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site atualizado há 3 dias
Título: Você tem a vida inteira Autor: Lucas Rocha Gênero: Romance, YA, LGBT Editora: Galera Record Páginas: 287 Ano: 2018 Skoob: Aqui “O primeiro passo é
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Título: Whitney, Meu Amor Título Original: Whitney, My Love Autor(a): Judith McNaught Tradutor(a): Vera Maria Marquês Martins Editora: Bertrand Brasil Ano: 2018 Páginas: 490 Perfil no Skoob: aqui
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Título Original: The Love Letter Autora: Lucinda Riley Editora: Pan Macmillan Ano: 2018 Páginas: 576 Página no Skoob: Clique aqui “Love has us make the most reckless – and often misguided
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Título: A mágica da arrumação
Título original: Jinsei Ga
Autora: Marie Kondo
Tradução: Marcia Oliveira
Editora: Sextante
Gênero: Autoajuda
Ano: 2015
Páginas: 160
Skoob: Aqui

Sinopse:A Mágica da Arrumação se tornou um fenômeno mundial por apresentar uma abordagem inovadora para acabar de vez com a bagunça. Aos 30 anos, a japonesa Marie Kondo virou uma celebridade internacional, uma espécie de guru quando o assunto é organização. Seu método é simples, porém transformador. Em vez de basear-se em critérios vagos, como jogue fora tudo o que você não usa há um ano, ele é fundamentado no sentimento da pessoa por cada objeto que possui. O ponto principal da técnica é o descarte. Para decidir o que manter e o que jogar fora, você deve segurar os itens um a um e perguntar a si mesmo: “Isso me traz alegria? Você só deve continuar com algo se a resposta for sim”. Pode soar estranho no começo, mas, acredite, é libertador. Você vai descobrir que grande parte da bagunça em sua casa é composta por coisas dispensáveis. Prático e eficiente, este método não vai transformar apenas sua casa, ele vai mudar você. Rodeado apenas do que ama, você se tornará mais feliz e motivado a criar o estilo de vida com que sempre sonhou.”

Eu relutei por muito tempo começar a ler A Mágica da Arrumação, talvez por causa daquele preconceito literário que eu, mesmo sem querer, continuava nutrindo, ou então por não acreditar que ele me ensinaria muita coisa, já que sou um típico virginiano com fixação por coisas organizadas. Mas para minha própria surpresa, eu gostei desse livro bem mais do que esperava.

As ideias da Marie Kondo não batem muito com as minhas, suas ações e motivações partem muito para o lado das emoções das coisas e da própria pessoa, eu costumo ser um pouco mais racional. E sobre o aprendizado em si, o livro realmente não apresenta tantas novidades ou métodos, é mais sobre você aprender a descartar coisas que não te fazem feliz.

Mas apesar dos métodos serem básicos, esse livro me deu uma grande injeção de ânimo para colocar as coisas em prática. Das vezes que estava lendo na rua, eu ficava louco para chegar em casa e jogar todas as minhas roupas no chão e começar a decidir o que eu queria manter e o que não, o que de fato aconteceu.

Outra coisa que eu achei interessante foram as histórias que a Marie conta, suas experiências da infância e com seus clientes, da qual ela prestava consultoria. Foi engraçado e assustador ver o quanto eu me enxergava em alguns deles.

Infelizmente, após os capítulos iniciais, o livro se tornou uma grande encheção de linguiça. A autora passou páginas e páginas repetindo coisas que ela já havia falado no começo (descartar roupas primeiro, depois livros, depois papeladas, itens variados e itens de apego sentimental…). Todo o clima leve e descontraído que ela havia construído, se tornou algo maçante. Mas como o livro é relativamente curto, esse problema não durou muito, pois logo eu havia chegado ao final.

Finalizei a leitura bem satisfeito, mesmo com aqueles pontos que não eram tão bons. Acredito que para quem precisa de um empurrãozinho para começar a colocar as coisas em ordem, esse é o livro perfeito.

Título: A mágica da arrumação Título original: Jinsei Ga Autora: Marie Kondo Tradução: Marcia Oliveira Editora: Sextante Gênero:
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Título: Uma estranha em casa
Título original: A stranger in the house 
Autora: Shari Lapena
Tradução: Márcio El-Jaick
Editora: Record
Gênero: Suspense; Mistério
Páginas: 266
Ano: 2018
Skoob: Aqui

Você sabe com quem está casado?

Karen Krupp é a típica cidadã exemplar: tem um bom emprego, um casamento estável, nunca se envolveu em brigas, tem um ótimo relacionamento com os vizinhos, etc. Tudo isso começa a mudar quando ela se envolve em um estranho acidente de trânsito. Dirigindo em alta velocidade e após ultrapassar diversos sinais vermelhos, Karen bate o carro e sofre traumatismo craniano, fazendo com que ela perca suas memórias recentes, esquecendo o motivo de estar em um bairro suspeito e dirigindo como se estivesse fugindo de algo.

Paralelo a isso, o corpo de um homem é encontrado em um restaurante abandonado, com três tiros, sendo dois deles no rosto. Tudo parecia ser mais um caso de assalto, comum em bairros perigosos como esse, mas algumas pistas começam a surgir e fazer com que o rumo dessa investigação fosse alterado, transformando Karen na principal suspeita.

Tom Krupp, marido de Karen, não acredita que a esposa esteja envolvida em algo assim, mas conforme as pistas vão surgindo, sua confiança fica abalada. Será mesmo que a esposa seria capaz de matar alguém? Será que ela realmente perdeu a memória? Ou isso é só mais um plano dessa pessoa que agora ele não tem certeza se realmente conhece?

A partir daí toda a trama é construída nesse thriller a fim de confundir a todos, inclusive o próprio leitor.

Com um enredo desses, Uma estranha em casa tem tudo para ser uma história instigante, daquelas que vai prender o leitor e deixá-lo curioso até a última página, mas infelizmente não é isso que acontece.

A escrita é rasa demais, o que não permitiu que eu me apegasse à nenhum dos personagens. Tem hora que o texto é tão corrido que no começo da página era apresentado um mistério que já seria solucionado no fim da mesma, e da forma mais clichê possível. Acredito que a ideia da autora tenha sido criar uma história com um ritmo acelerado, mas ao invés disso, passou uma imagem de não saber desenvolver bem sua história, não dando nem tempo de o leitor digerir o que tinha acabado de ler.

Mas nenhum problema foi tão grande para mim quando o fato de tudo nesse livro ser extremamente previsível. Sabe quando o livro fica te alertando o tempo todo, como se dissesse “cuidado que pode ser que tal coisa aconteça ali na frente” e, de repente, realmente acontece? Isso acontece o tempo todo, o que foi muito frustrante, porque eu sinto que poderia ter tido muitas surpresas se não fossem esses “avisos” durante a leitura.

Infelizmente ter um plot misterioso não fez com que Uma estranha em casa se tornasse um livro incrível, no máximo chegou a ser uma história bem okay, daquelas que você vai ler num dia e esquecer no outro, já que nada é marcante demais.

Para quem ainda assim quiser se arriscar com essa leitura, boa sorte.

Título: Uma estranha em casa Título original: A stranger in the house  Autora: Shari Lapena Tradução: Márcio El-Jaick Editora: Record
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Título: A Gaiola Dourada
Título Original: Gilded Cage
Autor(a): Vic James
Tradutor(a): Maryanne Linz
Editora: Galera Record
Ano: 2018
Páginas: 415
Página do Skoob: Clique Aqui

“Always look at the people, not at the mass. A face, not the crowd. Look at the world, not at the ground. Every little detail you see is a victory.”

Ok, confesso que fiquei interessada nesse livro no começo só pelo brinde lindinho que veio junto de uma gaiola com um frasco de vidro cheio de glitter dourado rs. Mas, não é o que o livro surpreendeu

Se você também é uma pessoa indignada com as injustiças desse mundo e gosta de ler livros de YA, pode ler agora mesmo que tá mais do que recomendado. Curioso? 

A Gaiola Dourada, de Vic James, é o primeiro da trilogia Dons Sombrios e apresenta ao leitor uma Grã Bretanha nos tempos atuais dividida entre duas classes sociais: a dos ricos e, bem, o restante da população. A questão é que quem não faz parte da elite inglesa precisa se sujeitar a cumprir 10 anos de escravidão durante algum período da sua vida em que você tem *uau* a liberdade de escolher! (ironia gente). 

Importante mencionar que essa elite inglesa são tipo mutantes com poderes especiais, só podem casar entre eles para seguir as linhagens e seguem uma democracia completamente hipócrita e conservadora. Esse absurdo da escravidão serve como um tratado dessa sociedade fictícia para uma tal de ‘paz entre a elite mutante e o restante da população escrava’. E quando digo escravidão, o livro descreve bem os campos de concentração com trabalhos manuais pesados e todos os tipos de crueldade possíveis ):… Pra ficar mais absurdo, você recebe benefícios e vantagens após cumprir os 10 anos e é tratado como herói pela sociedade. Nojento né? 

No meio disso tudo, está a família Hadley. Abi Hadley está prestes a começar a faculdade, porém decide junto a seus pais que está na hora de cumprir os anos de escravo já que recebeu uma boa proposta: Abi teve a grande sorte de sua família ser aceita como escrava na casa da família Jardine, a elite mais poderosa de toda a sociedade. E assim é feito, Abi, seus pais, e seus irmãos menores, Luke de 16 anos e Daisy de 8 anos, deixam de ser pessoas e se tornam coisas, escravos. O problema? É que na hora de serem levados ao seu terrível destino, Luke é separado da família pois não foi encontrado uma função para ele na casa dos Jardine e é enviado a um dos piores campos de concentração, Millmoor.  

Na residência dos Jardine, a mãe de Abi passa a trabalhar como enfermeira, enquanto o pai como mecânico, Daisy como ama de uma filha bebê bastarda da família e Abi na parte de administração trabalhando diretamente com o filho Jardine do meio,Jenner, e bom,nada de surpreendente quando ela se apaixona por ele. Aos poucos eles começam a se costumar com a vida lá, mesmo separados de Luke, porém os poderes da família Jardine e as verdades sobre aquela elite suja e com sede de sangue começam a mostrar todas as mentiras envolvidas. Enquanto isso, Luke sofre todos os tipos de adversidade em Millmoor e acaba se aliando a um grupo de resistência rebelde liderada por um médico e que o transforma radicalmente. Logo, seu destino se junta novamente a sua família, e vda pior maneira possível. E pra saber como, você vai ter que ler. 

Importante mencionar que o livro é contado a partir dos diferentes pontos de vistas dos personagens, mas é recomendável ler na ordem cronológica pra você não perder nenhum evento importante.  O que achei um pouco ruim é que o tempo não é muito explorado e de repente se passam meses na narrativa e não está especificado em nenhum lugar.

O livro é bom, mas sinceramente – aí já sou eu dando minha opinião – se não existissem esses “poderes” mutantes, o livro seria mais significante e sua crítica mais próxima do real , afinal ainda temos uma escravidão velada hoje em dia que mata pessoas toda hora e que dura muito mais do que 10 anos. Precisamos de mais Lukes Hadley no mundo. 

E que venha o segundo livro!

Título: A Gaiola Dourada Título Original: Gilded Cage Autor(a): Vic James Tradutor(a): Maryanne Linz Editora: Galera Record Ano: 2018 Páginas: 415
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Título: Liberdade
Título Original: Liberty: The Spy Who (Kind of) Liked Me
Autor(a): Andrea Portes
Tradutor(a): Alda Lima
Editora: Galera Record
Ano: 2018
Páginas: 335
Página do Skoob: Clique Aqui
Gênero: Young Adult; Mistério; Ficção

Paige Nolan, metodicamente falando, é uma estudante de Bryn Mawr de 17 anos de idade.

Acredito que lendo esta descrição, você, caro leitor, até imagina que ela é apenas uma garota comum, mas Paige possui um certo atributo que exclui a palavra ‘comum’ de sua personalidade: ela possui um distúrbio chamado “transtorno dissociativo”, que também é conhecido como ‘distúrbio de conversão’. Resumidamente falando, se trata de um transtorno mental no qual a pessoa  sofre de um desequilíbrio psicológico, havendo alterações na consciência, memória, identidade, emoção, percepção do ambiente até controle dos movimentos e comportamento (Você pode saber mais sobre o transtorno clicando aqui). (mais…)

Título: Liberdade Título Original: Liberty: The Spy Who (Kind of) Liked Me Autor(a): Andrea Portes Tradutor(a): Alda Lima Editora: Galera
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Samantha é um estrela mirim dos anos 80, tida como a criança mais amada do Brasil.

Ela integrava um dos maiores grupos da época, a Turminha Plimplom!

A Turminha tinha seu próprio programa de televisão, um dos de maior sucesso da época, tinham suas próprias músicas e com o tempo o sucesso entrou em declínio e eles cresceram. (mais…)

Samantha é um estrela mirim dos anos 80, tida como a criança mais amada do Brasil. Ela integrava
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Título: Temporada de acidentes
Título original: The Accident Season
Autora: Moïra Fowley-Doyle
Tradução: Amanda Moura
Gênero: YA, Mistério, Sobrenatural
Editora: Intrínseca
Páginas: 256
Ano: 2016
Skoob: Aqui

“Então, brindemos à temporada de acidentes, ao rio que corre sob nossos pés, onde naufragamos nossas almas, aos hematomas e aos segredos, aos fantasmas no sótão, mais um brinde à estrada de água.”

Não existe passeio mais satisfatório para mim do que entrar em um livraria e sair olhando tudo que está em exposição, garimpar as estantes em busca de livros escondidos que poderão (ou não) um dia entrar na minha enorme lista de leitura. Lembro-me como se fosse semana passada, o dia em que estava numa dessas livrarias com minha amiga e encontramos uma enorme pilha de Temporada de acidentes. Foi imediata a vontade que tivemos de começar a lê-lo. Amamos a capa e a sinopse nos intrigou muito, mas o preço na época não era um dos mais atrativos, o que nos fez virar as costas com a promessa de “quem sabe um dia…”. Hoje, quase dois anos depois, navegando pela minha loja de ebooks, voltei a me deparar esse livro, com uma promoção incrível que não dava para recusar, e foi assim que pude finalmente ler o romance de estreia da autora Moïra Fowley-Doyle.

O livro irá contar a curiosa história de Cara e sua família. Todos os anos, no mês de outubro, todos eles passam pela temporada de acidentes, trinta e um dias em que todos estão propensos a sofrer qualquer tipo de acidente, desde coisas simples como cortes e arranhões, até coisas bem mais graves, como mortes. Aparentemente não há uma explicação para que esses acidentes aconteçam, tanto que desde o início da história percebemos que todos já estão acostumados e até mesmo conformados com essa estranha situação que enfrentam todos os anos desde que nasceram. 

“É sempre assim: os acidentes acontecem e continuam acontecendo, piorando a cada dia.”

Paralelo a isso, outro fato estranho começa a acontecer. Cara passa a perceber uma antiga amiga, Elsie, da qual ela não tem mais contato, em todas as fotos que ela tira. Às vezes o que está a vista é só uma parte do cabelo ou da roupa que que a menina sempre usa, outras vezes ela aparece por completo. Não existe uma única foto sem sua presença. Curiosa, Cara espera até o próximo dia de aula para conversar com a garota e descobrir o motivo dela estar sempre por perto, quando descobre que a garota desapareceu.

Assim que comecei a leitura e passei a entender um pouco da história, a primeira coisa que pensei foi “o que me chamou atenção nesse livro há dois anos?”. Não sei se esse não era o momento certo para ler ou se estou ficando cada vez mais chato conforme vou ficando mais velho, mas eu passei toda a leitura colocando mil e um defeitos em cada um dos acontecimentos. Acho que com o tempo eu acabei esquecendo que existia o fator sobrenatural nesse livro, e sempre que ele aparecia me fazia revirar tanto os olhos que quase cheguei a enxergar meu cérebro.

Imagem meramente ilustrativa mas que representa vários momentos dessa minha incrível (cof cof) experiência com esse livro.

O livro me deixou com a sensação de estar assistindo um programa da década de 90, da qual os adolescentes estão num acampamento, sentados em volta da fogueira contando histórias de terror que são bizarras mas nunca dão medo em ninguém. Esse programa provavelmente passava na Record com aquela dublagem ruim, mas isso não vem ao caso. Enfim, vamos voltar ao livro… 

Os personagens, que não são poucos, são extremamente rasos e nenhum deles chegou a me cativar, o que é um sério problema para mim. Gosto quando os personagens evoluem, quando a história causa algum efeito neles, mas em Temporada de Acidentes parece que eles estão ali só por estar. A autora por diversas vezes inseria um novo, geralmente algum aluno da escola, que aparecia com um propósito aleatório, mas que se fosse deletado não faria a menor diferença para a história.

Sei que não sou ninguém para dar palpite, mas se eu puder arriscar onde foi que a autora errou, eu diria que foi na tentativa de criar duas histórias de forma paralela, a temporada de acidentes e o mistério do desaparecimento da Elsie. Eu sei que existe um motivo para que as duas coisas tenham acontecido e até mesmo entendo a ligação de tudo isso (até porque isso é explicado no fim do livro), mas sinto que na tentativa de desenrolar duas histórias, Moïra perdeu o foco e nenhuma delas ficou bem desenvolvida. 

“Estávamos prestes a nos despedaçar, a ser serrados ao meio para reaparecermos inteiros no final do ato. Íamos desviar do punhal do atirador de facas  e nos lançar na mais grandiosa das viagens. Naquela casa mal-assombrada, durante os últimos dias da temporada de acidentes, a morte jamais nos alcançaria.”

Terminar a leitura foi praticamente um parto. Esse que é, relativamente, um livro curto, me fez perder duas semanas insistindo em avançar até a última página. Infelizmente eu terminei a história tão frustrado quanto estava durante todo seu desenrolar. Talvez se eu tivesse lido esse livro na época em que o encontrei na livraria, a experiência teria sido diferente, mas hoje pra mim ele é só um livro bem mais ou menos, da qual dificilmente irei recomendar para alguém. 

Título: Temporada de acidentes Título original: The Accident Season Autora: Moïra Fowley-Doyle Tradução: Amanda Moura Gênero: YA, Mistério, Sobrenatural
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