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Resenha – Nailed It!

Por Santoni
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13 de Março

Acho que todo mundo já se deparou com algum viral culinário em alguma linha do tempo de uma rede social qualquer. Aqueles bolos que parecem esculturas, aqueles doces super apetitosos, ou até mesmo aquela receitinha de 1 minuto que parece ser tão inofensiva e tão fácil.. Mas que na verdade está super fora das suas habilidades. Os corajosos aceitam o desafio e nem sempre acabam com o resultado esperado.. outros só apertam salvar link e prometem a si mesmos que UM DIA tentarão. Eu sou da turma que salva o link, COM CERTEZA. Porém estamos aqui para falarmos dos corajosos, daqueles que colocam a cara a tapa, separam seus ingredientes, suas receitas e seus tutoriais e acabam chegando em um resultado remotamente próximo ao desejado… bem remotamente.

Nailed It! é uma série/reality original Netflix que entrou no catálogo dia 9 de março de 2018 e mostra pessoas normais, com dotes culinários limitados, que tentam se aventurar na cozinha. O participante que mais se aproximar do modelo, em gosto e visual, leva US$10.000 para casa!

Eu realmente não sou uma pessoa que assiste Master Chef ou Cake Boss, me desculpem. Sempre fui mais a linha Ace of Cakes e derivados. Então uma série unir confeitaria e competição de pessoas sem a menor noção de confeitaria encheu o meu coração, de verdade. Quem não gosta de rir de uns fails, né?

O formato do programa segue a linha de competição de culinária, com um jurado fixo, o chocolatier Jacques Torres, a apresentadora Nicole Byer e jurados convidados em cada episódio. O programa tem algumas falhas, algumas coisas que incomodam e acabam causando uma espécie de “vergonha alheia”, porém os participantes do programa são a cereja e o bolo todo dessa história.

Eu dei muita risada assistindo essas pessoas tentando fazer coisas super complicadas na cozinha. Poderia muito bem ser eu ali falhando miseravelmente tentando fazer um bolo de princesa, mas rir de quem tenta é tão satisfatório quanto!

A série é composta de 6 episódios de 30 minutos cada. Se trata de algo rápido e SUPER divertido de fazer aquela maratona básica. Então fica ai essa super recomendação do universo Netflix pra ti! Aproveite e se você ficar com vontade de falhar miseravelmente na cozinha depois não me culpe <3 

Trailer: 

assista clicando aqui 🙂 

Elenco das próximas temporadas de The Crown é confirmado

Por Thila Barto
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26 de Janeiro

Estou é passando MUITO MAL!

The Crown é uma de minhas séries favoritas e confesso que está sendo um tanto difícil pra mim aceitar a troca de elenco pois tenho uma péssima mania de me apegar aos atores e seus personagens. Ai meu coração!!

Como cada temporada retrata, em média, uma década do reinado de Rainha Elizabeth, todos os atores que fizeram parte da 1° e 2° temporada serão substituídos para dar continuidade na trama. A ideia é que a cada duas temporadas o elenco seja renovado, então não se apeguem, galera, rsrs.

Os atores confirmados para 3° e 4° temporada são: Olivia Colman no papel de Rainha Elizabeth, Paul Bettany como Príncipe Philip e Helena Bonham Carter como Princesa Margaret.

Outra novidade revelada é que Princesa Diana também fará aparição na série, mas só no fim da 3° temporada – retratará os anos de 1964 até 1976 de reinado – e será um dos focos da 4°. Já estou doida para saber quem será a atriz escalada para o papel!

Enfim, o que acharam do elenco? 

Não tenho uma opinião formada ainda pois até então não consigo imaginar os novos atores em seus papeis, mas sei que, pelo menos pra mim, será difícil superar Claire Foy!

😉

Resenha – The Good Place

Por Beatriz Guerra
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7 de Janeiro

   Everything is fine!  A série The Good Place, criada por Michael Schur e com duas temporadas disponíveis no Netflix é o que você procura se quer algo simples e divertido! 

   Depois que Eleonor Shellstrop  (Kristen Bell) é morta de uma maneira bem bizarra, ela acorda no “Lugar Bom” e descobre que entrou na vida após a morte.  Michael (Ted Danson) é o arquiteto e conselheiro da vila em que ela se encontra e a informa que Eleonor conquistou aquele lugar  por causa de diversas boas ações que fez quando ainda era viva, incluindo greves de fomes em protestos e  ajudar pessoas inocentes a saírem do corredor da morte. O problema: ela nunca fez nada daquilo.

  Por conta desse erro, sua mera estadia no “Lugar Bom” causa alterações na vila inteira e impacta todos os outros moradores. Eleonor fica presa nesse mundo onde não é possível falar palavrões (what the fork), só há pessoas boas, cada um tem uma “alma gêmea” e você pode ter tudo o que sempre quis com a ajuda de Janet (D’Arcy Carden) , um ser que possui o conhecimento de todo o Universo.  Só resta duas alternativas a ela: tentar merecer ficar nesse lugar, ou admitir e ir para “o Lugar Ruim”. O que você faria?

   No decorrer da série, Eleonor entra em diversas situações cômicas ao tentar ser boa através da ajuda de seus novos amigos no Lugar Bom. Cada episódio tem uma curta duração de apenas 22 minutos, o que torna bem gostoso de assistir e muito rápido! A série é muito bem elaborada e tem um dos melhores plot twits EVEEEEER! Se você assistir até o último episódio da primeira temporada, pode ter certeza que você não vai mais conseguir dar um “pause” e vai devorar toda a segunda temporada no mesmo dia. Te juro, você nunca vai imaginar o que acontece!!!!!

   Além disso, só de ter a Kristen Bell no elenco já é um belo motivo para assistir, ela torna Eleonor uma personagem inesquecível. É tudo muito bem elaborado na série, com piadas interessantes e nos momentos certos, flashbacks extremamente engraçados de quando Eleonor fazia coisas “ruins” na Terra e também muito aprendizado sobre moral e ética, com debates filosóficos que provoca quem está assistindo. A primeira temporada pode até parecer meio boring para você, mas fique tranquilo, você vai compreender o motivo assim que chegar no último episódio da primeira! Não desista! 

   E pra quem quer treinar o inglês, é bem tranquilo pra assistir sem legenda! #fikdica(: 

   The Good Place foi de uma daquelas procuras inesgotáveis por algo bom no Netflix, pra uma das minhas séries preferidas! Vale super a pena 😀

   E pra terminar: I’m going to the gym! (assistam a segunda temporada que vocês pegarão a referência). 

Resenha – Cartão de Natal

Por Lucas Florentino
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20 de dezembro

O mês de dezembro tem mexido um pouco comigo. Eu que nunca fiz o tipo “viciado em festas de fim de ano”, dessa vez me surpreendi com esse meu interesse e estou cada vez mais conectado com histórias que se passam nessa época.

Recentemente eu assisti ao novo filme original da Netflix, Cartão de Natal (Christmas Inheritance), lançado mundialmente no dia 15/12 e, já que não vi ninguém falando dele até agora, resolvi vir até aqui contar um pouco sobre, porque sim, eu quero contagiar todo mundo com esse meu recém descoberto espírito natalino.

O longa conta a história de Ellen Langford (Eliza Taylor), uma party girl que está quase destruindo a reputação da empresa de seu pai, por estar sempre envolvida em situações vergonhosas na mídia. A fim de fazer com que sua filha seja mais responsável para no futuro herdar a empresa, Jim Langford (Neil Crone) pede para que Ellen vá até a cidadezinha Snow Falls (bem clichê, né?!) cumprir uma de suas tradições natalinas, e entregar para seu tio uma caixa contendo diversas cartas que são escritas anualmente, desde antes de seu nascimento.

Em Snow Falls, Ellen encontrará uma realidade completamente diferente da sua e isso poderá mudar a forma como ela enxerga a vida, além de conhecer alguém que fará seu coração balançar. Aliás, eu falei que ela é noiva? Bom, é aí que as confusões começam, hahaha! 

O filme foi dirigido por Ernie Barbarash e o elenco conta, além de Eliza Taylor e Neil Crone, com Jake Lacy, Andie MacDowell, Michael Xavier, Anthony Sherwood, entre outros. 

Cartão de Natal é uma comédia romântica digna de Sessão da Tarde, mas isso não quer dizer que seja ruim, pelo contrário, eu achei muito divertido e, mesmo sendo previsível em alguns pontos, o filme cumpriu seu papel ao me fazer mergulhar numa nostalgia que há muito tempo eu não sentia. Vale a pena conferir!

Resenha – Alias Grace

Por Thila Barto
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2 de dezembro

Eita série que conseguiu desgraçar minha cabeça de uma maneira insana!

Alias Grace, a nova minissérie original da Netflix baseada no livro de Margaret Atwood, ‘Vulgo Grace’, conta a história de Grace Marks (Sarah Gadon), uma empregada que aos 16 anos de idade foi condenada à morte após ser acusada pelo assassinato do fazendeiro Thomas Kinnear (Paul Gross) e da governanta, Nancy Montgomery (Anna Paquin) – isso foi um caso real, e, assim como na minissérie/livro, aconteceu no Canadá no século XIX.

Como punição por tal crime, Grace deveria ser enforcada, entretanto, durante seu julgamento, conseguiu clemência do juri com seu depoimento e se livrou da forca, mas não da prisão perpétua. James McDermott (Kerr Logan), que também trabalhava na propriedade de Thomas Kinnear, foi considerado seu cúmplice e não teve a mesma sorte. A forca foi seu destino.

A partir deste crime, a minissérie se desenvolve.

Já no primeiro episódio percebemos que a história se passa a partir dos olhos de Dr. Jordan (Edward Holcroft), que é contratado para analisar Grace e, com o seu laudo, comprovar sua inocência já que ao mesmo tempo que é considerada uma assassina por muitos, alguns acreditam que é inocente e merece a liberdade após tantos anos na prisão. Assim, todos os dias, os dois sentam-se frente à frente e Grace começa a contar sua história.

Porém, após alguns relatos, Dr Jordan não só começa a vê-la de forma romântica, mas também a enfrentar dificuldades para encontrar as repostas – se ela realmente é culpada pelo crime, se possui alguma doença… -, pois os fatos eram muito controversos já que sua história foi testemunhada e contada por pessoas diferentes, que deram relatos diferentes e que ao serem comparados com as histórias que ela contava para ele, muitas coisas não se encaixavam.

Mesmo após inúmeros sofrimentos, Grace possui uma voz doce, é perspicaz, atenciosa, detalhista e bastante observadora. Seria ela culpada pelo crime que foi acusada? Será que a visão de Dr Jordan seria mais uma entre as tantas outras? Sua atração por ela estaria influenciando em sua análise? Será que foi manipulado? Será que alguém foi manipulado durante a história toda? Grace realmente matou seu patrão e a governanta? Ela conseguiu sua liberdade?

Essas são poucas das muitas questões que surgem durante os 6 episódios de Alias Grace e que, claro, só assistindo você irá descobrir as respostas, mas uma coisa eu já alerto: A grande questão que todo mundo quer descobrir, se ela é uma assassina ou não, não é o que a minissérie/livro quer discutir e foi exatamente por isso que fiquei com a cabeça tão desgraçada.

Ela é ambientada no passado, mas possui tantos questionamentos e críticas que ainda são muito atuais.

Eu realmente adorei, mesmo me deixando muito confusa tanto durante os episódios quanto depois e confesso que demorei alguns dias para chegar em uma conclusão final pois muitas possibilidades e questionamentos e, claro, dúvidas ficavam zanzando na minha cabeça.

Alguns acreditam que ela é realmente inocente, outros que ela é psicopata, que sofre de algum distúrbio mental ou que desenvolveu outras personalidades após a morte da melhor amiga e da governanta, mas eu acredito – de uma forma bem breve pois não quero influenciar na sua interpretação, *ALERTA SPOILER* – que ela é uma mulher sã que está tentando achar seu lugar e sobreviver num ambiente completamente machista aonde não tem voz e quase nenhum valor, que é culpada pelo crime que foi acusada, que ganhou de Dr Jordan na luta mental que travaram e que aceitou o casamento com Jamie no final pois o que ela poderia conseguir de melhor num mundo daqueles? 

Enfim…Super recomendo!

5 Séries de Época para assistir e ser feliz

Por Thila Barto
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13 de novembro

Não lembro quando comecei a gostar de livros, filmes e séries de época, mas sei que agora me encontro em um estado de vício incessante por séries do gênero. Termino uma e começo a procurar desesperadamente por outra e me jogo de cabeça, sem pensar duas vezes, neste universo, ainda mais porque ultimamente as produções estão com direções de arte, fotografia, figurinos e todo o resto de cair o queixo! 

Mesmo compartilhando um amor imenso pelo gênero, confesso que sofro muito durante os episódios, principalmente nos que envolvem guerra, pois é difícil aceitar a morte de um personagem querido ou se controlar quando tudo dá errado – algumas vezes chego a jurar de pé junto que não vou mais assistir a série, mas minutos se passam e lá estou eu, assistindo o próximo episódio – GOT e Outlander me deixam sem chão! Hahahaha.

Porém, o que me deixa realmente maluca, são as injustiças, preconceitos e alguns costumes impostos pela sociedade da época, especialmente em relação ao ‘papel e lugar’ da mulher no período. Tem coisas que nos deparamos e pensamos “que absurdo”, mas triste mesmo é perceber que anos se passaram e muita coisa ainda não mudou. Então fico extremamente feliz quando me deparo com séries que discutem sobre estes valores e até os revertem. Call The Midwife é uma série que eu IDOLATRO pois ela discute tantos tabus e é tão incrível que acho que todo mundo deveria assistir. A série só não vai aparecer na lista a seguir pois já falei dela aqui no blog, mas vejam que vale MEGA a pena. 

Bom, depois de ver muitas séries, mas claro, não todas (ainda bem, rsrs), aqui vão cinco que eu MEGA indico. Não vou me aprofundar muito na trama se não esse post ficará imenso:

Victória (2016)

A série britânica criada por Daisy Goodwin e que já está com duas temporadas, acompanha a trajetória da Rainha Victoria (Jenna MARAVILHOSA Coleman) a partir de sua coroação aos 18 anos de idade após a morte do tio, William IV, e os primeiros anos de reinado após seu casamento com Príncipe Albert (Tom Hughes).

Muitos não acreditam que ela possa ser uma boa rainha já que é muito jovem, inexperiente e está sempre contestando as opiniões não só de seus familiares mas também membros do governo. Sem falar do escândalo envolvendo uma suposta relação com seu primeiro ministro Lord Melbourne (Rufus Sewell), dificultando ainda mais a aceitação de seu reinado pelo povo e Parlamento.

Ela faz tudo que está ao seu alcance para defender aquilo que acredita e mostrar que é capaz de tomar suas próprias decisões. 

É uma série maravilhosa que envolve não só fatos verídicos do reinado de Victoria e Albert, mas também alguns – ou muitos, hahaha – dramas, lutas de poder, preconceitos e, claro, amor. 

Ps: Amo a abertura da série. Fico arrepiada toda vez!

The Musketteers (2014)

Série da BBC baseada nos personagens do livro de Alexandre Dumas, Os Três Mosqueteiros, retrata a lealdade de D’Artagnan (Luke Pasqualino), Athos (Tom Burke), Aramis (Santiago Cabrera) e Porthos (Howard Charles) não só para defender o Rei da França e seu povo, mas também aos seus amigos: “Um por todos e todos por um”.

É composta por 3 temporadas, que podem ser assistidas pela Netflix, e é um prato cheio pra quem gosta ação e aventura. 

Terminei essa série recentemente e até agora não consegui superar o seu término – Constance e D’Artagnan pra sempre no meu coração <3. Passei mal em vários episódios, com o coração MEGA acelerado pois os personagens se envolvem em missões praticamente impossíveis! Quase não dá pra respirar!

Aproveito pra deixar em destaque aqui o sexto episódio da segunda temporada, Eclipse Mortal. QUE EPISÓDIO, PRODUÇÃO!!!

O que eu achei mais incrível na série é que em todas as temporadas tem um episódio com foco no passado de cada mosqueteiro, mostrando suas origens, ideais e seus segredos mais sombrios. Sem falar dos vilões que aparecem na trama. Amei todos eles. Milady de Winter tem o meu MAIOR respeito, hahaha.

Versailles (2015)

Com a terceira temporada em produção, a série se passa durante a construção do Palácio de Versalhes no reino de Luís XIV (George Blagden), conhecido como o “Rei Sol”, que foi coroado ainda muito jovem. Após algumas guerras, rebeliões e traumas, Luís, com o objetivo de manter o poder absoluto em todos os sentidos, mantém os membros de sua corte no palácio, mas logo o lugar fica conhecido como ‘gaiola dourada’ por seus moradores e vários atos cruéis como envenenamento e assassinatos começam a acontecer.

É uma série repleta de traição, luxúria, manipulação, batalhas, segredos e que me tirou do sério pois não dá pra se apegar a ninguém, hahaha. Mesmo assim ela não deixa de ser incrível e maravilhosa!

A primeira temporada encontra-se disponível na Netflix. Não deixem de ver!

Harlots (2017)

Essa série PODEROSA se passa em Londres, em pleno século XVIII, abordando a profissão mais antigas de todas: a prostituição, indo muito mais além do que a dor e sofrimento das mulheres que ganham a vida vendendo o próprio corpo sem outra opção para sobrevivência e independência financeira.

Misturando personagens reais e fictícios, Harlots retrata uma disputa intensa entre dois bordeis totalmente opostos, um liderado por Lydia Quigley (Lesley Manville) – limites não está no dicionário dessa mulher – que possui um caráter mais luxuoso e o outro por Margaret Wells (Samantha Morton), localizado entre os becos da cidade.

Ambas possuem uma intriga há anos, mas Lydia decide destruir de vez o legado de Margaret quando sua concorrente consegue restabelecer seu bordel em uma área muito melhor que a anterior, diminuindo assim sua clientela.

É outra série de tirar o fôlego e que merece todos os elogios possíveis tanto em atuações quanto em produção! Foi impossível não assistir a temporada inteira de uma vez só.

A segunda temporada já foi confirmada e a série pode ser vista pela Fox Premium.

Little Dorrit (2008)

Depois de assistir The Crown – outra série sensacional – fui procurar mais trabalhos de Claire Foy e acabei encontrando essa série. Foi amor à primeira vista.

Baseado no livro com o mesmo título de Charles Dickens e produzido pela BBC, Little Dorrit conta a história de Amy Dorrit que nasceu e cresceu na prisão de devedores de Marshalsea já que seu pai foi preso anos antes de seu nascimento devido sua dívida. Abandoná-lo não era uma opção para ela, assim cuida diariamente dele deixando de lado o que acontece além dos portões da prisão. Mas, com o objetivo de melhorar, pelo menos um pouco, as condições de vida que levavam em Marshalsea, Dorrit decide começar a trabalhar, contrariada do pai, e consegue um emprego na casa da família Clennam.

O que ela não sabia é que o seu passado estava ligado ao daquela família.

A série é lindíssima e de uma delicadeza extrema. Amei tudo! E o romance entre Amy e Arthur é tão encantador que é impossível não se simpatizar pelo casal. Assistam <3 !

Ps: Super aceito indicações de séries, rsrs!

Resenha – 13 Reasons Why

Por Santoni
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9 de Abril

TH1RTEEN R3ASONS WHY

Dia 31 de Março de 2017 foi o dia em que a Netflix finalmente disponibilizou os tão esperados 13 episódios da série 13 Reasons Why, a adaptação do livro de mesmo nome escrito por Jay Asher em 2007. Aqui no Brasil o livro “Os 13 Porquês” foi lançado pela Editora Ática.

A série conta a breve história de Hannah Baker. Uma garota que se mudou para a cidade não tem muito tempo, aos olhos de estranhos ela seria considerada uma “típica girl-next-door”, mas a vida não é só aquilo que as pessoas enxergam e é isso que Hannah deixa claro ao cometer suicídio e deixar 13 motivos para trás. (mais…)

Resenha – Desventuras em Série

Por Equipe Nunca Desnorteados
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13 de Janeiro

Nós estamos passando mal!!!!!!!

A sexta-feira 13 mais aguardada finalmente chegou e nós, aqui da equipe ND, ficamos contando os segundos para podermos FINALMENTE conferir a adaptação dos livros de Lemony Snicket (Daniel Handler) para a plataforma Netflix. E o que achamos dela??

SENSACIONAL!!!

A primeira temporada, dirigida por Barry Sonnenfeld, aborda os quatro primeiros livros e é composta por 8 episódios – o que achamos um tanto inusitado já que, quando o assunto é Desventuras, tudo se volta para o número 13… TUDO, até mesmo o pseudomo de Handler; já pararam para contar as letras? – de aproximadamente 45 minutos cada. Somente o primeiro é um tanto mais longo.

Como nos livros, tudo começa na Praia de Sal quando as três crianças Baudelaire – Violet, Klaus e Sunny – recebem a notícia que a casa da família tinha sido incendiada e seus pais estavam mortos, cabendo ao sr. Poe (K. Todd Freeman) – um banqueiro aficionado por sua profissão – achar um novo tutor para os recém órfãos. O grande problema é que um grande vilão, Conde Olaf (Neil Patrick Harris), está de olho no dinheiro que essas pobres crianças herdaram e ele está disposto a fazer, literalmente, de tudo para ter posse dessa grande fortuna. Assim, começam as desventuras dos irmãos Baudelaire.

A história é narrada pelo próprio Lemony Snicket, que diretamente também faz parte da história. Ele é apaixonado por Beatrice (mãe dos Baudelaire) e vira e mexe faz uma menção ao seu amor por ela ou sua morte.

Mas como se trata de uma adaptação, várias perguntas surgem em nossas mentes, principalmente na dos fãs incondicionais da saga, pois cada detalhe pode significar a solução de um grande mistério. Sim, caro leitor, cada detalhe conta e MUITO para o desenvolvimento dessa história e, para nossa felicidade, temos Daniel Handler ao lado de Mark Hudis como roteirista.

A série seguiu todos os nuances que contem nos livros, todo o ar de mistério, ironia e sarcasmo estão presentes e muito bem mesclados com os tons de comédia e infantilidade que é a marca registrada de Daniel Handler nessa saga. Como fãs apaixonados por essa saga, tivemos surtos de prazer e felicidade com cada segundo de cena gravada, finalmente assistir uma história que você acompanhou há anos pelos livros, de uma forma tão bem adaptada, é sentimentalmente indescritível. Do primeiro episódio ao ultimo é possível identificar no cenário, nos personagens e no roteiro, referencias ao livro que para quem não leu acaba passando despercebido. Algumas delas são besteiras, como por exemplo lanchonetes e restaurantes que os personagens frequentam ou aparecem no fundo da cena, o nome e características dos répteis e anfíbios que vivem na casa do Tio Monty ou mesmo palavras, conversas e trocadilhos que são idênticos ao que esta no livro, mas trazem para o leitor a nostalgia e o conforto de que a série esta seguindo para o caminho certo.

Demos nosso voto de confiança para essa adaptação e não nos decepcionamos, está incrivelmente muito bem feita e extremamente gostosa de assistir!!

Dica para as pessoas que forem maratonar: O Netflix, geralmente, pula a abertura entre os episódios. Se isso acontecer VOLTEM. As aberturas tem detalhes diferentes, como os finais dos livros que dão dicas para o próximo. Não deixem de conferir 😉 

Resenha – Miss Fisher’s Murder Mysteries

Por Thila Barto
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1 de dezembro
 
“So I did the only thing I could in the circumstance”

Ai meu coração! 
Eu não tenho costume nenhum de maratonar séries, triologias cinematográficas e derivados, porque para ser bem sincera, eu não tenho muita paciência pra isso e nunca consigo ficar muito tempo parada. Sério, ficar sentada no sofá ou até deitada na cama por horas é uma arte que eu nunca consegui dominar…até hoje!
Ps: Com livros eu consigo, televisão não.
 
O que o universo fez comigo eu não sei, mas depois de passar uma longa meia hora rodando o Netflix para finalmente escolher algo para assistir, acabei clicando nessa série chamada ‘Miss Fisher’s Murder Mysteries’ e, depois dos primeiros 20 minutos do primeiro episódio, não consegui parar até ver o fim do décimo terceiro episódio.
 
Foi como se eu tivesse entrado em um estado hipnótico profundo e só tivesse sido permitida a sair desse transe quando o Netflix perguntou se eu gostaria de assistir o primeiro episódio da segunda temporada.
 
O que passou pela minha cabeça?
Primeiro: Pelas estrelas! Já acabou a primeira temporada?;
Segundo: Thila, há quanto tempo você está deitada?;
Terceiro: O mundo precisa saber dessa série.
 
Então aqui estou eu para descrever essa série maravilhosa.
 
Se trata de uma adaptação de uma série de 18 livros ‘The Phryne Fisher Murder Mystery Series‘ da autora australiana, Kerry Greenwood, onde teve sua estreia na televisão no início de 2012 pelo canal – também australiano – ABC1. Possui 3 temporadas completas e a continuação será feita por uma triologia de filmes.
 
Deixando os termos técnicos de lado, Phryne Fisher, a nossa incrível protagonista, é uma detetive ricaça, durona, sagaz e sedutora que soluciona diversos casos de assassinatos em Melbourne nos anos 1920. Ela está sempre disposta a fazer de tudo para conseguir o que quer ou para achar uma pista para a solução de uma investigação. Ela conta com a mais inesperada e leal equipe para ajudá-la e possui as mais distintas habilidades – desde falar diversos idiomas a pilotar um avião.
 
Todo episódio é uma nova surpresa quando se trata das ‘habilidades de Miss Fisher’ e um novo esclarecimento sobre o seu passado que posso descrever como conturbado para não dar spoilers e também para atiçar um tanto a sua curiosidade para saber mais.
 

Como ela nunca aceita um não como resposta e não sossega até descobrir os responsáveis pelos assassinatos, Miss Fisher sempre deixa o detetive, Jack Robinson, irritadíssimo com a sua intromissão em todos os casos que, oficialmente, pertenciam à ele. A relação dos dois é realmente divertidíssima.

A série é extremamente charmosa, super intrigante, com um estilo ‘a la Agatha Christie’, trilha sonora maravilhosa, personagens sensacionais, atuações incríveis – destaque a Essie Davis como protagonista – roteiro admirável… resumindo, pois a minha lista de adjetivos já se esgotou: A série é extraordinária (opa, sobrou mais um). Assistam, assistam e assistam que não haverá arrependimentos!
 
Que o universo me dê forças para resistir a parar depois de mais um episódio pois estou indo agora dar o play na segunda temporada.
 
<3
Trailer:
 

Resenha – The Crown

Por Thila Barto
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18 de novembro

Assim que vi o primeiro anúncio da Netflix sobre sua nova série original, The Crown, eu mal pude conter o entusiasmo pois simplesmente adoro séries, filmes e livros históricos e de época – ainda mais quando o assunto é a Inglaterra e sua enigmática família real. Então é claro que estava com expectativas altíssimas ao começar a ver os episódios, mas essas expectativas foram atendidas?…

A série criada por Peter Morgan e dirigida por Stephen Daldry, tem sua primeira temporada se iniciando no final do anos 40 a fim de contar a história de Rainha Elizabeth II (Claire Foy) desde seu casamento com Philip Mountbatter (Matt Smith), onde ainda era uma princesa até o final de sua primeira década de reinado, já que, aos 25 anos, teve que assumir a coroa devido a morte de seu pai, o rei George 6°. A ideia é que cada temporada retrate uma década de reinado até os dias atuais. Esse ano, a rainha completa 64 anos de reinado.

A produção custou cerca de US$100 milhões – série mais cara e com a terceira pior estreia do serviço do streaming – e rendeu 10 episódios, que na minha opinião, são espetaculares. Além dos figurinos que são lindos, fotografia maravilhosa, cenários surpreendentes sempre atento às minúcias e as incríveis atuações de todo o elenco, a história traz uma série de reflexões, até mesmo sobre o papel da mulher e o preconceito de gênero.

Confesso que até o final do segundo capítulo não estava curtindo muito a série. Estava achando um tanto arrastada e monótona, mas já na metade do terceiro fui puxada para dentro desse universo e só consegui voltar a respirar no final do último episódio. É difícil não se sensibilizar com as confusões emocionais da rainha ao tentar conciliar sua vida pessoal com o seu governo e seus integrantes. Promessas são quebradas, amizades abaladas, opiniões reprimidas, distanciamento contínuo com os integrantes de sua família e até de seu próprio marido, tudo para honrar o pesado fardo que é a coroa.

O que torna a série ainda mais incrível, são as quebras de linearidade no roteiro com as voltas no tempo para nos ambientar sobre um determinado assunto, e o simples, ou não tão simples, fato de nos mostrar que muitas vezes apenas um gesto ou um olhar é capaz de expor tudo aquilo que sentimos. Assistam que não haverá arrependimentos.

Que venham as próximas temporadas ❤

Trailer: