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5 Filmes Clássicos Para Assistir e ser feliz!

Por Thila Barto
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23 de Fevereiro

Sabe aquele ‘shade’ em relação aos filmes em preto e branco? Joga ele no lixo AGORA! Rsrs

Depois de receber algumas mensagens pedindo indicações de filmes clássicos – com ‘clássicos’ quero dizer filmes entre as décadas de 20 e 60, não aqueles de sessão da tarde ou os ‘atuais’ aclamados pela crítica que ganharam tal título aos longo dos anos -, decidi fazer essa listinha que apresentarei a seguir e, se vocês curtirem, posso continuar fazendo regularmente pois escolher somente 5 entre inúmeros é uma tarefa mega difícil pra mim. São vários sensacionais!

Vou tentar escolher filmes não tão clichês como O Mágico de Oz e E o Vento Levou (MELHOR FILME DE TODOS OS TEMPOS! KKKK), que são fáceis para achar, que serão divertidos e gostosos de assistir. Se vamos começar agora, vamos dar play no level easy, okay? Eles são:

• Adam’s Rib – A Costela de Adão (1949)

A Costela de Adão é um filme super a frente de seu tempo que aborda a igualdade de gênero em plena década de 40 através de um casal de advogados que acabam se envolvendo no mesmo caso, porém em lados opostos, no qual a ré disparou contra o marido ao encontrá-lo com a amante. Amanda Bonner (Katharine Hepburn) se posiciona para defender a mulher e Adam Bonner (Spencer Tracy) o homem.

As diversas discussões para defenderem seus clientes durante o julgamento acabam deixando de ser apenas profissionais e passam a ser, também, pessoais, causando assim uma certa confusão no relacionamento do casal para saber quem ‘está certo’! O casamento que antes era perfeito agora está em jogo.

É um filme de comédia mais do que incrível e que merece ser visto!

• The King and I – O Rei e Eu (1956)

Falei que não ia escolher um clichê, mas não resisti porque eu AMO DEMAIS esse filme e ELE É COLORIDO viu, antipáticos do preto e branco, rsrs.

Baseado em uma história verídica, O Rei e Eu se passa em 1862 tendo como protagonistas Anna Leonowens (Deborah MARAVILHOSA Kerr), uma americana que é contratada pelo Rei do Sião (Yul Brynner) para ser professora de seus filhos. O rei tem um gênio forte e não perde a chande de impor sua autoridade em todas as situações, gerando assim, inicialmente, uma certa desavença com Anna devido suas diferenças culturais e de hábito, mas, claro, eles acabam se entendendo com o tempo.

Se trata de um filme musical com coreografias, músicas lindas – é impossível não ficar com alguns trechinhos delas na cabeça depois – e com tudo que há de bom em uma história: personagens intrigantes e roteiro impecável! 

“Ai eu não gosto de musical!”. Caro, o filme não é inteiro cantando, é sensacional e é tão bem humorado que você vai até esquecer que não tem afinidade com o gênero. Dê uma chance!

O filme ocupa a 11ª colocação na lista dos 25 maiores musicais americanos de todos os tempos e ganhou adaptações sensacionais na Broadway ao longo dos anos e, inclusive, uma no Brasil em 2010.

• The Waterloo Bridge – A Ponte de Waterloo (1940)

Baseado numa peça homônima de Robert E. Sherwood, ganhadora do prêmio Pulitzer de literatura, A Ponte de Waterloo é um drama que se passa em Londres durante os bombardeios da Primeira Guerra. O oficial Roy (Robert Taylor) e a bailarina Myra (Vivien DONA DE HOLLYWOOD INTEIRA Leigh) se conhecem na ponte de Waterloo e logo se apaixonam. Porém, Roy precisa partir para o front de batalha, assim eles se casam às pressas e Myra promete esperá-lo.

Meses se passam até que ela recebe a infeliz notícia de que Roy morreu. Desiludida, sem recursos e desesperada, Myra toma uma decisão drástica. Qual terá sido ela?

Bom, o primeiro filme foi uma comédia, o segundo um musical, então o terceiro tinha que ser um drama, mas não um drama qualquer: um digno de todos os elogios possíveis protagonizando Vivien Leigh, considerada a maior atriz de todos os tempos! (Keep trying Meryl)

Ps: amo a Meryl, só pra deixar claro! ♥

• It Happened One Night – Aconteceu Naquela Noite (1934)

Peter Warren (Clark Gable) é um jornalista desempregado que ao se deparar com Ellie (Claudette Colbert) – a filha de um milionário que tinha acabado de fugir do iate de seu pai pois ele não tinha aprovado quem ela escolheu para casar -, enxerga uma oportunidade de escrever uma boa matéria, mas vários fatos criam uma forte aproximação entre eles, inclusive algumas desventuras, rsrs.

É uma comédia romântica ‘mamão com açúcar’? Sim, é uma comédia ‘mamão com açúcar’, mas não qualquer uma. Pra ter uma ideia, Aconteceu Naquela Noite foi o primeiro filme a conquistar as cinco categorias mais importantes do Oscar: Melhor Filme, Melhor Diretor (Frank Capra), Melhor Ator,  Melhor Atriz e Melhor Roteiro Original(Robert Riskin).

Preciso fazer aqui mais um parágrafo com vários elogios? Acho que deu pra entender, né?

• In the Good Old Summertime – A Noiva Desconhecida (1949)

Uma lista minha sem a participação da inigualável Judy Garland não teria tanto a minha cara, então o quinto e último filme da lista é A Noiva Desconhecida, um musical (não reclamem, rsrs) colorido (ponto positivo?)! Yay!!!

► Abrindo um comentário extra aqui pra explicar as interrupções fazendo piada ao gênero musical:

Ainda tem muita gente que tem um certo preconceito com o gênero, mas desculpa, caros, esses filmes, juntamente com as comédias, foram grandes investimentos dos estúdios estadunidenses na época para promover o otimismo para a população que ora estava em guerra e ora em crise. Era uma forma de levantar o astral para que a população não deixasse ser levada pela tristeza e desesperança. Lógico que logo surgem os filmes com gangsters, os de ação que focalizam em heróis e vilões, os de terror se espalham, os de faroeste continuam a ser aprimorados e os melodramas também, então não haviam somente os musicais e as comédias, eu sei, eu sei… Porém, com isso, quero dizer que os musicais fizeram parte da formação do cinema e estão presentes até hoje. Aceitem! Eles são importantes e muito bem feitos por sinal! Precisamos deixar certos preconceitos de lado e abrir a cabeça para apreciarmos verdadeiramente os filmes. 

Voltando… 

A Noiva Desconhecida, na verdade, é um remake musical da comédia “A Loja da Esquina” e conta a história de Veronica Fisher (Judy Garland) e Andrew Larkin (Van Johnson). Ambos trabalham na mesma loja de música mas não se suportam e vivem brigando um com o outro durante o expediente, porém, mal sabiam eles que as cartas apaixonadas que escreviam durante a noite e que trocavam anonimamente com seus admiradores secretos através do correio eram um com o outro.

Adoro demais esse filme e acho uma enorme fofura Liza Minnelli, filha da Judy, aparecendo em uma cena com apenas 3 anos de idade.

Veja!

Ou melhor: VEJA TODOS e comente comigo, please!

Cinema Clássico é tudo de bom!

Resenha – Confidências à Meia-Noite

Por Thila Barto
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21 de dezembro
Título: Confidências à Meia-Noite
Título Original: Pillow Talk
Lançamento: 1959
Direção: Michael Gordon
Nota no Filmow: 4,0/5,0
Nota no IMDB: 7,5/10,0

Elenco: Rock Hudson, Doris Day, Tony Randall, Thelma Ritter

Duração: 111 min
Gênero: Comédia, Romance


Resenha:
     Pillow talk é um filme clássico da década de 50 estrelando os aclamadíssimos atores Doris Day, Hock Hudson e Tony Randall. O trio possui mais dois filmes super divertidos juntos, o “Volta Meu Amor” (Lover Come Back) de 1961 e “Não Me Mandem Flores” (Send Me No Flowers) de 1964. Sou muito fã dos trabalhos da Doris Day e esse filme, sem sombras de dúvidas, é o meu favorito de todos.
     O filme conta a história de Jan Morrow (Doris Day), uma decoradora de interiores que é obrigada a dividir sua linha telefônica com o mulherengo Brad Allen (Rock Hudson). O que deixa Jan bastante irritada é o fato dela raramente conseguir fazer ou receber alguma ligação, já que Brad gasta sua maior parte do tempo conversando e seduzindo suas diversas namoradas com uma música que compôs. Ele toca a mesma música para todas, mas claro, ele se dá pelo menos ao trabalho de mudar o nome da pessoa na letra conforme a garota que ele liga.
     Decidida a conseguir uma linha privada, Jan vai até a agência telefônica e explica os problemas que está enfrentando com a sua linha compartilhada, porém, infelizmente a resolução da agência é mandar uma mulher para fazer a inspeção. Brad se faz de anjo e, o que você já pode imaginar que acontece, seduz a mulher. A inspetora declara que as acusações de Jan não são válidas, o que a deixa furiosa.
      Com o novo código de comunicação que a agência telefônica deixou para que os dois pudessem se comunicar, Jan bola uma plano para revezar o telefone com Brad em horários: da hora até a meia hora o telefone é de Brad, e da meia hora para a hora o telefone é de Jan, mas, obviamente, o combinado não é seguido.
 
 

Brad: Olha, eu não sei o que está incomodando você , mas não transfira seus problemas de quarto para mim.
Jan: Eu não tenho “problemas de quarto”. Não existe nada no meu quarto que me incomode.
Brad: Oh-h-h-h. Que chato.


     Além de lidar com sua linha compartilhada, Jan está constantemente sendo pedida em casamento por Jonathan (Tony Randall), um ricaço dono de uma empresa que coincidentemente é melhor amigo e empresário de Brad. Jan recusa todos os seus pedidos pois, segundo ela, ela quer “chegar na lua” com alguém, e apesar disso, Jonathan jamais desiste de conquistá-la.
 
     Jonathan, em uma visita ao seu amigo Brad conta que está apaixonado por alguém, entretanto acaba soltando que sua pretendente divide a sua linha telefônica com um certo “maníaco”. Logo, caindo a ficha de Brad de quem poderia ser, pede para Jonathan descrever a garota, o que acaba despertando um certo interesse de Brad por Jan.


     Ao encontrar sem querer Jan em um restaurante, Brad entra em ação e finge ser outra pessoa, inventando um nome e um sotaque texano para ter uma chance com ela, pois afinal de contas, se ela soubesse quem ele realmente era, Brad jamais teria uma chance. A partir disso, os dois começam a sair constantemente juntos sem que Jonathan se quer desconfie que seu melhor amigo está saindo com a mulher que ele quer se casar.
 
     O filme em si têm cenas muito engraçadas e é um dos melhores do gênero de comédia não só do cinema clássico mas atual, além da trilha sonora e a abertura do filme que são lindas. Sou suspeita em falar quando o assunto é Doris Day, mas super recomendo o filme.

 

Trailer:

Resenha – Agora Seremos Felizes

Por Thila Barto
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23 de novembro
Título: Agora Seremos Felizes
Título Original: Meet Me In St. Louis
Lançamento: 1944
Direção: Vicent Minnelli
Nota no Filmow: 4.1/5.0
Nota no IMDB: 7.7/10

Elenco: Judy Garland, Margaret O’Brien, Mary Astor

Duração: 113 min
Gênero: Comédia, Drama, Família

Resenha:
     Meet Me In St. Louis é um filme clássico da década de 40 dirigido por Vicent Minnelli, com quem Judy Garland (a protagonista desse filme e por quem sou apaixonada <3 ) se casou mais tarde. Esse musical está em 10° lugar na lista do 25 maiores musicais americanos de todos os tempos da American Film Institute (AFI) e está disponível até em Blu-Ray remasterizado, então não existem desculpas do tipo “a imagem é ruim” ou é em “preto e branco”. Sim, o filme é colorido.

     Quando me procuram para indicar um filme da Judy Garland, esse é o primeiro que vem a minha cabeça. A história é tão simples! Retrata uma família tradicional lidando com as ações cotidianas e as naturezas da vida como amor, medo, companheirismo, insegurança  e acima de tudo, união. Porém, mesmo parecendo tão simples, ele é muito cativante. As músicas são lindas e viciantes, a forma como o diretor lida com o cenário mostrando as diferentes estações do ano conforme o filme passa é super interessante, os personagens possuem personalidades tão diferentes que num todo tudo se torna muito agradável e o roteiro flui de uma maneira tão convincente que eu fico maravilhada toda vez que assisto. 

     O filme em si, assim como o título já revela, se passa na cidade de St Louis tendo como personagens principais a família Smith e Exposição Universal de Saint Louis de 1904, que é uma festa aguardada ansiosamente durante meses pela cidade inteira, em que os cidadãos ficam cantarolando a música tema da festa, “Meet me in St. Louis, Louis. Meet me at the fair  ♪♫ ” onde quer que estejam. Isso irrita principalmente o pai da família Smith no começo do filme, pois mesmo faltando muito tempo ainda para a exposição, não se fala de outra coisa na cidade.


Esther e sua irmãzinha Tootie
     Entrando nos personagens, a família Smith é composta pelo avô, o pai Alonzo, a mãe Anna, a empregada sarcástica Katie que já é considerada parte da família devido aos longos anos que trabalha junto aos Smiths, o irmão Alonzo Jr ou Lon, a irmãzinha  mais nova Tootie que sempre inventa alguma doença fatal para suas bonecas enterrando-as quando suas mortes chegavam e estava sempre aprontando uma aqui e alí (a atriz Margaret O’Brien ganhou Oscar como melhor atriz infantil em 1945, ela tinha apenas 8 anos e sua atuação é um dos maiores destaques desse filme.), a segunda irmã mais nova Agnes, a irmã mais velha Rose e finalmente a irmã Esther , interpretada por Garland, que está sempre ao lado da sua irmãzinha Tootie e se apaixona pelo “garoto da porta ao lado” –  “The Boy Next Door  ♪♫.”
     No começo do filme, Rose está esperando uma ligação do seu amado que no momento estava em Nova York, e tinha esperanças que nessa ligação ele a pedisse em casamento. Contudo, o horário dessa ligação estava marcado no mesmo horário que a família sempre costuma jantar. O problema era que o Mr Smith sempre chegava cansado do trabalho,por isso o seu banho e sua hora de descanso eram hábitos que ele não estava disposto a mudar. Para driblar o Mr Smith, a família tenta inventar várias desculpas para fazê-lo jantar uma hora mais cedo, só que ele não dá o braço a torcer. Com a ajuda de todos os familiares, inclusive da empregada, eles comem o mais rápido que podem na hora tão esperada do jantar, deixando Mr Smith muito confuso sobre tudo o que estava acontecendo. Quando o telefone finalmente toca, todos ficam alarmados com a situação e sem saber o que fazer, porém Mr Smith o desliga sem pensar duas vezes, o que deixa Rose à beira de lágrimas, deixando-o ainda mais confuso em relação à tudo. Exigindo explicações, ele descobre o que estava acontecendo e se sente um pouco excluído em relação aos demais familiares e pede para que isso não se repita, pois afinal de contas ele faz parte da família. Felizmente, o telefone toca novamente e Rose atende a ligação e para a sua surpresa, o pedido de casamento não é feito. Os familiares entram em seu apoio e tentam começar vários assuntos aleatórios fingindo que nada tinha acontecido. 




     Com a frustração em relação ao pedido de casamento, Rose começa a procurar novos pretendentes e Esther, por outro lado, está sempre observando o seu vizinho John Truett .  Com a comemoração de despedida de seu irmão que tinha ingressado na universidade Princeton, ela enxerga a possibilidade de finalmente conhecer e atrair o seu amado convidando-o para a festa.
 

“E:- Rose, tomei uma decisão.Vou deixar John me beijar hoje.
 R: – Esther Smith!!!!!
 E: – Se vamos nos casar, é bom começar.
 R: – Boas moças não se deixam beijar antes do noivado. Os homens não querem moças sem frescor.
 E: – Pessoalmente, acho que eu tenho fresco demais!”



    Mas quando tudo estava indo tão bem e a Exposição de St Louis estava finalmente chegando, Mr Smith chega com a notícia de que iam se mudar para Nova York devido a sua promoção no trabalho. Com os pensamentos de tudo o que iriam perder, as amizades, a feira, o novo amor e a cidade, a notícia deixa todos desolados. O que acontece depois!? Só assistindo ao filme para saber ;).
Ps: Judy Garland inicialmente não queria fazer esse filme, pois estava “cansada” de interpretar jovens ou adolescentes. Ela aspirava por um papel mais maduro, porém, no fim das contas, ela revelou que foi um de seus trabalhos favoritos e que se divertiu muito.
Um pequeno detalhe que eu particularmente adoro sobre a direção de Minnelli é que em muitas cenas, ele colocou Garland em torno de “molduras”, como se fosse uma obra de arte a ser contemplada, dando mais um toque especial no filme e em sua protagonista:


Cena em que Garland canta “The Boy Next Door”
Trailer do filme:

Uma das cenas mais fofas com a irmã Esther e a sapeca Tootie: 

Resenha – Quanto Mais Quente Melhor

Por Thila Barto
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7 de outubro
Título: Quanto Mais Quente Melhor
Título Original: Some Like it Hot
Lançamento: 1959
Direção: Billy Wilder
Nota no Filmow: 4,1/5
Nota no IMDB: 8,3/10
Elenco: Marilyn MonroeTony CurtisJack Lemmon
Duração: 120 minutos
Gênero: Comédia; Romance


Resenha:

O filme “Quanto Mais Quente Melhor”, ou, “Some Like it Hot” é uma comédia dirigida por Billy Wilder, lançado em 1959 e arrisco falar que  é um dos filmes mais engraçados da história do cinema. 

Sabe aquele filme “As Branquelas” que todo mundo fala que é super engraçado e até virou um clichê quando o assunto é comédia?

Pois é produção, acreditem ou não, mas esse filme foi baseado no “Some Like It Hot” da Marilyn, e sim, a versão de 1959 é muito melhor que a dos anos 2000! Então abandonem qualquer  preconceito contra os filmes em preto e branco e corram para assistir esse filme sensacional, que até remasterizado e em Blu-Ray ele pode ser encontrado.

A história começa em Chicago, 1929 com Joe (Tony Curtis) saxofonista, e Jerry (Jack Lemmon) violoncelista, que acabam  desempregados no início do filme e partem em busca de um novo trabalho. Porém, durante essa busca, eles acidentalmente testemunham um massacre realizado pelo criminoso Spats Colombo (George Raft) e seus cúmplices contra a gangue de Toothpick Charlie (George E. Stone). Após conseguirem fugir da cena do crime, Joe e Jerry acabam aceitando o único emprego disponível no momento: uma banda de mulheres loiras conhecida como Sincopadoras. A única alternativa que lhes resta é após adotarem os pseudônimos Josephine (Joe) e Daphne (Jerry), se vestirem de mulher e fugirem apressadamente da cidade junto com a nova banda.

 

Partindo em um trem com destino Miami, deparam-se com Sugar Kane (Marilyn Monroe),  a vocalista da banda. Imediatamente, os dois ficam impressionados com a beleza e o charme de Sugar e apesar dos alertas de Joe a Jerry de que ambos não poderiam fazer nada em relação a Sugar,  já que eram garotas agora e deveriam agir como tal, Sugar acaba confessando a Josephine (Joe) sobre o seu amor por saxofonistas durante a viagem, o que desperta ainda mais o interesse de Joe por ela. Porém, como ele poderia agir agora se era uma mulher? São inúmeras as cenas hilárias dos dois tentando se adaptar em suas novas rotinas como mulheres e tentando conquistar a amizade de suas mais novas companheiras de banda a partir desse momento.

Chegando em Miami, um milionário interpretado pelo ator Joe E. Brown (não estamos falando do nosso Joe do filme!!!) se apaixona por nossa querida Daphne (Jerry) e faz de tudo para tentar conquistá-la (-lo). Ao mesmo tempo, Joe rouba a mala de Beinstock, um dos responsáveis da banda, e se passa por um milionário para tentar conquistar Sugar.

O inesperado acontece quando Spats Colombo e sua gangue aparecem no hotel em que a banda feminina está hospedada, para uma convenção de criminosos chamada “Amigos da Ópera Italiana”. Joe  e Jerry reconhecendo os criminosos entram em desespero e tentam de tudo para manter a discrição, o que torna ainda mais hilário o filme.

O que acontece depois?! Você precisa assistir para saber!

Acompanhem uma das cenas do filme abaixo: