Resenha – Maze Runner – Correr ou Morrer

Por Santoni
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14 de setembro

Título: Maze Runner: Correr ou Morrer
Título Original: The Maze Runner
Duração: 113 min.
Diretor(a): Wes Ball
Ano: 2014
Nota no Filmow: 3,8/5
Nota no IMDB: 8/10
Gênero: Ação, mistério, ficção-científica.

Resenha:


É complicado começar um review sobre uma adaptação. Ainda mais se você é fã do livro que serviu de material para o roteiro.Então, antes de tudo, quero avisar que esse texto será sobre a visão de um Fã, ok?
 

Dito isso, podemos prosseguir.

Recebi o convite da Fox para a cabine de imprensa do tão aguardado MAZE RUNNER.E Galera, preparem o coração. O filme entra naquele hall de adaptações literárias que valem a pena serem visto, e revistos, e vistos mais uma vez… e outra….

Durante os seus 113 minutos, o longa consegue te prender, te desesperar, te incomodar, fazer você questionar tudo aquilo que está vendo em cena e o melhor: consegue condensar toda a parte essencial do livro, sem deturpar a história. Existem mudanças claro, ADAPTAÇÃO OK, (sem aquele mimimi de fã chato por favor), e ainda assim a essência está presente.

 

O desespero, a dúvida, a descrença, as desavenças, a coragem, a lealdade, todo cerne do livro é desenvolvido em doses nos personagens fazendo você aos poucos criar elos com cada um deles.


Dylan O’Brian leva seu fardo como Thomas pelas quase 2hrs de duração do filme, numa maneira magistral. É o Thomas como vimos no livro, alguém com uma mente brilhante, com coragem e determinado, e isso se mostra em cada cena dele.

Kaya Scodelario como Teresa faz o que tinha que fazer, realmente esperava algo mais do papel dela, mas é bem simples. Não quer dizer que seja ruim, ela cumpre o que precisava, apenas. Esperemos por uma continuação e aí sim veremos do que ela é capaz.

 

Minho não impressiona, Alby merece respeito, Newt é um fofo e o Chuck, gente, o Chuck. Esse sim merecia um destaque um pouco maior visto sua importância emocional. Os blogueiros que assistiram o filme comigo não entenderam minha reação (não ler o livro dá  nisso). Mais ainda assim, cumpre o papel de seu personagem com destreza.

A Parte técnica do filme merece um destaque sem igual para o SOM, Sério, tentem assistir na melhor sala de cinema possível, se puderem ver em IMAX, é minha maior recomendação. O Poder de imersão que o som do filme fornece é algo apenas comparado a LOST e A ORIGEM. Os estalos e barulhos das muralhas mudando durante à noite, e o som dos verdugos é algo que chega a ser assustador.

 

Acaba te deixando apreensivo, esperando a qualquer momento por um ataque deles.

Efeitos especiais é algo que não falarei muito, pois eles estão cada vez mais perfeitos nos dias de hoje. E galera, os verdugos. Como eu queria ver como eles seriam retratados em tela!Quando você lê o livro eles são retratados como bolhas de carne com pedaços de ferros e outras coisas, e eu realmente queria saber como eles fariam algo pra assustar.



Mais do que assustar, o resultado consegue apavorar, é uma máquina enorme, mutante, assustadora que a cada berro e batida de suas patas de aço, fazem o mais corajoso clareano tremer de medo. O Resultado foi espetacular.
 
O Filme se mostra uma montanha russa de emoções. As horas voam, você já esta quase tendo uma crise de ansiedade na poltrona e nos minutos finais, aquele MindBlow espetacular que o livro oferece está ali. Não da forma que você espera, mais ainda assim, chocante e definitivamente perfeito como deixa para um próximo filme.

 

Para aqueles que não leram o livro, a reação então é insuperável.Durante a exibição, notava muitas pessoas desesperadas perguntando para as pessoas ao seu lado o que era aquele lugar, o porque e outras coisas mais. Era notável que estavam perdidos, mas ainda assim, presos na narrativa. E isso é um baita elogio ao filme, pois se prende o espectador comum, ao ponto dele não entender o que acontece, e ele ainda está ali interessado, é algo que poucos fazem.
Trailer:
 
maze-runner-correr-ou-morrer

Resenha – Plants vs. Zombies: Garden Warfare

por Marcos Stankevicius
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12 de setembro
Título: Plants vs. Zombies: Garden Warfare. Desenvolvedor: PopCap Games e Electronic Arts. Ano: 2014. Jogabilidade: Cooperativo (4 jogadores), Multiplayer Gênero: Tiro, Estratégia, Defesa de torre Plataformas: Xbox 360, Xbox One, Microsoft Windows, PlayStation 3, PlayStation 4 Resenha:  

Resenha – Um Herói para Ela

Por Thila Barto
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9 de setembro
Título: Um Herói Para Ela Autor(a): Lu Piras Editora: Novo Conceito Ano: 2014 Páginas: 336 Nota no Skoob: 4.0 Gênero: Romance, Ficção. “Que sapo acreditaria que poderia se transformar em príncipe?” Resenha:  Autora dos livros Equinócio, Polares e A Última Nota

Resenha – As Sete Irmãs

Por Thila Barto
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8 de setembro
Título: As Sete Irmãs 
Título Original: The Seven Sisters
Autor(a): Lucinda Riley
Tradutor(a)Elaine Cristina Albino de Oliveira
Editora: Novo Conceito
Ano: 2014
Páginas: 560
Nota no Skoob: 4.7
Gênero: Ficção; Romance

“Nunca deixe o medo decidir seu destino” 
Resenha:
     Conhecida por seus romances individuais “A Casa Das Orquídeas”, “A Luz Através da Janela”, “A Garota do Penhasco”, “A Rosa da Meia Noite”, “Italian Girl” (ainda não lançado no Brasil), Lucinda Riley embarca em sua primeira saga “As Sete Irmãs”. 
     A história do livro em si é baseada na mitologia das Sete Irmãs das Plêiades, um aglomerado de estrelas existente na constelação de Touro, no qual cada personagem (irmã) do livro recebeu um nome de cada estrela em sua devida ordem. Como em todos os livros da Lucinda, ela retrata uma história no presente e suas certas relações e conexões com passado. 
     O presente, no geral, se passa em Genebra, retratando o personagem Pa Salt que é um marinheiro apaixonado por sua profissão que viaja ao redor do mundo. Com o tempo e suas devidas razões, ele acaba adotando seis meninas (falo isso porque até agora não houve indícios de uma sétima) levando as suas amadas ao seu lar batizado como Atlantis. Antes de morrer, ele escreve uma carta para cada uma de suas filhas e deixa uma pista gravada em um monumento do jardim, um globo com sete anéis como poder se visto na capa do livro, onde cada um desses anéis possuem seus nomes e coordenadas que revelam os locai exatos onde cada uma nasceu, cabendo à elas quererem ou não saber sobre sua origem. O sétimo anel encontra-se em branco, o que faz qualquer leitor imaginar se existia ou não uma sétima irmã.
     No caso desse primeiro livro, o foco principal é a filha mais velha Maia, uma tradutora de português e russo, que descobre sua origem brasileira e parte para o Rio de Janeiro a fim de conhecer o seu passado. Ela é a única entre as irmãs Ally, Star, Cece, Tiggy e Electra que nunca tinha deixado o seu lar.
    A principal pista sobre a família biológica de Maia é uma pedra de sabão deixada juntamente com a carta de Pa Salt que fazia parte do revestimento do Cristo e nela encontram-se dois nomes essenciais para desvendar seu passado. 
     Maia, ao chegar ao Brasil, adentra na história do local com a ajuda de um escritor brasileiro chamado Floriano Quintelas para quem traduziu um livro. Juntos, procuram saber sobre os Cabral na época cafeeira brasileira, o velho mundo Europeu (Paris, em especial), a construção dos mistérios até, enfim, ir atrás da história do tão conhecido Cristo Redentor.
     No geral, achei tudo muito encantador, ainda mais porque dessa vez, o leitor brasileiro conhece o cenário. A descrição parece mais viva com os belos cenários das praias, o samba, as favelas e a desigualdade social.
     Confesso que no início eu comecei a estranhar o modo que a Lucinda estava narrando a história, porque algumas pistas no presente adiantavam partes da história que ela narrava no passado. Logo, quando o passado começava a ser contado você já sabia basicamente tudo o que ia acontecer, o que não era possível nos outros livros da autora já que a mesma guardava todas as revelações para o final. Isso acontece até chegar nas últimas 50 ou 70 páginas, quando ela relata uma surpresa de Maia que finalmente traz um pouco daquelas revelações bombásticas dos outros livros que surpreende tantos os leitores e os fazem gostar tanto das narrativas de Lucinda.
     As últimas páginas foram de tirar o fôlego e tudo acabou fazendo muito sentido. Mas a última página, em si, especialmente o finalzinho, foi tão chocante que fez pensar que estavam faltando páginas ou que tinha algum erro de impressão! Não consegui dormir por um tempo porque a necessidade de ler o próximo era tão grande que eu não parava de pensar o que acontecerá na continuação.
     Assim como todos os livros da Lucinda Riley, a saga de As Sete Irmãs, se continuar nesse nível, promete ser  envolvente e encantadora que prenderá seus leitores do primeiro livro ao final do sétimo.
 
Obs: Só é preciso ter estômago suficiente pra esperar todos os livros saírem, que pra mim, já está sendo uma tortura enorme desde que eu terminei esse.
7irmas