) é um túmulo.

“A saudade é um buraco esquisito no meio do peito, um sentimento com o qual não se aprende a lidar. Você simplesmente vai levando, leva do jeito que dá. Às vezes, a gente dribla a dor, às vezes mata no peito e cabeceia para longe e em outras se agarra com ela sem culpa e chora.”

Confissões de um garoto tímido, nerd e (ligeiramente) apaixonado foi um livro que fez com que me sentisse em uma montanha-russa de emoções. Com ele eu dei boas risadas, chorei e refleti sobre temas que são muito importantes e que (felizmente) estão cada vez mais atuais. Sério, eu queria muito poder comprar todos os exemplares que existem só para poder sair distribuindo e dar a todos a oportunidade de conhecer essa incrível história que já tem um papel muito importante nessa minha vida de leitor <3

Confissões