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Quem me conhece sabe que sou um virginiano com uma mania obsessiva por organização. Gosto de pesquisar técnicas, novos métodos e colocar tudo em prática ...
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  Título: Love, Lucy
Autor: April Lindner
Editora: Pop Little Brow
Páginas: 304
Ano: 2015
Gênero: Ficção, Jovem Adulto, Romance
Skoob: Aqui
“When a person really loves something…or someone…You just have to stand back and let them”

Resenha:

Lucy, desde sempre, amou atuar. Passou anos fazendo peças sendo a protagonista em sua maioria e recebendo uma infinidade de elogios em cada papel que fazia. Seu sonho era seguir carreira no teatro e ser bem sucedida, até que um dia, esse mundo teatral que considerava fantástico se tornou um completo pesadelo após esquecer completamente seu monólogo em uma audição.

Dar o seu melhor é o minimo para ela e desapontar as pessoas não está em seu dicionário. Assim, envergonhada e traumatizada, Lucy decide se afastar dos palcos por um tempo devido ao medo gigantesco de ter outro apagão como aquele novamente não só em uma futura audição mas também durante uma apresentação, o que seria muito pior.

Com o fim do colégio, Lucy se depara com a difícil decisão de escolher a faculdade e o curso que faria, mas seu pai já tinha todo seu futuro planejado: ela cursaria na área de finanças/negócios na melhor faculdade da região, e ele só pagaria se ela desistisse de vez de atuar.

Depois de analisar todas as possibilidades, Lucy decide aceitar a proposta do pai, mesmo com esse alto ‘preço’, já que ainda não tinha superado o seu trauma, mas com a condição de que ele pagaria um mochilão pela Europa para ela durante suas férias, incluindo a cidade que ela ansiava em conhecer após assistir inúmeras vezes seu filme favorito com Audrey Hepburn: Roma.

Roman Holiday, 1953.

Assim, ela parte com sua amiga Charlene para maior aventura de suas vidas e Lucy promete aproveitar ao máximo cada segundo, pois ela sabia que assim que voltasse ao seu país seu sonho como atriz seria enterrado. Quando finalmente chegam na Itália, o último país do roteiro, o inesperado acontece: Lucy se apaixona por um cantor de rua, Jesse Palladino, dificultando ainda mais sua volta.

Como tudo se desenrola? Só lendo você irá descobrir.


Assim que vi o livro e li a sinopse 
me identifiquei logo de cara! Não que eu seja atriz, hahaha, mas pelo amor que tenho pelo teatro e filmes clássicos – entre meus favoritos está Roman Holiday -, e também porque fiz um mochilão com cidades muito semelhantes citadas no livro, incluindo Roma.

Então é claro que iniciei a leitura com uma curiosidade insana e com expectativas altíssimas, mas elas foram atendidas? De certa forma sim. A narrativa é leve, divertida, sem enrolação alguma e April Lindser descreve os cenários lindamente e com maestria, mas não fui surpreendida em nenhum momento, então, se eu fosse classificar em estrelas, daria 4 de 5.

Super recomendo a leitura! Dá vontade de entrar em sites de viagem e comprar passagens só para ter as mesmas experiências que Lucy.

Leiam, leiam e leiam.

🙂

 Título: Love, Lucy Autor: April Lindner Editora: Pop Little Brow Páginas: 304 Ano: 2015 Gênero: Ficção, Jovem Adulto, ...
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Título: Tartarugas Até Lá Embaixo
Título Original: Turtles All The Way Down 
Autor(a): John Green
Tradutor(a): Ana Rodrigues
Editora: Intrínseca
Ano: 2017
Páginas: 269
Perfil no Skoob: aqui
“O verdadeiro terror não é ter medo, é não ter escolha senão senti-lo”

Aza Holmes é uma garota de Indianápolis um tanto fora do comum. Ela sofre com TOC, transtorno obsessivo-compulsivo, e tem um medo tremendo de bactérias – principalmente da C.diff – já que nosso corpo é composto por trilhares delas. Assim, em qualquer ação que consideramos normal, Aza imagina como as bactérias reagem dentro de seu corpo, desde como elas digerem um alimento até o que acontece com as bactérias trocadas durante um beijo, e se vê presa em uma espiral de pensamentos sem fim. É um ciclo do qual não consegue sair.

Sente-se como se não pertencesse a si mesma. Que seu corpo é comandado por infinitos organismos, menos ela mesma. E quando se sente ameaçada – o que acorre com um certa regularidade -, ela pega seu celular e pesquisa se está com risco de contrair a C. diff e morrer.

“Acho que eu não gosto de ter que viver num corpo, se é que isso faz sentido. Acho que talvez, no fundo, eu seja só um instrumento, uma coisa que existe apenas para transformar oxigênio em dióxido de carbono, um mero organismo nessa… nessa imensidão toda. E é um pouco aterrorizante pensar que o que eu considero como o meu… abre aspas, meu eu… fecha aspas… não está nem um pouco sob meu controle. […] E se a gente não pode escolher o que faz nem o que pensa, então talvez a gente não seja real, sabe? Talvez seja uma mentira que estou sussurrando para mim mesma e nada mais.”

Ao longo dos anos acabou ficando com um machucado no dedo médio de tanto apertar com a unha na região para sentir que era real. Como conseguia abrir um talho facilmente na pele, sempre colocava um band-aid no dedo para não infeccionar, logo, mais uma vez, entrava em uma espiral de pensamentos imaginando quantas bactérias estavam ali no machucado, se precisava fazer sangrar mais para sair a infecção, em quantas horas teria que trocar o band-aid e quantas vezes teria que passar o anticéptico. Outro ciclo do qual não conseguia sair.

Bom, o livro começa com o desaparecimento do bilionário Russell Picket, que fugiu na noite anterior à data marcada para o cumprimento da ordem de prisão por fraude e suborno, abandonando seus dois filhos, Davis e Noah, na grande mansão somente com os empregados e um tuatara – um réptil do tempo dos dinossauros que Russell idolatrava e para quem deixaria TODA sua fortuna quando morresse. Sim, caro, você não leu errado. O pai não deixaria NENHUMA herança para os próprios filhos! Segundo ele, o tuatara tinha que ser estudado pois acreditava que o animal era a chave para descobrir como prolongar a vida. Louco né?

Mas a questão é: Qualquer pessoa que fornecesse alguma informação sobre seu paradeiro, ganharia cem mil dólares de recompensa.

De olho na gorda recompensa, Daisy, melhor amiga de Aza, que trabalha no Chuck E. Cheese’s, autora de uma fanfic um tanto famosa de Star Wars com foco no relacionamento amoroso de Chewbacca e Rey, e a melhor personagem do livro – ela é SENSACIONAL! -, vê uma possibilidade de ganhar o dinheiro já que Aza foi amiga próxima de Davis quando crianças. 

Depois de convencer Aza, as duas embarcam nessa aventura para descobrir o paredeiro de Russell (não sei se o sobrenome de Aza, Holmes, tem alguma relação com Sherlock, mas prefiro acreditar que sim, haha ♥), que rendeu algumas desventuras, surpresas, noites olhando as estrelas, poemas, discussões sobre Star Wars e muitos, mas muitos encontros no Applebee’s.

Eu estava muito curiosa para ler o livro, ainda mais porque John Green revelou que o livro não se trata somente de uma história fictícia, mas que ela também possui uma relação direta com sua vida pois ele também sofre de uma doença mental. Então, assim que lançou, comprei sem pensar duas vezes e me atirei de cabeça na leitura.

O que achei?

Não sei explicar muito bem… É aquele famoso dilema “gostei mas não gostei”, rsrs. Não fiquei convencida com alguns diálogos pois acho difícil acreditar que adolescentes falem da mesma forma que está no livro. Isso me incomodou algumas vezes, então não consegui me doar totalmente durante a leitura.

As marcas do autor que eu tanto adoro estão presentes: várias reflexões, autoconhecimento, personagens singulares, humor e até aquele final que não é final mas é final, hahahaha. Pera! Confesso que esse ‘final que não é final mas é final’ eu não adoro, mas é outro exemplo do gosto mas não gosto, rsrs.

Enfim, eu super recomendo a leitura. De vez em quando é confusa e um tanto doida, mas divertida com toda a certeza!

“Você é uma pessoa de verdade tanto quanto qualquer outra, e suas dúvidas a tornam ainda mais real, não menos.”

🙂

 

Título: Tartarugas Até Lá Embaixo Título Original: Turtles All The Way Down  Autor(a): John Green Tradutor(a): Ana Rodrigues Editora: Intrínseca Ano: 2017 Páginas: 269 ...
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Título: Como se Casar Com um Marquês
Título Original: How To Marry a Marquis
Autor(a): Julia Quinn
Tradutor(a): Ana Rodrigues
Editora: Arqueiro
Ano: 2017
Páginas: 319
Perfil no Skoob: aqui
Gênero: Romance de Época, ficção.

“Está sentindo? – sussurrou ele, pousando a mão dela sobre seu coração.  Está batendo por você. E isso? Perguntou levando a mão aos lábios dele, sou eu respirando por você. E meus olhos enxergam por você. ♥ ♥ ♥ James Siddons, o Marquês de Riverdale

“COMO SE CASAR COM UM MARQUÊS”, o segundo e último livro da série Agentes da Coroa, é superior ao primeiro em todos os meus pontos relevantes para uma boa leitura: enredo, fluidez na leitura e desenvolvimento de personagens. Não lembra nem de longe a repetição dos diálogos, a morosidade das cenas e a confusão no plot do 1° livro da série. O salto de JULIA QUINN entre um livro e outro foi simplesmente vertiginoso.

ELIZABETH HOTCHKISS acaba de abraçar seu doloroso e irremediável destino, ela terá que de se casar com alguém rico suficiente para cuidar dela e de seus três irmão menores. Órfãos de pai e mãe há cinco anos, Lizzie trabalha como dama de companhia para Lady Danbury para sustentar os irmãos, mas o dinheiro não é o bastante para debutar Susan e Jane, e principalmente, mandar seu irmão Lucas para estudar em Eaton.

Mas Elizabeth é uma garota do campo e nunca teve uma temporada em Londres, ela não tem a menor vaga ideia de como conquistar um pretendente. Em uma tarde na biblioteca de Lady Danbury, um livro chama à atenção de Elizabeth. Um pequeno quadrado de capa dura e encadernação vermelha parece atraí-la como um imã. Sem conseguir dominar sua curiosidade, Lizzie pega o pequeno caderno e lê em sua capa: “Como se Casar Com Um Marquês”.

Trata-se de um manual com uma série de regras de como laçar o homem dos sonhos. É claro que tudo aquilo lhe parece ridículo. A vida de Elizabeth não tem espaço para esse tipo de futilidades, mas para quem não sabe absolutamente nada, qualquer ajuda pode ser útil, então, contrariando todo o seu bom senso, ela pega o livro da biblioteca de Lady Danbury e decide leva-lo para casa, apenas para uma breve análise…

LADY DANBURY está sendo chantageada. Situação esta mais do que conveniente para solicitar a ajuda de seu querida sobrinho JAMES Sidwell, o MARQUÊS DE RIVERDALE.

James aceitou o convite da tia de muito bom grado, precisava sair de Londres para fugir da atenção das debutantes e suas mães desvairadas, e o mais importante, ajudar sua tia Agatha de quem tanto gosta.

James, que sempre que trabalhou para o Departamento de Guerra, já analisou os dois bilhetes enviados pelo chantagista, e a Mansão Danbury será seu primeiro local de exploração, mas não poderá trabalhar como o Marquês de Riverdale se quiser se infiltrar entre os empregados. Ele precisará de um disfarce. Para tanto, decidi assumir a identidade de JAMES SIDDONS, um administrador contratado por Lady Danbury para cuidar de sua propriedade e assuntos particulares.

Embora James declare, em um primeiro momento, que Elizabeth Hotchkiss é sua potencial suspeita essa hipótese não se sustenta nem por um único dia. Elizabeth, além da criatura mais doce e boa que James já conheceu, é profundamente preocupada com o bem estar, devotada e admiradora de sua empregadora, ou seja, a última da lista das prováveis suspeitas.

Ainda assim, ele sabe que ela tem algo a esconder. Elizabeth, por sua vez, vê em James o alvo perfeito para treinar o seu nenhum manejo com o sexo masculino. O livro “Como se Casar Com o Marquês” traz vários truques e ela precisa treinar com alguém, certo?

AMIGOS, QUE LIVRO, HEIN? Eu fico realmente satisfeita quando sou assertiva em minha previsões, mas, confesso, nem eu espera um livro tão bom, e é BOM MESMO!!!! Sério, nem parece que foram escritos um após o outro.

Tudo bem – e não sei se isso aconteceu com mais alguém – que na página vinte eu já sabia exatamente o que estava acontecendo, e exatamente como o livro acabaria (mas não sabia o desenrolar, só sabia o desfecho do plot), MAS ISSO TEM UMA ÓTIMA EXPLICAÇÃO!

Nós começamos a ler Julia Quinn um pouco tarde, ou seja, com os Bridgertons, conhecemos bem demais seus personagens, como eles funcionam e do que são capazes. Não vou falar mais nada para não dar spoilers, mas quem tiver de me entender, já entendeu E BEM o que quero dizer.

E Elizabeth é meu tipo de mocinha: destemida, inteligente, altiva, boa, sincera, livre e autentica – e James e meu tipo de mocinho: engraçado, sincero, inteligente, sedutor, despretensioso, humilde e BEMMMM moderno para a época. Não tinha o que dar errado, meu povo!

O livro têm a participação de Caroline e Blake, agora Sr. E Sra. Ravenscroft e até aqui, eles deixaram o livro confuso e moroso. Acho que o problema é o casal, sabe?

Achei uma pena a série acabar por aqui. Julia se saiu tão bem neste livro que eu já estava querendo um livro para casar cada um dos irmãos de Elizabeth.

Título: Como se Casar Com um Marquês Título Original: How To Marry a Marquis Autor(a): Julia Quinn Tradutor(a): Ana Rodrigues Editora: Arqueiro ...
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Todo mundo que é apaixonado por livros sente aquela necessidade de sempre ler mais e mais histórias. Poder abrir um livro e sentir aquela sensação de viajar por mundos habitados por seres fantásticos, presenciar o primeiro beijo de um casal e torcer por eles até o fim, ou até mesmo coletar as pistas de um crime a fim de descobrir o culpado antes de chegar a última página, é algo inexplicável, traz aquele quentinho no coração que só quem é leitor de carteirinha consegue entender. Mas será que para sentir tudo isso, obrigatoriamente temos que ter folhas de papel em contato com as pontas de nossos dedos?

O primeiro contato que tive com livros digitais foi há mais ou menos dez anos, antes mesmo de eu saber que existia o termo ebook e que essa prática já era comum (para quem não sabe, o Kindle, um dos mais populares eReaders, foi lançado nessa época). Foi graças à Harry Potter que eu pude começar a me abrir para essa nova forma de leitura. Quando Relíquias da Morte foi lançado, na época eu não pude comprar a versão física, já que os preços dos livros da série eram muito caros, mas por conta do destino, o arquivo em bloco de notas (sim, você leu certo) contendo todo o conteúdo do livro, chegou até mim graças a uma amiga da escola.

Devo confessar que não consegui ler o livro todo nessa versão, pois ainda não era acostumado a esse tipo de leitura, e vamos combinar que ler pelo computador não chega a ser muito agradável para nossos olhos, principalmente quando somos pessoas que passam horas seguidas lendo, mas a partir daquela época, vários livros em PDF passaram, aos poucos, fazer parte do meu dia-a-dia.

Os livros físicos sempre foram um caso de amor para mim. Quem nunca abriu um livro e sentiu aquele cheirinho de páginas novas? Ou o colocou na estante e ficou admirando como ele se encaixava perfeitamente aos que já existiam ali antes dele? Um match perfeito que faz nossos olhos brilharem.

Acontece que eu nunca tive muito espaço para guardá-los. Até pouco tempo atrás, eu dividia o quarto com meus dois irmãos, o que fazia com que o pouco de espaço que eu tinha para guardar meus livros, tivesse de ser compartilhado com jogos de vídeo game e instrumentos musicais. Isso fez com que eu começasse a optar por livros digitais, o que diminuiu um pouco a briga por espaço que havia em casa.

Mesmo já estando um pouco mais habituado aos ebooks, que passei a ler no celular ao invés do computador, eu ainda tinha minha preferência pelos formatos físicos.  Foi só quando eu comprei meu primeiro eReader, um Kobo Glo, foi que esse caso extraconjugal se tornou uma linda história de amor. Os ebooks passaram a ser minha primeira opção graças aos inúmeros benefícios que o aparelho me trouxe.

Começando com a quantidade de espaço que economizei. Mesmo hoje morando sozinho e não tendo mais que dividir o quarto com meus irmãos, o espaço que eu gastaria com aquela quantidade exacerbada de livros, agora eu posso utilizar com outras coisas e não mais ficar parecendo um acumulador.

A facilidade de locomoção também foi outro fator muito importante para mim. Eu sempre gostei muito de ler no trajeto de casa para o trabalho, e a quase uma hora que passava no transporte público, era sempre utilizada para ler um ou dois capítulos. Mas ler um livro físico, principalmente quando não se está sentado no ônibus, é algo absurdamente incômodo. O livro sempre pesava demais e virar as páginas era um sacrifício. Com o eReader, que chega a ser mais leve que meu celular, me senti mais livre e seguro para ler nesse tipo de situação. Sem falar que eu não precisava mais me preocupar em acabar uma leitura durante o dia e não ter nenhuma outra para começar, já que o aparelho tem espaço para milhares de títulos. Eu tinha, literalmente, uma biblioteca inteira na palma da minha mão.

Mas se tem uma coisa que eu amo nos eReaders, são as estatísticas de leitura. A função faz um monitoramento no meu ritmo de leitura e consegue me informar dados como a quantidade de minutos que levarei para ler o capítulo atual, o próximo capítulo e o tempo estimado para terminar o livro. E, pelo menos para mim, essas estimativas sempre foram muito precisas. Me sinto muito mais tranquilo ao iniciar um capítulo já sabendo qual a hora exata que vou terminá-lo, porque se tem uma coisa que eu odeio, é ter que descer do ônibus sem ter terminado o capítulo.

Hoje em dia é possível encontrar diversos modelos e marcas de eReaders no mercado, entre os mais populares estão o Kindle, da Amazon, o Kobo, comercializado pela Livraria Cultura, e o Lev, da Saraiva. Infelizmente, os livros digitais, apesar de já terem conquistado seu espaço entre os leitores, ainda são vendidos por valores não muito agradáveis, chegando a custar quase o mesmo de um livro físico. O preço, que deveria ser um fator positivo para o ebook na hora da compra, acaba sabotando as vendas do formato digital.

Talvez a maior polêmica envolvendo os ebooks é que eles serão o fim dos livros físicos. Vamos deixar uma coisa bem clara? O DIGITAL NÃO SUBTITUI O FÍSICO! Não importa se você prefere um ou outro, muito menos ficar criando brigas a fim de decidir qual é o melhor. Não, esse não é o objetivo. HÁ ESPAÇO PARA TODOS! O importante é não deixar de ler o que gosta.

Todo mundo que é apaixonado por livros sente aquela necessidade de sempre ler mais e mais histórias. Poder ...
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Título: Ted Talks
Título original: Ted Talks
Autor: Chris Anderson
Tradução: Donaldson Garschagen e Renata Guerra
Editora: Intrínseca
Páginas: 240
Página no Skoob: Clique aqui

“A facilidade para falar em público não é um dom congênito concedido a alguns felizardos, mas um amplo conjunto de aptidões. Existem centenas de maneiras de dar uma palestra, e todo mundo pode descobrir uma linha correta para si e adquirir as qualificações para realizá-la de forma satisfatória.”

Quem nunca ficou nervoso diante de uma apresentação? Quem não perdeu uma oportunidade por medo de falar em público? Certamente todo mundo já passou ou ainda vai passar por uma situação de desconforto ao precisar fazer alguma apresentação.

Admitimos o problema, agora vamos para o passo seguinte: tratamento. Falar em público não é tão terrível assim como imaginamos na nossa cabeça, requer apenas preparo e equilíbrio. Aos poucos, com treinamentos e exercícios vamos dominando nossas emoções e corpo, de forma a nos acalmar quando estivermos diante de uma plateia.

E é então que chegamos ao Ted Talks. Escrito por Chris Anderson, o livro traz ensinamentos práticos e ferramentas que nos auxiliam diante de um grande público. O autor deixa bem claro que não se trata de uma passo a passo para uma palestra de sucesso, mas sim um guia que te ajudara nisso.

“Por mais que sejam importantes hoje, as aptidões para falar em público se tornarão fundamentais no futuro.”

O TED se tornou uma grande referência em palestras curtas e de grandes impactos. Ao longo dos anos, as palestras ganharam força e o TED desenvolveu diversos projetos para incentivar e espalhar essa iniciativa. As apresentações são disponibilizadas semanalmente tendo um alcance gigantesco.

Chris aborda todos os elementos envolvidos, seja antes, durante ou depois. É um processo de aprendizado interno, de dominar nossas emoções e saber transmitir da melhor forma aquilo que queremos expressar. Na maioria dos casos, o autor brilhantemente usa como embasamento casos reais, em apresentações que o TED realizou. Há uma playlist no próprio site do TED com todas as palestras citadas, então é super recomendado intercalar entre leitura e vídeos. Assim aprendemos não só na teoria, mas analisamos também na prática o que o autor está querendo nos dizer.

Infelizmente não é com apenas um livro que você sairá pronto para enfrentar uma plateia. Ainda assim, Ted Talks já é um passo enorme nesse caminho e que com certeza ensinará muitas coisas que você levará para o resto da vida.

“O futuro ainda não está escrito. Estamos todos nós, coletivamente, no processo de escrevê-lo. Há uma página aberta – e um palco vazio – à espera de sua contribuição.”

Título: Ted Talks Título original: Ted Talks Autor: Chris Anderson Tradução: Donaldson Garschagen e Renata Guerra Editora: Intrínseca ...
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Título: Como Agarrar Uma Herdeira
Título Original: To Catch an Heiress 
Autor(a): Julia Quinn
Tradutor(a): Ana Rodrigues
Editora: Arqueiro
Ano: 2017
Páginas: 292
Perfil no Skoob: aqui
Gênero: Romance de Época, ficção.
“pa.li.a.ti.vo (adjetivo). Que dá alívio superficial ou temporário. 
Estou aprendendo que um beijo é um fraco paliativo quando o coração de alguém está partido. “

– Do dicionário pessoal de  Caroline Trent

Olha, eu estava muito curiosa para ler este livro. “COMO AGARRAR UMA HERDEIRA” é o 1° livro da série Agentes da Coroa, foi escrito em 1998 e foi o sexto livro de JULIA QUINN a ser publicado, ou seja, certamente  era um pouco diferente do que estamos acostumados a ler nos dias de hoje, mas falo sobre isso um pouco mais para frente.

CAROLINE TRENT precisa desaparecer, e rápido. Seu tutor, o desprezível Oliver Prewitt, deu ordens expressas a seu filho Percival para que a desonre. Uma maneira prática de forçá-la a se casar e levar toda a herança que Caroline irá receber em seis semanas, quando completará vinte e um anos.

Mas Caroline já passou por poucas e boas e não se deixa engana tão fácil. Na noite em que Percival planejava atacá-la, ela livra-se de suas garras e, sem muita dificuldade, foge de Prewitt Hall na intenção de voltar apenas após sua maioridade para reclamar o que é seu por direito.

BLAKE RAVENSCROFT está em sua última missão de espionagem para o Departamento de Guerra, e como sempre, convicto de suas suspeitas, Oliver Prewitt não apenas está contrabandeando seda e whisky, mas nos últimos meses vem permitindo que seus carregamentos leve mensagens diplomáticas aos espiões de Napoleão. Isso era alta traição a Coroa Inglesa.

Tudo com a ajuda de sua comparsa, a espiã Carlotta De Leon, que será capturada está noite, pois durante sua tocaia, acaba de surpreender uma mulher fugindo de Prewitt Hall na calada da noite. Só poderia ser a procurada espiã. 

Blake arrasta a perigosa mulher para sua casa para interrogatório, pois está mais do que certo que irá arrancar dela tudo o que precisa para levar Oliver Prewitt para a forca. Caroline, apesar de assustada, bastante satisfeita, pois acaba de resolver dois problemas de uma só vez: arrumou um lugar onde passar as próximas seis semanas e acaba de descobrir que seu tutor é um traidor prestes a ir – na melhor das hipóteses – para cadeia.

Apesar de até enganar Blake por algum tempo, a farsa é logo desmascarada pela chegada de seu amigo e parceiro de espionem, o Marquês de Riverdale, o único que já esteve com Carlotta De Leon, e portanto, sabe que o amigo capturou a mulher errada.

Aliás, o Marquês é peça fundamental neste livro, pois é ele que irá nos guia por entre os conflitos e as dolorosas lembranças de Blake.

*Fiquei fe-li-cís-si-ma quando soube que o livro II da série era sobre James, o Marquês de Riverdale, me apaixonei por ele assim que ele entrou em cena. Sabe aqueles personagens de Julia Quinn que na primeira página você já sabe que vão dar o que falar, pois é, assim é James Sidwell. 

Deste ponto do livro em diante, a coisa é mais ou menos assim: Caroline precisa de uma lugar para ficar, porque tem que ficar escondida até que possa voltar e reclamar sua herança. Blake só tinha um problema, e com data marcada para acabar, agora tem uns trinta e só Deus sabe se algum deles vai realmente acabar. Por mais que Blake concorde que Caroline pode ajudar nas investigações, ele sabe que mantê-la por perto é uma tentação enorme, e depois, quem garante que ela não vai colocar a si e a todos eles em risco?

Isso se ela não destruir a casa dele primeiro, não é?

Eu não vou muito sobre a história, até porque, não tem muito o que ser dito. Esse livro é do início da carreira da Julia e para mim foi uma verdadeira aula.

Foi muito bacana ver uma das autoras que mais gosto em início de carreira. Não tenho o menor medo em afirmar que o livro tem algumas falhas, e que poderia ter, facilmente, cinquenta páginas a menos, mas que ainda assim, é maravilhoso, afinal, é Julia Quinn, amigos.

Tenho quase certeza que deste livro para o segundo da série – esta série só têm dois livros – estas mesmas cinquenta páginas não estarão sobrando, e sim faltando, mas voltarei muito em breve para confirmar.

Título: Como Agarrar Uma Herdeira Título Original: To Catch an Heiress  Autor(a): Julia Quinn Tradutor(a): Ana Rodrigues Editora: Arqueiro Ano: 2017 Páginas: 292 Perfil ...
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