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Resenha – A Coroa da Vingança

Por Thila Barto
|
30 de Janeiro
Título: A Coroa da Vingança
Título Original: Reunited
Autora: Colleen Houck
Tradução: Alves Calado
Editora: Arqueiro
Páginas: 416
Skoob: Aqui
Ps: Terceiro e último volume da série Deuses do Egito. 
“Descobri que é melhor não olhar para trás com arrependimento. Só com lições aprendidas. O infortúnio pode acompanhar a gente por toda a vida. A gente acaba tendo apenas duas escolhas. Lamentar o destino, diminuir o passo até ele alcançar a gente e depois estender os braços para abraçar a tristeza ou continuar correndo para que ele nunca possa nos alcançar.”
 
Após a batalha contra a Devoradora no final do livro O Coração da Esfinge, Lily volta para o mundo mortal, especificamente para a fazenda de sua avó, para aguardar as próximas batalhas que viriam para destruir Seth e impedir seu plano maligno, mas, o que ninguém podia contar, era que ela voltaria sem memória alguma dos acontecimentos passados ao lado dos Filhos do Egito. Sua mente estava fragmentada. Nem mesmo de Amon, com quem compartilhava uma ligação fortíssima, ela se lembrava! (SOCORRO!)
 
Ao acordar, ela percebe que algo está errado, porém tudo piora em questão de segundos ao descobrir que havia não uma pessoa em sua mente, mas duas, que não paravam de falar coisas absurdas. Ela esteve no Egito? Lutando ao lado de múmias para salvar a humanidade? Ela era uma esfinge? Que diabos estava acontecendo? A última coisa que lembrava era de ter ido ao MET decidir que faculdade cursaria.
 
Lily percebe que a situação se agrava ainda mais quando o grão-vizir, Hassan, aparece com todas as suas ‘supostas’ armas, dizendo que precisava treinar suas capacidades juntamente com as meninas que habitavam seu corpo, Tia e Ashleigh, para se fortalecerem e partirem para acordarem os irmãos e invocá-los antes que Seth os encontrassem no além e os desfizessem inteiramente. 
 
Achava que tinha pirado de vez! Pelo menos tinha sua avó ao seu lado para duvidar de tudo aquilo que Hassan estava falando.
 
“Todo mundo aparentava estar muito seguro de que as coisas incríveis que ele descrevia tinham acontecido de verdade. Eu não conseguia acreditar. Aquilo tudo não podia se referir a mim. Por que eu sairia de Nova York para seguir uma múmia?”
 
Porém, com a chegada de Néftis na própria fazenda, Lily percebe que está em um beco sem saída. Ela precisava fazer todas aquelas loucuras que estavam exigindo dela, inclusive o que a deusa havia acabado de revelar: ela não estava destinada a ser uma esfinge. Era mais do que isso. Ela precisava assumir o poder de Wasret e abraçar o ser que iria se tornar, assim como todas as implicações que esse nome carregava.
 
O que seria necessário para se tornar uma Wasret? Mal sabia ela que teria que abrir mão de MUITA coisa, colocando até sua própria existência em jogo. 
 
Como se fosse possível, as coisas pioram ainda mais um pouco quando Lily falha, logo de cara, em sua primeira missão. Só conseguiu acordar Ahmose. Asten e Amon estavam escondidos no canto mais distante do Cosmo e agora precisava ir resgatá-los. Haveria tempo suficiente?
 
 “Num momento eu era Lily, uma garota apanhada numa situação impossível, mais perigosa e mortal do que qualquer coisa que eu já havia lido em histórias. E no momento seguinte era algo totalmente diferente.”
 
Eu amei DEMAIS o livro pois ele superou IMENSAMENTE todas as minhas expectativas. É o melhor livro da série sem dúvida alguma! Não dá nem pra respirar durante a leitura e a narrativa está mais incrível do que nunca porque o leitor fica um tanto confuso juntamente com Lily pois ora é ela narrando, ora é Tia e ora é Ashleigh, mas não é sempre que tem uma tipografia diferenciada para você saber quando a narradora trocou. Em vários momentos parei por um segundo dizendo: “Espera aí! Isso aqui é a Tia falando, não é mais a Lily” ou algo do gênero. Achei isso incrível pois vai ficando cada vez mais nítido – e um tanto assustador – que as personagens estão se fundindo em uma única pessoa.
 
A única ressalva que faço é que Colleen pesou um pouco a mão ao decidir o destino de vários personagens. Fiquei com o coração não partido, mas despedaçado em VÁRIOS momentos. Se preparem para sentirem todas as emoções possíveis. 
 
Leiam, leiam e leiam pois está SENSACIONAL!!
 
Obrigada, Colleen Houck, por fechar a série com uma MEGA chave de ouro <3 ! ESTOU MUITO FELIZ!!!!!
 
“O medo vem de nós como uma onda gigantesca, mas ela sempre vai se quebrar na rocha da sua determinação.”
 

Resenha – A Pérola Que Rompeu a Concha

Por Thila Barto
|
19 de Janeiro
Título: A Pérola Que Rompeu a Concha
Título Original: The Pearl that Broke Its Shell
Autor(a): Nadia Hashimi
Tradutor(a): Simone Reisner
Editora: Arqueiro
Ano: 2017
Páginas: 334
Perfil no Skoob: aqui
 
“Fechei os olhos, uma onda de dor. O pior golpe. Cai no chão com as mãos sobre a cabeça. Curvei-me para frente, quase como se rezasse. Ele estava murmurando algo. Eu não conseguia ouvi-lo em meio ao meu choro.”
 
O livro mais difícil que li na vida!
 
Desculpa começar a resenha assim, num clima pesado logo de cara e expondo minha dificuldade, mas trata-se de uma história sobre um assunto sério, que mexeu ao extremo comigo. Contudo, antes de sair falando sobre minhas impressões, vou introduzir a história para vocês…
 
Rahima é uma menina de 7 anos que nasceu e mora em um vilarejo no Afeganistão. Seu pai serve os senhores de guerra quando preciso e é um dependente de ópio, algo que vai se agravando ao passar do tempo, fazendo sua família sofrer cada vez mais não somente por conta de seu comportamento temperamental e agressivo, mas também porque sente-se cada vez mais insatisfeito, descontente e amaldiçoado já que sua esposa não foi capaz de lhe dar um filho homem, mas sim 5 filhas.
 
Ele recebe pressão da família, principalmente da mãe, para que tenha uma segunda esposa dado que sua primeira é considerável uma inútil, entretanto ele não podia bancar mais uma boca para alimentar. Tinha que aceitar a situação. 
 
Rahima e suas irmãs vão crescendo nesse ambiente complicado, tendo até que pararem de ir à escola pois já estavam começando a chamar a atenção dos meninos enquanto caminhavam. A situação, não só financeira, da família acaba se agravando mais e a única solução que a tia de Rahima, Khala Shaima, encontra é transformar a sobrinha em uma bacha posh, ou seja, uma menina disfarçada de menino, assim ela poderia voltar à escola, comprar alimentos no mercado para sua mãe cozinhar as refeições e trazer dinheiro para ajudar a casa. Tal tradição é comum até hoje entre as famílias que não tinham filhos homens.
 
“A sensação era de que minhas pernas estavam livres, em disparada pelas ruas sem que meu joelhos batessem contra a saia e sem me preocupar com olhares de repreensão. Eu era um rapaz e parte de minha natureza era correr pelas ruas.”
 
Entretanto, Rahima, que agora era Rahim, tem sua vida mudada drasticamente, pela segunda vez, quando seu pai decide casar as três irmãs mais velhas – algo que incluía ela – com senhores de guerra que ofereceram uma quantia enorme de dinheiro. Ela mal tinha entrado na adolescência. Tinha apenas 13 anos e estava fadada a ser a quarta esposa de um guerreiro de cabelos grisalhos e, o pior de tudo, seria obrigada a abrir mão da liberdade que tanto amava ao ser um menino.
 
“Assim é a vida para as meninas. Uma filha não pertence de fato a seus pais. Uma filha pertence aos outros.”
 
Ao mesmo tempo que temos a narrativa de Rahima, temos outra no passado narrada por Shekiba, trisavó de Rahima. Ela, ainda muito pequena, sofreu um acidente na cozinha de sua casa ao derrubar uma panela de óleo quente em sua direção ao perder o equilíbrio, desfigurando completamente o lado esquerdo de seu rosto. Sua sobrevivência foi considerada um grande milagre.
 
A vida para as mulheres já era um tanto complicada, mas para uma mulher com uma anomalia, era ainda mais. Por esse motivo, sua mãe estava constantemente lembrando que o nome Shekiba significa presente e que ela não deveria permitir que os outros ficassem olhando feito tolos para ela.
 
Porém, assim como Rahima, sua vida muda drasticamente pela segunda vez aos 13 anos, quando uma epidemia de cólera arrasou o Afeganistão. Sua família inteira morreu. Primeiro foram os irmãos, depois a mãe que não suportou as perdas e, por último, seu pai. Como ela era maltratada e mal vista, não só pela sociedade mas também por sua família, Shekiba decide cuidar e viver em sua casa sozinha, fazendo todas as tarefas necessárias, desde colheita até as tarefas domésticas. Assim, lentamente, Shekiba começa a agir, sentar-se e vestir-se como um rapaz.
 
A situação não dura por muito tempo pois logo Shekiba é descoberta e passa a morar com os tios que a maltratam e não dão nenhum valor a ela, inclusive, como meio de pagar uma dívida, eles a dão de presente como forma de pagamento. Shekiba vai passando de mão em mão até que acaba sendo levada para trabalhar no palácio real, em Cabul, como um guarda – assim como outras mulheres -, tendo que se vestir como homem para proteger o harém do rei. 
 
A partir dessas duas narrativas o livro se desenvolve.
 
Como disse no início da resenha, a leitura foi muito difícil pra mim. Não porque é mal escrito ou com uma linguagem bastante rebuscada (não é mal escrito, caros, muito pelo contrário; só senti a necessidade de abrir o parênteses para deixar bem claro), mas porque as personagens sofrem o TEMPO TODO. Dá pra contar em uma única mão a quantidade de momentos felizes durante toda narrativa.

Sofri junto com as personagens, me senti injustiçada, revoltada, triste, como se eu não tivesse voz, com ódio – sei que é uma palavra forte, mas é o que eu sentia – como se meu estômago fosse virar do avesso! Mas a questão é que eu não sofria somente pelas situações que as personagens fictícias passavam, mas também sofria porque as situações abordadas no livro acontecem. É real! Não é um faz de contas. 

A autora ainda comenta na entrevista que aparece no final do livro que ela foi para o Afeganistão  –  a família dela é afegã, porém ela nasceu nos EUA – entrevistar e escutar relatos de diversas mulheres: “Ouvi suas frustrações, suas dores e seus triunfos. Por fim, escrevi essa história para compartilhar a experiência das mulheres afegãs em um obra de ficção que é feita de mil verdades.”
 
Em vários dias, eu não conseguia ler mais que 3 páginas pois é péssimo ter que ler que uma menina de apenas 13 anos tem que ter relações sexuais com um senhor de mais de 50 anos. É péssimo ter que ler que a mulher não tem direito de escolha. É péssimo ter que ler que nenhuma mulher pode falar o que pensa, andar pelas ruas livremente, trabalhar ou opinar. É péssimo ter que ler sobre os abusos, preconceitos e os maus tratos. É péssimo ter que ler que a mulher não tem valor e só serve para fazer as tarefas domésticas e colocar filhos homens no mundo, sendo que, se ela não for capaz de cumprir essa última tarefa, é considerada uma inútil e pode ser substituída por outra. Mas, é mais péssimo ainda, saber que é um problema presente não só no Afeganistão, mas no mundo inteiro em diferentes escalas.
 
Não podemos fingir que certos problemas não existem. Isso precisa ser revertido! “Time is UP”, folks!
 
Ps: Eu sei que o movimento que acabei de citar é uma entidade liderada por mulheres de Hollywood que luta contra o assédio sexual na indústria, mas ela é muito mais que isso: é uma luta por igualdade de gênero. É uma luta por respeito!
 
Eu fiquei emocionada assistindo o Golden Globes, vendo todas as mulheres usando a mesma cor para protestar e chamar a atenção da mídia, comentando entre os anúncios dos premiados da noite sobre as diferenças salariais, injustiças e até a falta de mulheres indicadas no prêmio de direção.
 
Mas enfim, o que vocês pensam quando leem isso?:
“No entanto, não tenho razão para reclamar. Meu marido tem um cargo respeitável no Ministério da Agricultura. Ele nos mantém bem alimentadas e bem vestidos na área mais respeitada de Cabul. Sustentava os filhos e não me bate. O que mais eu poderia pedir a Alá?

O que mais ela poderia pedir independente de sua crença? Ser amada? Respeitada? Feliz? Livre para fazer suas escolhas? A lista é enorme!

Ler isso corta meu coração e acende uma revolta insana dentro de mim. 

Leiam, leiam e leiam

Mais uma vez reforçando: não podemos ficar caladas! Chega de discriminação, assédio e abuso!

Resenha – O Duelo dos Imortais

Por Thila Barto
|
1 de agosto

Título: O Duelo dos Imortais
Título original: Reignited
Autor: Colleen Houck
Tradução: Ana Ban
Editora: Arqueiro
Páginas: 112
Página no Skoob: Clique Aqui!

“Aquilo que estavam fazendo era algo louco, impulsivo. Mas por acaso o amor não era uma forma de loucura?”

Resenha:

Como não amar Colleen Houck?

Gosto muito dos livros da autora não só pelo fato de sua escrita ser extremamente cativante mas também por estar sempre lidando com um assunto que me interessa muito: mitologia. Claro que há vários autores escrevendo sobre o tema e algumas vezes encontramos até algumas contradições se formos comparar o que é escrito por cada um, entretanto os livros de Colleen Houck sempre me surpreendem e, com ‘O Duelo Dos Imortais’, não foi diferente.

Confesso que tive um experiência um tanto bizarra com esse livro pois iniciei a leitura pensando que era o terceiro e último da série ‘Deuses do Egito’. Bem poser! Eu sei! Cheguei a estranhar o tamanho do livro, pois são apenas 112 páginas, então eu já estava mirabolando em como a Colleen iria conseguir finalizar a série com pouquíssimas páginas. Só depois de ler uns três capítulos fui perceber que era uma história a parte da série e foi aí que entrou a ‘experiência bizarra’ pois eu A D O R E I esse livro muito mais do que os da série em si, rsrs. Terminei com um desejo enorme de saber mais.

Então fica o alerta para pessoas aéreas como eu: Este não é o terceiro livro da série!

No decorrer dos dois primeiros livros da saga, ficamos a par de profecias, quais são os talentos e poderes de cada deus e como eles estão envolvidos com os personagens da história, mas raramente os motivos e como tudo surgiu é falado detalhadamente na narrativa. 

O Duelo Dos Imortais é sobre esses detalhes; do surgimento do amor proibido entre Ísis e Osíris; de como esse relacionamento intensificou o pior lado de Seth que, além de ter sido reprimido e desprezado pelos demais ao longo dos anos pela ausência de poderes significativos, sempre desejou Ísis, desenvolvendo assim um ciúme doentio e uma aversão profunda a Osíris; de como ele descobriu seu poder e decidiu usá-lo para vingar-se e mostrar a todos o quão poderoso era; é sobre Amon-Rá, Néftis, as Águas do Caos, a vida em Heliópolis e a relação entre mortais e deuses junto de seus sonhos, aspirações e inseguranças.

Depois da leitura, que no meu caso bastou uma única sentada, conseguimos compreender os motivos que levaram o aprisionamento de Seth e a profecia lançada sobre os três Filhos do Egito para manter o equilíbrio do Cosmos.

Mesmo amando o livro, admito que passei nervoso em algumas cenas pois Seth, cego para provar que era o mais poderoso entre todos e conseguir o que queria, tinha pensamentos tãaao machistas que hora ou outra precisei fechar o livro por alguns segundos e respirar fundo para continuar a leitura. Cheguei até ficar preocupada se Colleen não ia contestar de alguma forma esse tipo de pensamento… 

“Se nós, mortais, não tivéssemos nada a que aspirar, desistiríamos e ficaríamos deitados na cama. Não há razão para não ir atrás de sonhos. Todo mundo tem o direito de sonhar com algo mais.”

Só me resta dizer, para não me estender mais e correr o risco de soltar algum spoiler desnecessário: leiam, leiam e LEIAM 

Resenha: O Segredo de Helena

Por Thila Barto
|
8 de Maio
Título Original: The Olive Tree
Título: O Segredo de Helena
Autora: Lucinda Riley
Editora: Arqueiro
Ano: 2016
Páginas: 400
Página no Skoob: Clique aqui
“A Sudden lurch of fear clutched at Helena’s heart and she wondered again if coming back here was the worst possible thing she could have done.”

Resenha:

Eu nunca sei lidar muito bem quando o assunto é Lucinda Riley, mas juro que tentarei me controlar e ser a pessoa mais normal possível… disse que tentarei, rsrs.

Esse livro foi escrito ainda quando Lucinda assinava com o sobrenome Edmonds mas nunca tinha sido publicado. O motivo? Quem sou eu pra saber, mas o que eu posso dizer é: Ele é incrível!! Mesmo!!

O livro é bem diferente dos atuais e até dos antigos, pra ser bem sincera, pois segue uma linha mais ‘contemporânea’ e linear sem aquela mistura de capítulos no passado e presente que costumamos encarar normalmente. Já imaginaram ela escrevendo assim? Pois é!

Claro que, uma coisa nunca muda: Sempre há segredos no passado que estão colidindo com os acontecimentos do presente e eles precisam ser revelados/superados para que os personagens possam seguir em frente com as suas vidas.

“And there was no escaping the fact that her past and present were about to colide”

Mas muita calma nessa hora, produção… eu disse que não tinha mistura de presente e passado, entretanto há sim troca de personagens entre os capítulos. Alguns são narrados a partir da visão de Helena – bailarina, porém aposentada – e os demais de seu filho de 13 anos, Alex. No entanto, – como Lucinda nunca é comum – quando se trata de Alex, seus capítulos são como diários onde ele desabafa, mostra as suas inseguranças pois ele não gosta de sua aparência – baixinho, gordinho e nerd -, nunca soube quem é o seu verdadeiro pai e sua opinião sobre tudo que está acontecendo com sua família e ao seu redor.

Esses capítulos são os meus favoritos porque Alex é muito sarcástico, sempre está dando apelidos engraçados e inteligentíssimos para os demais personagens e é super interessante ver a sua visão/opinião de algumas cenas. Confuso? Tentarei dar um exemplo: Quando estamos lendo um capítulo narrado por Helena, as vezes Alex aparece no fundo e ela percebe que alguma coisa aconteceu e seu filho não está agindo normalmente e, quando chegamos nos diários, Alex conta o que aconteceu naquele momento e vemos Helena ‘ao fundo’. Deu pra entender? Essa troca em alguns momentos é sensacional!

Mas enfim, já escrevi demais e ainda nem falei sobre a história então tentarei ser mais breve possível! Kkkk, sorry minha empolgação…

A família resolve ir para o Chipre passar as férias na casa – apelidada como Pandora – que Helena acabou herdando após a morte do seu amado padrinho. Ps: Qualquer semelhança com o mito grego da caixa de Pandora, talvez não seja mera coincidência… (deixo os três pontinhos para imaginarem o que quiserem, rsrs).

Tudo era para ser uma simples férias, porém com vários visitantes inesperados e, principalmente, quando Helena reencontra o seu primeiro amor, Alexis, o grande segredo que guardou durantes anos começa a correr um enorme risco de ser revelado, colocando em jogo todas as suas conquistas e até mesmo o seu casamento com William.

Como ela lidará com a presença de Alexis? Qual a relação dele com seu filho, Alex, e se há? A semelhança no nome teria algum motivo? O que aconteceu de tão terrível no passado para Helena guardar o segredo por anos? E como será que Alex amadurecerá e lidará com as suas inseguranças, descobrimentos e com a sensação de estar apaixonado por uma garota que não dá bola nenhuma para ele?

Só lendo vocês irão descobrir, é claro.

Já falei de diversas formas o quanto esse livro é incrível, então só me resta dizer: leiam, leiam e LEIAM!!!

Espero que, assim como eu, vocês se identifiquem e morram de rir com Alex e que se joguem de cabeça junto com Helena para revelar o seu segredo e conectar todos os pontos de seu passado e presente.

Adicionado na lista de favorito com toda a certeza

Ps: A edição brasileira será lançada pela Editora Arqueiro em Abril desse ano <3